Resident Evil não se limita aos consoles. A série também jogos em versão mobile, disponibilizados para celulares e tablets. No Japão, os games também chegaram às máquinas caça-níqueis, as famosas “pachinko”.

Resident Evil Assault The Nightmare

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Neste game em primeira pessoa, o objetivo é matar todos os zumbis de uma área para então seguir para a seguinte. Inspirado em shooters, só é possível ver a arma do personagem, cuja mira pode ser controlada para todos os lados. Zumbis e corvos são os inimigos principais, enquanto itens de cura, chaves e armas diferentes (que na realidade não têm diferença alguma da arma padrão) caem da parte de cima da tela. Ao final de cada estágio, você deve selecionar uma porta que dá acesso ao próximo.


RE4 Mobile Edition / iPad Edition / Zeebo Edition

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Disponível em várias plataformas, a versão para celulares de Resident Evil 4 apresenta uma mecânica limitada, adaptada em diversos aparelhos. A versão original (mobile edition) foi lançada apenas no Japão e é compatível com grande parte dos telefones móveis com tecnologia Java.

Após o lançamento inicial, a Capcom fez novas adaptações do jogo para iPhone, iPod touch, iPad e para Zeebo, aparelho com tecnologia 3G, da Tectoy.

Com cenários em 3D, o título apresenta limitações técnicas com inimigos azulados e movimentação modesta. Assim como na versão para consoles, Leon e Ashley são os principais personagens envolvidos na trama – que tem capítulos exclusivos.

Links úteis: Resident Evil 4 Mobile Edition, Resident Evil 4 iPad edition, Zeebo Edition


Biohazard i Survivor

Também exclusivo em solo japonês e jogado via internet pelo browser do celular, “Biohazard i Survivor” é baseado em um sistema de cartas e conta a história através de imagens e fotos. Três personagens podem ser escolhidos (sendo Leon um deles), cujas habilidades são diferentes e podem ser modificadas ao longo do game. O jogo foi descontinuado com apenas um capítulo, e não é mais possível jogá-lo.


Resident Evil Confidential Report

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Este game, ao contrário dos outros jogos lançados para celular, possui uma trama que se passa durante a infecção de Raccoon City. Dois personagens são jogáveis, Tyler Hamilton, um policial novato cuja missão era vigiar uma fábrica na noite do incidente; e a agente do FBI Naomi McClain, que estava na cidade para investigar os experimentos da Umbrella. Com duas histórias separadas, divididas em quatro capítulos, o jogo conta com uma grande quantidade de inimigos vistos na série como zumbis, Cerberus e até mesmo o Nemesis, mas peca por sua jogabilidade travada.


Resident Evil Degeneration Mobile

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Resident Evil Degeneration Mobile foi lançado em dezembro de 2008 para o N-Gage, sistema de jogos móveis exclusivo da Nokia. Com uma jogabilidade parecida como a de RE4 Mobile, você controla Leon Kennedy, que é enviado ao aeroporto de Harvardville para lidar com a infecção no local. Contando com o suporte eletrônico de Ingrid Hunnigan, o agente deve enfrentar os clássicos zumbis pelas diversas salas do terminal, enquanto coleta munição e resolve enigmas simples.

Uma segunda versão deste game também foi produzida, podendo ser jogada também em celulares que não contam com a tecnologia N-Gage. Bem similar a Resident Evil The Missions, o jogo é em primeira pessoa e o objetivo é completar pequenas missões, como matar todos os inimigos de uma sala ou resgatar alguém.

Ainda, uma terceira versão foi lançada no início de 2009 para o iPhone e iPod Touch. O game é muito semelhante à versão N-Gage, mas com gráficos melhores e personagem movimentado por controles exibidos na touchscreen do aparelho. Um sistema de upgrade de armas também está disponível nesta edição.


Resident Evil Genesis

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Com um sistema parecido com “Confidential Report”, os jogadores assumem o papel de Jill Valentine em uma versão modificada da mansão do primeiro game. Ao lado de Barry Burton e Albert Wesker (Chris não está presente no jogo), a policial deve sobreviver às hordas de zumbis que infestam o lugar. Este é o primeiro game da Capcom lançado exclusivamente nos Estados Unidos e tem como grande ponto negativo a péssima jogabilidade.


Resident Evil Uprising

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A sequência de Resident Evil: Genesis retrata as aventuras de Claire Redfield e Leon Kennedy pelas ruas de Raccoon City, dois meses após os incidentes do primeiro game. O game segue a mesma jogabilidade de seu antecessor, mas conta com puzzles e diversas armas com tipos variados de munição. Os gráficos deste jogo são melhores que os de seu antecessor, e os personagens aparecem maiores na tela.


Resident Evil The Missions/ The Missions 3D

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Inspirado em Resident Evil 3, este game em primeira pessoa é composto de diversas pequenas missões, que vão desde matar um certo número de inimigos até resgatar um cidadão ou acabar com o Nemesis. Ao final do game, algumas recompensas são habilitadas, que dependem do caminho tomado pelo player ao longo do jogo. O jogo possui uma grande variedade de armas e itens especiais, mas apenas Hunters, zumbis e Nemesis serão enfrentados.

Lançado no Japão com o nome “Biohazard: The Stories”, The Missions 3D também é baseado em Resident Evil 3. Assim como na versão 2D, este jogo é baseado no sistema de missões que devem ser realizadas no menor tempo possível, com a diferença de que agora os personagens podem se mover pela tela e é possível jogar também com Carlos. Jill também ganhou novas armas e roupas e, por mais incrível que pareça em um jogo para celular, os gráficos não são ruins. Uma seqüência, com o nome “Biohazard The Episodes” foi lançada pouco depois, e suas missões acontecem nas ruas de Raccoon City.


Biohazard the Operations

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Também em 3D e baseado no Remake do primeiro game da série, Biohazard The Operations é semelhante a Resident Evil: The Missions 3D. É possível jogar com Chris ou Jill, em diversas missões que acontecem dentro da mansão de Spencer e devem ser terminadas no menor tempo possível. Como bônus, estão armas mais fortes, como a Shotgun ou um lança-chamas, e itens especiais que aumentam a vitalidade do personagem.


Resident Evil Zombie Buster

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Lançado em 2001, o primeiro jogo de Resident Evil para celulares lembra bastante o clássico “Space Invaders”. Neste jogo, você escolhe entre Leon e Claire e deve atirar contra os zumbis que vem em sua direção para mantê-los afastados de você. Os personagens não têm barra de energia e a morte é instantânea caso os monstros ultrapassem o limite. Pontos são dados a cada acerto nas criaturas e, ao final de cada fase, um chefe deve ser enfrentado. A variedade de inimigos é o diferencial deste jogo, já que zumbis, corvos e até mesmo Tyrants podem ser enfrentados durante os estágios.

Uma versão melhorada de Zombie Buster foi lançada no Japão em 2011.


Biohazard: Survival Door

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Lançado em julho de 2010, Biohazard: Survival Door volta mais uma vez a um cenário de mansão. O jogador deve escolher seguir por uma entre três portas e enfrentar diversas criaturas conhecidas das versões para consoles, como Lickers e zumbis, em quantidade e dificuldade aleatórias. As batalhas, porém, acontecem por meio de comandos exibidos na tela, que devem ser pressionados no teclado do celular. Lançado apenas no Japão, funciona com um sistema de licença paga mensalmente.


Resident Evil: Afterlife 3D The Movie Game

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Disponibilizado gratuitamente na iTunes App Store, o game de Resident Evil 4: Recomeço coloca os jogadores na pele de Alice em três fases de tiro em primeira pessoa, inspiradas em cenas do longa. Com um arsenal de armas de fogo, granadas e coquetéis molotov, a personagem enfrenta inimigos variados como zumbis, guardas da Umbrella, cães infectados, Executioner e o próprio Wesker. Com controles que funcionam por meio da tela sensível ao toque, o jogo está disponível em versões para iPad e iPod Touch.


Resident Evil Mercenaries VS.

Lançado para sistemas iOS, os mesmos presentes em aparelhos da Apple, o jogo é uma espécie de adaptação reduzida do modo “Mercenaries”, presente em dois títulos numerados da série (RE4/RE5), e conta com opção de batalha online para até quatro jogadores. Também é possível jogar localmente, via Bluetooth, entre duas pessoas.

É compatível com os aparelhos: iPhone 3GS, iPhone 4, iPad e iPod touch, desde a terceira geração.

    Biohazard Pachislot

    As máquinas de pachislot, que são uma espécie de mistura entre um videogame e um caça-níqueis, são muito populares no Japão, e foi pensando nisso que a Capcom se juntou à Yamasa para produzir uma versão de Biohazard para esses aparelhos. Baseada no Remake do primeiro game da série, a máquina segue o pesadelo enfrentado pelos S.T.A.R.S., durante sua estadia na mansão de Spencer, incluindo diversas batalhas contra armas biológicas da Umbrella e a conspiração do vilão Albert Wesker.

    Apesar de ter gráficos similares aos do Gamecube e seguir uma trama parecida com a do game para o console da Nintendo, as semelhanças param por aí. Em Biohazard Pachislot sobram cenas de ação e frases de efeito, tudo embalado por uma trilha sonora basicamente rock n’ roll. Diversos momentos são bem diferentes do game original, com destaque para as cenas em que podemos ver Chris, Jill, Barry e Rebecca agindo juntos, enquanto Wesker observa tudo a partir de uma sala de controle. Estranhamente, porém, a heroína principal está usando a roupa de Resident Evil 3 em vez de seu uniforme dos S.T.A.R.S.

    O caminho seguido pelos personagens e seu destino durante as batalhas é decidido de acordo com o resultado obtido na roleta. Caso o jogador vença a partida, o game prossegue. Do contrário, o personagem sofre dano e pode até mesmo morrer, o que obriga o jogador a inserir uma nova ficha se quiser continuar jogando. Diversas rotas diferentes podem ser seguidas durante o game, o que aumenta o fator replay da máquina.

    A divulgação de Biohazard Pachislot iniciou com a produção de um curta-metragem que mostrava flashes da aventura dos dois personagens principais e pode ser visto abaixo. Ao longo do tempo, diversos vídeos do aparelho foram disponibilizados na internet, a maioria deles publicados no site oficial da máquina, que era atualizado periodicamente. O sucesso do game abriu os olhos da Capcom para o segmento de pachislots, e a empresa já afirmou a disposição de produzir novos aparelhos baseados em suas franquias. Biohazard Pachislot está disponível somente no Japão e, principalmente devido às leis brasileiras com relação a caça-níqueis, nunca deve chegar ao Brasil.

      Resident Evil Deck Building Game

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      Em agosto de 2010, a Bandai americana anunciou a produção de um card game baseado na série. Chamado Resident Evil Deck Building Game, o jogo tentava transportar todo o clima da série para os tabuleiros e trazia personagens conhecidos, o cenário da mansão e diversas armas e inimigos. O baralho, com 250 cartas, foi lançado no dia 3 de dezembro de 2010.

      O funcionamento do game não é complexo. A cada rodada, os jogadores compram cartas do baralho para fortalecer as que estão em sua mão e utilizá-las para matar inimigos, comprar ainda mais cards ou realizar outras ações especiais. Armas são compradas com cartas de munição, que também trazem uma determinada quantia em ouro para aquisição de habilidades extras.

      A quantidade de energia dos participantes é determinada. Quando ela chega ao fim, o personagem morre, mas pode voltar com 20 pontos a menos em seu potencial máximo de vitalidade. O jogador é eliminado da partida ao não possuir mais pontuação suficiente para retornar.

      Há também um sistema de níveis, que fortalece os personagens e melhora sua performance na partida. A evolução acontece no combate contra os inimigos, que premiam o jogador com um determinado número de Decorations. Cada nível requer um total específico deste tipo de medalha.

      Os principais personagens da franquia estão presentes no card game, cada um com suas habilidades e fraquezas específicas. Chris, por exemplo, não pode recuperar a própria energia enquanto estiver no primeiro nível mas possui mais resistência a ataques inimigos. Por outro lado, Jill é capaz de potencializar o efeito de armas explosivas, mas possui um valor máximo de energia inferior. Alguns personagens também possuem mais de uma versão, refletindo a evolução dos protagonistas ao longo da franquia.

      Os inimigos também são retirados diretamente dos jogos entre Resident Evil Zero e 5. A maioria deles está lá, desde os mais comuns zumbis e Lickers até monstros maiores, como o Nemesis e Dr. Salvador, por exemplo. Assim como os personagens, cada um deles possui uma habilidade diferenciada e atacam o jogador de maneira variada, refletindo a maneira como agem nos videogames. Quanto mais difícil a batalha, mais Decorations o inimigo deixará quando vencido.

      Modos de Game

      O card game pode ser jogado de uma a quatro pessoas, e possui três maneiras diferentes de ser utilizado. O principal modo de Resident Evil Deck Building Game é o história, em que os jogadores lutam em uma mansão pelo maior número de Decorations. A aventura acaba quando um dos participantes consegue matar o inimigo mais forte do baralho, e vence aquele que tiver obtido mais medalhas.

      No turno de cada jogador, uma porta é aberta e a primeira carta do baralho da mansão é virada, revelando um inimigo. Enquanto alguns são mortos com apenas alguns tiros, outros são capazes de causar dano a todos os jogadores do tabuleiro. Caso o personagem seja morto em combate, o monstro retorna ao baralho da mansão para ser enfrentado posteriormente.

      No modo Mercenaries, um determinado número de rodadas é fixado antes do início da partida. Este limite, porém, pode ser ampliado por cartas de bônus de tempo, que são colocadas em meio ao baralho da mansão. Ao final da partida, vence o jogador com o maior número de Decorations.

      Há também uma versão Versus do game, que coloca os jogadores uns contra os outros, sem inimigos a serem enfrentados. Neste caso, vence o último jogador que estiver vivo. Este, e o modo Mercenaries, requer dois ou mais participantes.

      Expansões

      Em abril de 2011, chegou ao mercado a primeira expansão do card game de Resident Evil. Intitulado “Alliance”, o pacote acrescenta mais 250 cartas ao jogo, e inclui os seguintes personagens: Hunk, Carlos, Steve, Josh e Billy. Apesar de ser uma adição ao original, o add-on também pode ser utilizado de forma independente. Hoje, o jogo já conta com mais duas expansões, “Outbreak” e “Nightmare”.


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