2000 seria o ano de lançamento de um port do primeiro Resident Evil para Game Boy Color, licenciado pela Capcom e produzido pela Virgin em parceria com o estúdio britânico HotGen. Após diversos atrasos, porém, o projeto foi cancelado por não estar de acordo com os padrões exigidos pela Capcom. Boatos começaram a surgir, dando conta de que o jogo, na verdade, não teria sido cancelado e sim, portado para o recém-lançado Game Boy Advance. Finalmente, em 2001, veio o anúncio de que um título inédito da série estava em produção para o quase extinto Game Boy Color.

Em “Resident Evil Gaiden”, Leon S. Kennedy, agora trabalhando para uma organização clandestina anti-Umbrella, é enviado para investigar rumores de que uma nova arma biológica estaria a bordo do cruzeiro “Starlight”. Porém, o contato com o agente é perdido e Barry Burton, também pertencente à organização, é enviado para localizá-lo. Ao chegar no local, percebe que o vírus infectou a todos no navio, e encontra a única sobrevivente do acidente, Lucia. Perseguidos por um monstro capaz de tomar qualquer forma e enfrentando os zumbis espalhados pelo barco, Barry e Lucia devem encontrar Leon e tentar escapar com vida do local, não sem antes destruir a arma biológica a bordo e evitar que o desastre tome proporções maiores.

O game inovou ao apresentar novos itens, coletes que diminuem o dano causado pelos inimigos, e um novo sistema de batalha, ativado somente quando as criaturas se aproximam e que conta com a destreza dos jogadores para a eficácia dos ataques. Durante os combates, também é possível batalhar com até três personagens por vez, compartilhando itens e munição entre eles. O jogo não teve uma recepção muito boa, sendo lançado ao mesmo tempo que o remake do primeiro Resident Evil para GameCube, e é considerado totalmente non-canon, ou seja, não faz parte da cronologia da saga.

Capas

  
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