Os S.T.A.R.S. (Serviço Especial de Táticas e Resgate – Special Tactics and Rescue Service) foi fundado na R.P.D. com os melhores soldados do departamento, tendo especialistas em diversas áreas como armamento, comunicação e socorro. Os S.T.A.R.S. eram o time de elite da RPD, e seu objetivo era ser usado em missões de alta periculosidade, que estivessem acima dos casos mais comuns e que requeria um grau de envolvimento e de especialidade maior que os demais casos que chegavam ao departamento.

A formação dos S.T.A.R.S. foi financeiramente muito complexa, pois reunir, treinar e equipar um time de elite dessa magnitude causaria um grande rombo no orçamento do R.P.D., dessa forma, a Umbrella Corporation foi a principal patrocinadora de sua fundação, e dessa forma, os S.T.A.R.S. podiam operar de forma independente ao restante do departamento de polícia de Raccoon City, já que seus recursos vinham da coorporação farmacêutica, mas, obviamente, a Umbrella tinha um enorme interesse nos S.T.A.R.S., e não era apenas a manutenção da ordem na cidade…


A formação

Abril de 1996

Os S.T.A.R.S. foram criados em abril de 1996 como uma sub-divisão do RPD. Sua criação, teve apoio financeiro de diversas entidades privadas, que faziam parte do projeto “Shinning Raccoon 21” que visava melhorias na infra-estrutura geral da cidade. A principal entidade privada por trás de sua criação, foi justamente a Umbrella Coporation, que tinha interesses em ter uma divisão dentro da RPD, podendo assim manipulá-la de acordo com seus interesses.

Apesar disso, sua formação indicava uma grande evolução na força policial da cidade, já que o grupo foi constituído de agentes com imensa expertise em suas áreas, e contava com equipamentos, veículos e armamentos de elite. Seu treinamento incluía investigação sobre diversos tipos de crime, contenção de desastres bio-químicos, táticas de combate, escolta, resgate de reféns, entre diversas outras atribuições. Comparando, os S.T.A.R.S. tem as mesmas capacidades, treinamento e atribuições de forças especiais como a SWAT, por exemplo.

Os S.T.A.R.S. dispunham de dois times, o Alpha: liderado por Albert Wesker e composto por Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton, Joseph Frost e Brad Vickers; e o Bravo: liderado por Enrico Marini e comporto por Kenneth J. Sullivan, Rebecca Chambers, Richard Aiken, Forest Speyer e Edward Dewey.

Início dos trabalhos

1997 – 1998

Após sua formação, os S.T.A.R.S. iniciaram suas atividades mais focados na preparação de seus times do que na intervenção de casos do RPD. O ano de 1997 foi praticamente todo dedicado a escolha, treinamento e capacitação dos escolhidos para integrar o time de elite da Polícia de Raccoon. Esse ano entretanto não foi em vão, já que a equipe escolhida foi muito elogiada após seu treinamento, apesar de nunca ter tido a oportunidade de demonstrar suas reais habilidades durante alguma operação, já que ações extremas como atentados terroristas não ocorreram no período.

Entretanto, casos como resgate de reféns, ações em assaltos a bancos, sequestros e intervenções contra tráfico de drogas e de armas foram bem sucedidas, fazendo com que esse tipo de crime tivesse uma queda bastante acentuada em Raccoon.

Terror na Floresta

23 e 24 de julho de 1998

Em julho de 1998 bizarros casos de assassinatos surgiram vindo da região das Montanhas de Arklay, no limite de Raccoon. Os relatos de corpo multilados encontrados em meio a floresta e a beira do rio Malble não paravam de chegar a RPD e um certo pânico começou a tomar conta da população que vivia naquela região da cidade. A fim de elucidar esses casos e de mostrar ao povo que tudo possível seria feito para solucionar aqueles casos, foi decidido enviar uma das equipes dos S.T.A.R.S. para averiguar a região e buscar pistas sobre o caso.

A equipe Bravo dos S.T.A.R.S. é enviada para investigar estranhos homicídios que ocorreram na região das Montanhas Arklay. Porém, ao chegar nas imediações, o motor do helicóptero falha, e a equipe faz um pouso forçado em meio a floresta de Raccoon.

Apesar das circunstâncias, os membros da equipe Bravo saem ilesos do acidente, e ao investigar a área, se deparam com um comboio policial destruído, com vários dos oficiais desmembrados. Rebecca encontra a ficha que contém dados sobre o prisioneiro que era escoltado – Billy Coen. Ela lê a sentença de Billy na ficha, e o capitão da equipe Bravo, Enrico Marini, ordena que o grupo busque pelo prisioneiro nas imediações. Investigando a área, Rebecca logo se depara com o Ecliptic Express parado na floresta e entra no trem para investigar. Ao fazer isso, ela se depara com todos os passageiros mortos, mas um deles volta a vida e ataca Rebecca, que consegue dar cabo da criatura logo em seguida.

Pouco depois, Rebecca encontra Billy e os dois decidem cooperar para tentar sair vivos do Ecliptic Express, mesmo com a expressa ordem de seu capitão para capturar o prisioneiro. Eventualmente, Rebecca e Billy descobrem um laboratório abandonado da Umbrella, onde James Marcus criou o t-Vírus e conduzia experimentos com sua criação. Eles conseguem se livrar do perigo, Rebecca dá a Billy a chance de fugir e iniciar uma nova vida. Após isso, ela avista a mansão de Ozwell Spencer e decide se refugiar e buscar ajuda no local. Enrico também se dirigiu para o local.

Após mais de 24 horas sem contato com a equipe Bravo, a equipe Alpha dos S.T.A.R.S. foi enviada para averiguar o que aconteceu com seus companheiros.

Cobaias

24 e 25 de julho de 1998

Sob o comando de Albert Wesker, a equipe Alpha dos S.T.A.R.S. foi enviada para a região das Montanhas de Arklay para averiguar o que aconteceu com seus companheiros da equipe Bravo, enviados para investigar bizarros casos de assassinatos de canibalismo, mas que não retornaram e nem estabeleceram contato com a base nas últimas 24 horas.

Sobrevoando a área, o helicóptero da equipe Alfa avistou o helicóptero da equipe Bravo, e pousaram próximo ao local. Ao investigarem a aeronave de seus companheiros, Wesker, Chris, Barry, Jill e Joseph Frost foram atacados por um grupo de cerberus, que mataram Frost instantaneamente. Brad Vickers, o piloto, ao ver a situação fugiu covardemente antes até de seus companheiros terem tempo de chegar até o helicóptero. Jill, Barry e Wesker fugiram do local e conseguiram se abrigar na mansão de Spencer, que ficava próximo ao local, Chris também fugiu, porém ele se perdeu de seus companheiros antes de chegar a mansão.

No local, estranhos acontecimentos se colocaram diante dos S.T.A.R.S., como zumbis, armadilhas espalhadas pela mansão além do estranho comportamento de Barry e de Wesker. A verdade, é que Wesker era um agente infiltrado da Umbrella, e no comando dos S.T.A.R.S., pode levar o esquadrão para a mansão para que a Umbrella pudesse testar suas recém-criadas BOWs, como Hunters, Cerberus, Neptune, Chimeras e o Tyrant. Para facilitar as coisas, Wesker sequestrou a família de Barry e o chantageou para que assim, as coisas fossem mais fáceis durante a operação. Apesar disso, os S.T.A.R.S. foram avançando e derrotando as BOWs da Umbrella. Chris com a ajuda de Rebecca e Jill com a “ajuda” de Barry.

Os S.T.A.R.S. que conseguiram sobreviver e chegar a mansão, foram caindo um a um, vítimas das BOWs da Umbrella. Os membros da equipe Bravo que conseguiram se refugiar no local também sucumbiram. Richard Aiken, Kenneth Sullivan, Forest Speyer. até mesmo o capitão Enrico, embora sua morte não tenha sido causada por uma BOW. Ele desconfiava que houvesse um traidor dentro dos S.T.A.R.S., acabou descobrindo as reais intenções de Wesker, mas momentos antes de conseguir contar a Jill, Wesker matou-0 com um tiro e fugiu antes que pudesse ser identificado. Eventualmente, Jill acabou descobrindo a triação de Barry, mas decidiu dar um voto de confiança ao seu companheiro. No sala do Tyrant, dentro do laboratório da Umbrella, Wesker aguardava seus comandados e contou a eles a verdade. Ao liberar o Tyrant, Wesker acabou sendo atingido e “morto” pela criatura, que acabou sendo derrotada momentaneamente por seus ex-comandados.

Na saída do laboratório, o sistema de auto-destruição foi ativado, e no heliporto, Chris, Jill, Rebecca e Barry foram resgatados por Brad Vickers, não sem antes terem que mais uma vez combater o Tyrant e acabar com a criatura de uma vez por todas.

Wesker, que foi atingido e “morto” propositalmente, retornou a vida graças ao vírus que lhe foi entregue por William Birkin. Essa volta dos mortos, deu a Wesker poderes sobre-humanos, como força e velocidade absurdamente grandes, e ele conseguiu escapar da mansão antes de sua total destruição, passando então a agir nas sombras.

Desacreditados

De julho a outubro de 1998

De 12 membros iniciais, apenas 5 sobreviveram aos incidentes dos dias 23, 24 e 25 de julho. Com isso, a unidade S.T.A.R.S. foi desativada e substituída por uma nova unidade de elite na polícia de Raccoon. O maior problema no entanto, não foi esse. Ao entregar seus relatórios sobre o que havia acontecido na mansão, os membros dos S.T.A.R.S. foram completamente desacreditados pelo chefe de polícia Brian Irons, que tinha seus acordos escusos com a Umbrella e tinha grande interesse em abafar o caso.

Totalmente sem crédito, Chris, Jill, Barry, Rebecca e Brad foram transferidos para outras funções dentro da RPD, mas, devido ao descaso do chefe de polícia em suas histórias, decidiram iniciar por conta própria uma investigação sobre a Umbrella. Barry partiu para o Canadá para cuidar de sua família, Chris dirigiu-se a Europa, Jill e Brad continuaram em Raccoon, e não há informações sobre o paradeiro de Rebecca.

Os dois S.T.A.R.S. que permaneceram em Raccoon, buscaram provas que incriminassem a Umbrella, porém, houve um vazamento viral de um dos laboratórios da Umbrella, e em pouco tempo a cidade foi tomada por zumbis. Com o caos estabelecido mas com dois S.T.A.R.S. ainda vivos e no local, a Umbrella decidiu enviar o Nemesis T-Type, uma BOW altamente capaz de cumprir ordens e mortal, que chegou a cidade para eliminar os membros restantes da ex-força de elite da polícia de Raccoon. A criatura teve sucesso em eliminar Brad, mas Jill resistiu bravamente, chegando a combater a criatura em determinados momentos, e conseguiu dar um fim definitivo nela e escapar da cidade ao lado de Carlos Oliveira e com a ajuda de Barry, poucos momentos antes de um míssil nuclear varrer a cidade do mapa para conter a contaminação.

Ela então se dirigiu para a Europa, onde uniu forças com Chris Redfield, juntando-se a um grupo privado de combate ao bio-terrorismo. Mais tarde, Chris e Jill foram dois dos membros fundadores da B.S.A.A.

Membros

Os S.T.A.R.S. eram 12 no total, divididos em duas equipes de 6 membros cada, abaixo as equipes com seus membros e suas funções

Equipe Alpha

Albert Wesker (Líder de equipe) – responsável por operações táticas e decisões em campo, é o cérebro da equipe. A posição de líder de equipe era dada a membros da RPD que alcançassem o posto de Capitão.

Chris Redfield (Reconhecimento / atirador de elite) – responsável pelo reconhecimento de campo e pela linhe de frente durante as missões, posição geralmente ocupada pelo soldado de maior habilidade. Além disso, Chris também desempenhava o papel de atirador de elite da equipe Alpha.

Barry Burton (Suporte / especialista em armamento) – agindo quase sempre em dupla com o homem de Reconhecimento dando-lhe cobertura. Geralmente esse soldado é quase tão habilidoso quanto o de reconhecimento. Por conta de sua paixão e conhecimento, Barry também desempenhava o papel de especialista em armas dos S.T.A.R.S.

Joseph Frost (Transporte e manutenção de equipamentos) – responsável pelo transporte de equipamentos e armamentos pesados bem como sua manutenção, pode atuar também como vigia ou cobertura para seus companheiros.

Jill Valentine (Cobertura / especialista em trancas) – é uma espécie de back up, não costuma agir na linha de frente das operações, geralmente fica de guarda no transporte ou na base da operações, podendo atuar também como sniper se necessário. Graças as suas habilidades, Jill também era a especialista em trancas, fazendo jus ao seu apelido de “Master of Unlocking”.

Brad Vickers (Cobertura / piloto) – segundo membro da cobertura, Brad também tinha como função pilotar o helicóptero dos S.T.A.R.S.

Equipe Bravo

Enrico Marini (Líder de equipe) – responsável por operações táticas e decisões em campo, é o cérebro da equipe. A posição de líder de equipe era dada a membros da RPD que alcançassem o posto de Capitão.

Kenneth J. Sullivan (Reconhecimento ) – responsável pelo reconhecimento de campo e pela linhe de frente durante as missões, posição geralmente ocupada pelo soldado de maior habilidade. Kenneth também possuia conhecimentos avançados em química, o que era útil em determinados momentos.

Richard Aiken (Suporte / especialista em comunicações) – agindo quase sempre em dupla com o homem de Reconhecimento dando-lhe cobertura. Geralmente esse soldado é quase tão habilidoso quanto o de reconhecimento. Por conta de sua paixão e conhecimento, Richard também acumulava o posto de especialista em comunicações devido as suas habilidades com rádios, transmissões, e afins.

Forest Speyer (Transporte e manutenção de equipamentos) – responsável pelo transporte de equipamentos e armamentos pesados bem como sua manutenção, pode atuar também como vigia ou cobertura para seus companheiros.

Rebecca Chambers (Cobertura / especialista química) – é uma espécie de back up, não costuma agir na linha de frente das operações, geralmente fica de guarda no transporte ou na base da operações, podendo atuar também como sniper se necessário. Rebecca também é expecialista em química e além disso atua como uma espécie de primeiro-socorrista da equipe em casos de ferimento de seus companheiros.

Edward Dewey (Cobertura / piloto) – segundo membro da cobertura, Brad também tinha como função pilotar o helicóptero dos S.T.A.R.S.

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