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Responsável pela popularização do Survival Horror, Resident Evil 1 foi um dos maiores jogos de seu tempo e causou uma verdadeira revolução no mercado de games na metade final da década de 1990.

E pra comemorar o mês de aniversário de 20 anos desse clássico absoluto, na nona edição do REVIL Facts trazemos pra vocês fatos e curiosidades sobre esse jogo que até hoje ainda é extremamente desafiador e que é o ponta pé inicial da nossa amada franquia.

Vale lembrar que, para não ficar de fora de nenhuma novidade, você pode e deve se tornar um inscrito do REVIL no YouTube! Além dos vídeos como Facts, Tops, Asks, Biografias e Save Rooms, a gente tem feito um monte de live-streamings e vamos manter esse ritmo com pelo menos uma transmissão ao vivo por semana!

E claro, deixe nos comentários do vídeo e do canal, sugestões de pautas para os próximos quadros – tanto Facts, como Asks, Tops e Biografias!

  • Andre Iack

    Muito Show REVIL!
    Sempre antes de ouvir alguma coisa nova da saga eu penso que já sabia de tudo rs Essa das fotos de cadáveres reais foi novidade pra mim, eu até sabia que no cinema eles tinham esse costume, mas em um jogo de videogame é a primeira vez que eu ouço falar disso!

  • wesley GM

    COMO ASSIM? Eu sempre pensei “tudo bem a trilha sonora do director’s cut ser ruim,o cara é surdo mesmo…”,agora que sei que isso é mentira,só passa na minha cabeça “pqp,o cara nem fazia a trilha,mas quando recebia a mesma já pronta nem sabia dizer se era boa ou ruim”.Não é a toa que o cara é uma fraude XD.

    • Hunk

      Ele provavelmente sabia sim, mas por causa da fama que ele ganhou com a história da surdez ele também devia saber que iam aceitar qualquer coisa, e ele não estava errada, a Capcom aceitou mesmo a trilha sonora “dele”.

      • wesley GM

        Tava jogando o director’s cut no ps3 e quando passei no corredor dos cachorros(cerberus),deu até uma tristeza em não ouvir a musica clássica da primeira versão de RE. Ele devia mesmo ser muito famoso no Japão para aceitar a trilha dele. Só de pensar que não tem o tema da Yawn ou still down no final dá um sentimento de estar faltando algo kk

        • Hunk

          A algum tempo atrás eu comprei a versão Director’s Cut da PSN europeia, lá a versão Dual Shock nunca foi lançada, e hoje eu comecei a jogar novamente e valeu a pena, a trilha sonora original é muito melhor. Infelizmente esse método só funciona se o seu PS3 for europeu, porque ele precisa ser capaz de reconhecer jogos que rodam a 50 Hz, caso contrário o jogo não funcionará, ou vc tem que ter um PSP, pelo que eu saiba todos os PSPs suportam essa frequência. O método do PSP é o que eu estou usando e digo por experiência que funciona perfeitamente, até comprei um cabo componente pra conectar o portátil na TV e jogar esse negócio direito. Se o seu PS3 for europeu ou vc tiver um PSP recomendo fazer o mesmo que eu fiz e comprar o jogo por uma conta europeia (usei uma inglesa pra não correr o risco do jogo vir em outro idioma). Esse tema da Yawn me impressionou mesmo, assim como a maioria das músicas da trilha sonora original essa é a primeira vez que eu a ouço, e realmente é uma música bem ameaçadora. Mal posso esperar pra ouvir Still Dawn no final, eu sei que eu posso ir no youtube agora e ouvir, mas eu propositalmente preferi não ouvir até conseguir zerar o game com a trilha sonora original. Todo mundo fala muito bem dessa música, então ela será minha recompensa por todo o trabalho que eu tive pra conseguir essa versão, e zerá-la é claro.

  • wesley GM

    “Roteiro original de 40 paginas”,to quase lá escrevendo o meu roteiro então XD.

  • Hunk

    Ótimo vídeo Bruna, não sabia de tudo isso daí não. Quer dizer, todo mundo sabe que a dublagem desse jogo é horrível, mas que tinha quebrado recordes eu não sabia. Também acabei de descobrir esse filme italiano que serviu de inspiração, e não sabia que pra criar a arte conceitual dos zumbis corpos de verdade tinham sido analisados dessa forma. Tem só um pequeno equívoco na parte da trilha sonora, a versão Director’s Cut na verdade possuía a mesma trilha que a original, a trilha cagada surgiu na versão Director’s Cut Dual Shock.

    • Andre Iack

      Isso é super comum em produções de filmes de zumbis(pelo menos era). Mas eu tambem me surpreendi quando fiquei sabendo que até um jogo de videogame precisou recorrer a análise de corpos reais.
      E falando nessas referencias de filmes de terror que o Mikami se inspirou, eu não sei se o Remake do Night Of The Living Dead serviu de inspiração pra ele também(apesar de que o Night original de 1968 com certeza foi), mas a primeira personagem que me vem a mente quando eu vejo a versão mais “corajosa” da Barbara do Remake de 1990 é a Jill Valentine…

      https://www.youtube.com/watch?v=_SUWHggOZtg&feature=youtu.be&t=84

      • Hunk

        Pra produção de filmes realmente não seria tão surpreendente, mas eu nunca imaginei que aqueles zumbis quadradões receberam tanta atenção em sua arte conceitual. Se bem que mesmo com as limitações de orçamento e de tecnologia o primeiro RE já era um jogo visualmente muito bem detalhado. Claro que os gráficos não são surpreendentes, mas dava pra ver que os designs eram muito bem feitos só olhando pros cenários, então isso até que faz sentido.

  • Muito legal voltar no tempo relembrando algumas curiosidades e conhecendo outras como a do “artista” surdo. Este artigo me trouxe memórias de 1996 quando conheci Resident Evil em uma locadora. Esta sensação nunca esquecerei.

    Queria aproveitar este REVIL facts para perguntar se Resident Evil tem mitos o suficiente para serem criados vídeos com este tema. De cara lembro que no Resident Evil de 1996 havia um mito que era necessário pressionar SELECT várias vezes para o Barry socorrer a Jill na sala onde o teto está para amassá-la transformando-a em um “sanduíche”, pelo menos no meu bairro este mito existia. Algum tempo depois ficamos sabendo que era a ordem dos acontecimentos que faria Barry salvar Jill.
    Será que rola um REVIL myths?

    Até

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