Em meados de 2001, ainda colhendo os frutos do sucesso de Resident Evil CODE: Veronica em todo o mundo, a Capcom fez uma parceria com a Namco para produzir uma sequência para a série “Survivor”. O segundo título da franquia seria lançado para os arcades e se chamaria “Biohazard: Firezone”. O título faria uso da tecnologia Naomi, com gráficos semelhantes aos vistos no Sega Dreamcast.

À primeira vista, o jogo parece um simples relançamento de CODE: Veronica para os fliperamas. Desta vez, entretanto, duas pessoas podiam jogar ao mesmo tempo, na pele de Claire Redfield e Steve Burnside. Passando por alguns cenários da Ilha Rockfort, os jogadores enfrentavam uma série de monstros não somente de RECV, mas também de outros games da série. O arcade, porém, teve repercussão negativa no mercado japonês mas, ainda assim, a Capcom anunciou que uma versão doméstica do jogo seria lançada para o Playstation 2.

Em novembro de 2001, os fãs japoneses recebiam Biohazard: Survivor 2 em seus consoles. Quatro meses depois, foi a vez dos europeus. Nos dois mercados, a recepção foi igualmente negativa, mesmo com a adição de extras na versão Playstation 2. Os números de vendagem foram muito abaixo do esperado e, aproveitando-se de uma classificação etária alta imposta pela Sony para o lançamento americano do jogo, a Capcom anunciou ainda em 2002 que os fãs dos Estados Unidos não teriam acesso ao game, colocando Resident Evil Survivor 2 no rol dos games “obscuros” da série.

Capas

 
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