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Nessa semana Resident Evil 6 completa 5 anos de lançamento e essa postagem tem caráter comemorativo.

O título divide opiniões entre a comunidade – com muitos fãs gostando e outros odiando. Nós vamos analisar os principais pontos em que Resident Evil 6 erra e acerta para entender o quão impactante o game foi na época e a sua relevância dentro do cenário atual da franquia.

#5 – Erro: Jogabilidade desbalanceada

Um dos maiores problemas da experiência que Resident Evil 6 proporciona, é a jogabilidade desbalanceada. Nós temos inimigos extremamente frágeis e que apresentam pouco desafio – como os zumbis por exemplos, e personagens que correm, rolam, utilizam armas do cenário e que com poucos tiros aniquilam qualquer ameaça.

O desafio de Resident Evil 6 só aparece em dificuldades mais elevadas e nos capítulos finais – o que traz uma experiência rasa de gameplay, já que você não sente a necessidade de se preocupar com o seu personagem e com os itens que utiliza, tirando completamente a essência da franquia que é o survival horror e até o action horror.

#5 – Acerto: Mecânicas criativas

Apesar do pesares, as mecânicas do jogo são fluídas e possuem uma vasta combinação de possibilidades nos combates. Algo que funcionaria muito bem em um game de guerrilha – algo que vimos dar certo na campanha de Chris e Piers.

#4 – Erro: Gráficos inconsistentes

É impossível jogar Resident Evil 6 e não notar que ele é o game com os gráficos mais inconstantes da franquia. De um lado temos personagens extremamente bem modelados e com feições realistas, e num segundo momento, é fácil dar de cara com uma parede com texturas de baixa qualidade ou inimigos com um trabalho de modelagem questionável.

#4 – Acerto: Boa direção de cenas

Visualmente, Resident Evil 6 possui uma excelente direção de cenas de corte, com closes dramáticos, dublagem e atuações dignas de cinema!

#3 – Erro: Falta de foco

Resident Evil 6 recebeu uma campanha de divulgação muito massiva – a maior que a Capcom já fez até hoje. Foi nos prometido um game que misturava o melhor da franquia – tinha Resident Evil ali pra todos os gostos.

A campanha de Leon teria foco no terror, a de Chris na ação, de Jake na aventura e a de Ada, na furtividade e resolução de puzzles.

Aprendemos com Resident Evil 6 que é impossível ter tudo isso dentro de um mesmo game com as mesmas mecânicas de jogabilidade.

O game mistura tudo e mais um pouco e ao mesmo tempo que tenta ser o Resident Evil para todos os gostos, ele peca em todas as tentativas e acaba sendo um game mediano que recebeu duras críticas da mídia especializada por conta disso.

#3 – Acerto: Variedade de inimigos e estratégias de combate

Como os inimigos de cada campanha são diferentes, acabamos tendo uma grande variedade deles e as mecânicas para derrota-los são divertidas, principalmente quando jogamos em co-op com algum amigo.

#2 – Erro: Mal aproveitamento dos personagens

Ao término de Resident Evil 6, quando pensamos nos personagens é complicado encontrar a importância deles nisso tudo.

O Piers morre, a Helena pode nunca mais aparecer na franquia, já que sua história teve início, meio e fim dentro do game e a nova direção proposta em Resident Evil 7 faz a participação de Jake ser duvidosa nos dias de hoje.

A história termina, e Leon, Chris e Ada, continuam sendo as mesmas pessoas de sempre, sem que exista uma evolução na histórias deles.

Sherry é a única personagem que voltou em RE6 que teve uma evolução na sua trama e que talvez possa aparecer um dia.

Piers, nunca vamos aceitar a sua morte.

#2 – Acerto: Personagens de personalidades cativantes

Tudo o que foi abordado no item anterior é revoltante, já que todos os personagens de Resident Evil 6 possuem bons diálogos e são carismáticos.

Resident Evil 6 é o game com as melhores relações desenvolvidas entre os personagens já visto em toda a franquia.

#1 – Erro: história fraca

A história de Resident Evil 6 pode ser resumida em um parágrafo que parece mais a sinopse de uma novela mexicana: uma mulher se sente traída e quer se vingar causando um apocalipse no mundo todo.

Enquanto Resident Evil CODE: Veronica se preocupa em ter uma história complexa que envolve obras de literatura e referências cinematográfica, Resident Evil 6 foca em um colapso mundial em prol de cenas épicas de proporções que só vimos nos filmes do Paul Anderson.

#1 – Acerto: Crossovers e fan service

Fan service bem executado é bem-vindo em qualquer situação. É inegável que descobrir que veríamos Chris e Leon lutando lado a lado gerou uma empolgação sem tamanho, fora a volta de Sherry e a subtrama envolvendo Ada Wong e a “Ada de azul”.

A culpa não é só do jogo

Apesar dessa lista ter 5 erros e acertos muito pontuais, é interessante ressaltar que o maior erro de Resident Evil 6 foi criar grande expectativa através de sua divulgação e altos investimentos de produção.

Com tanto capital a ser aplicado, é completamente revoltante ver os erros nos quais Resident Evil 6 se encaixa, o que torna compreensível a divisão de opiniões que ele causa.

O impacto do game é visto até hoje, com a Capcom revendo o foco da série e voltando à essência da franquia como vemos em Resident Evil 7.

Goste ou não, Resident Evil 6 fez história, e nesses 5 anos de lançamento, continua sendo lembrado como boa referência ou como um erro que não deve ser cometido de novo.

 

  • Eva4Ever#ThankYouEva

    Nossa, parece que foi ontem que eu quase fui parar no hospital com pressão baixa pq anunciaram a Ada como jogável,bons tempos.
    Mas RE6 tinha tanto potencial de tantas formas dava pra aproveitar o que tinha ali, se talvez não fizessem uma propaganda enganosa e a Capcom tentasse dar algum sentido naquela trama rasa, mas enfim né, pelo menos esse jogo teve um dos melhores mercenaries da franquia.

    • Luis Felipe Soares

      Nossa, sério que você foi pro hospital? o.o
      E realmente parece que foi ontem que eu vivia entrando aqui no Revil pra ver as novidades e trailers de RE6 e fique empolgado com “o Resident Evil que teria tudo”.

      • Hunk

        Lembro dessa empolgação toda, na época eu mesmo estava contente com o RE6 “ter tudo”, mas em retrospectiva acho que esse foi o maior erro do jogo. No fim das contas eu ainda acabei gostando muito do RE6, acho que é um puta jogo de ação que me divertiu e ainda me diverte muito, mas o maior ponto fraco do jogo é exatamente tentar negar isso em determinadas partes (em especial a primeira metade da campanha do Leon). As mecânicas do RE6 claramente priorizam uma mistura frenética de combate armado com corpo a corpo (praticamente um Devil May Cry ao contrário), o que de fato é o que o jogo promove, mas isso não se encaixa com survival horror, se encaixa muito bem com ação, e é quando o jogo aposta nisso que ele está em seu melhor (não é à toa que o Mercs ficou tão bom). Só acho que deveria ter assumido logo que é um jogo de ação e evitado o marketing enganoso, óbvio que não teria sido aceito por todos, até porque é impossível um RE agradar todos seus tipos de fãs hoje em dia, considerando a diversidade de fãs que acumulou, mas provavelmente não teria causado a decepção que causou em muitos.

        • Rodrigo Zika!

          Eu acho que não foi só o marketing, pra um RE ele ta muito previsível, ainda coloca uma seta pra indicar o caminho, o jogo não tem nada de difícil, algo clássico que sempre teve, tentar adivinhar como mata tal boss etc, isso não vemos nele nem querendo.

          • Hunk

            Concordo parcialmente quanto aos bosses, em particular acho que o jogo deixa os jogadores abusarem demais de barris explosivos, afinal duas das três batalhas contra o Ustanak (só a última se livrou desta maldição), uma batalha contra o Simmons (dinossauro) e a batalha contra a Deborah podem ser vencidas praticamente só explodindo barris, mas por outro lado quando os chefes não dependem disso eu acho que são muito bons de enfrentar. Quanto ao desafio eu discordo, originalmente joguei no normal e achei difícil, tive bem mais dificuldade que no RE5 (embora a Sheva tenha me causado uma certa raiva), hoje em dia já joguei tantas dezenas de vezes que naturalmente até o Professional não me desafia muito (mesmo sem armas infinitas), mas tentar conseguir os rankings S no No Hope ainda é algo bem difícil. Admito que o jogo comete um certo erro em relação à dificuldade, que é permitir que o jogador morra ou leve dano de algumas formas bem baratas, como tirar o controle do personagem ou da câmera no meio de uma batalha, com os inimigos ainda se movendo, o que pode deixá-los em posições vantajosas pra conectar um golpe imediatamente quando retomar o controle, sem haver tempo pra desviar, fora algumas partes em que é fácil de morrer simplesmente porque a câmera te desnorteou (um exemplo disso é quando o Ustanak te persegue na caverna durante o capítulo 2 do Jake, quando vc corre com a câmera mirando pra trás e tem que adivinhar que deve usar um slide no fim da corrida). Ainda assim, mesmo desconsiderando essas situações eu ainda tive dificuldade quando joguei pelas primeiras vezes. É verdade que os inimigos são fracos, mas eles não atacam sozinhos, o jogo aposta nos números pra gerar dificuldade, e pelo menos com os J’avos a meu ver funciona, especialmente por causa de suas mutações variadas e difíceis de prever (pra quem não conhece bem o jogo ainda), embora eu concorde que os zumbis não se encaixam tão bem com esse jogo. Já a seta a meu ver deveria ser retirada simplesmente porque sem ela o jogo teria um botão sobrando, que poderia ser usado como um botão dedicado a cover, o que é a única coisa que me faz falta nas mecânicas do RE6. As únicas partes em que eu acho que ela realmente tira parte da graça são as situações onde o jogo já não possui um caminho óbvio (em geral são as áreas onde encontramos Rasklapanjes, mas tem algumas outras também, como o final do primeiro capítulo da Ada, onde temos que nadar por uma área bem confusa e infestada de Gnezdos), em outras situações ela não atrapalha em nada porque o caminho já não é exatamente difícil de encontrar mesmo, mas acho que pelo menos nessas ela deveria ser desabilitada (tem uma parte com a Ada em que ela é desabilitada, mas nas outras situações onde ela ajuda demais não). De qualquer forma a meu ver a seta deveria ser substituída por algo mais útil mesmo, como o botão dedicado a cover que eu falei. Agora eu imagino, será que essa substituição da seta por um botão de cover é algo que um modder possa fazer? E será que seria possível fazer com que o jogo não te leve automaticamente pro cover ao mirar perto de uma parede (o que complementaria o botão de cover)? Não que isso substitua a necessidade de algo assim no jogo original, até porque as versões de console não tem mods, é só uma possibilidade que passou pela minha mente agora. No fim das contas não acho que essa seta comprometa o maior ponto forte do RE6, que é a ação mesmo, mas também concordo que ela não contribui em nada e ocupa um espaço valioso no controle.

          • Luis Felipe Soares

            Rapaz, eu tava pra comentar isso faz um tempo: acho que nenhum hater consegue te rebater, pois teus comentários são grandiosos literalmente, kkk. Aproveitando tem um pessoal aqui no Revil que formou um grupo no Hangouts, sei que você é ocupado com a faculdade, mas entra lá pra comentar às vezes. Só vai ter limite de caracteres pra você XD

          • Hunk

            kkkkk valeu, realmente a faculdade não dá muito tempo, mas nas férias eu vejo se entro lá, só esse limite de caracteres que pode ser o maior desafio da minha vida.

          • Rodrigo Zika!

            Na época pra PS3 eu paguei por volta de 160 nele, não valeu a pena pra mim, como era meio que lançamento ainda, apesar que já fazia um tempo que tinha lançado, comprei no hype acho que igual todos na época, joguei algumas vezes e enjoei do jogo, acho que a vida útil talvez com mod pra PC daria alguma graça, mais o coop sempre foi algo legal pra entreter, inclusive o modo caça agente, achei interessante, algo que não se tem com frequência na serie, que eu gostaria que tivesse no RE 7 mas não teve, quem sabe em um RE 8, gosto de jogar com o vilão, pra ver o jogo por perspectivais diferentes, mais concordo na parte do Ustanak, aquela parte da perseguição eu morri várias vezes por um simples erro, ou a outra que ele fica no centro, e manda uns bichinhos voadores pra vigiar, e tem que matar pelas costas, acho que foram as partes mais tensas do jogo ate pegar o jeito.

          • Hunk

            Se eu não me engano eu paguei 200 reais mesmo, hoje em dia acho caro, até porque comprei depois na Steam por 20 reais (dificilmente eu pagaria 200 pratas por um jogo hoje em dia, só o The Evil Within 2 que eu abri exeção, já que o primeiro foi o meu jogo preferido da geração), mas na época não pude reclamar porque tirei muito proveito da versão de PS3, acabou compensando o preço. Mas entendo seu ponto de vista, você acabou pagando um valor bem alto por um jogo que não entregou o que você esperava, acho que nesse caso mesmo que você ainda tivesse gostado do RE6 não teria deixado de ser decepcionante. Isso é mais motivo ainda pra eu achar que o jogo falhou em querer fingir que era parcialmente de survival horror, se a Capcom tivesse aceitado logo que era de ação, feito todas as campanhas tirando proveito máximo disso, e não tivesse tentado convencer ninguém do contrário no marketing pelo menos evitaria essa decepção. Isso é uma das coisas que eu gostei no marketing do RE7, eu ainda gosto deste jogo, mas como eu já expressei antes tem coisas que não me agradam nele, só que eu já sabia de tudo que não me agradava nele meses antes de comprar e quando comprei foi sabendo de todos os pros e contras, o marketing acertou em cheio e não deixou espaço pra decepção, o que com certeza contribui a passar uma boa imagem do jogo. Imagina se, por exemplo, o RE7 tivesse de alguma forma passado todos os trailers nos convencendo de que seria um jogo em terceira pessoa com um personagem conhecido de RE, só pra no lançamento descobrirmos que não seria assim? Tudo bem que de uma forma ou de outra há controvérsias, mas se tivesse rolado uma enganação dessas a treta seria colossal, o jogo seria apedrejado por isso, e acredito que não seria muito diferente da recepção que o RE6 recebeu.

          • Rodrigo Zika!

            Falando em RE 7 pra mim também foi diferente, comprei sabendo da mudança de câmera, e que teria que me adaptar na serie com isso, mais já previa um soft reboot, creio que os personagens canónicos virão nos relevations.

          • Hunk

            Também creio que os Revelations devem dar continuidade aos personagens mais conhecidos de RE, aliás estou curioso pra ver como que essa vertente vai continuar. Até então os REVs não eram apenas uma desculpa pra trazer personagens que não apareciam a muito tempo, eles também buscavam representar a continuidade do lado old school da franquia, focando no survival horror pra isso, enquanto os numerados mostravam um confronto direto e global contra o bioterrorismo, mas e agora que o último numerado de certa forma já pegou esse trabalho dos REVs, como que eles prosseguirão? Estou curioso pro surgimento do REV3 logo pra poder matar essa curiosidade, além de torcer pra ver mais dos personagens clássicos neles.

          • Rodrigo Zika!

            Podem fazer o inverso, transformar os Rev num RE 6 por exemplo, pra trazer o máximo possível de personagens que vinham nos numerados, mais ainda acho que os personagens podem aparecer nos numerados ainda, como coadjuvantes ou auxiliares a quem for o principal, ou vindo como DLC igual a do Chris.

          • Hunk

            Até é possível que acabem invertendo mesmo, só acho que seja como for dessa vez deveriam colocar mais investimento nos REVs. O primeiro tudo bem, foi algo até então experimental pra Capcom, e talvez até dê pra dizer o mesmo do segundo, mas agora já tá na hora de começarem a investir bem nos REVs ao invés de tratá-los como spin-offs, especialmente se eles forem continuar complementando os numerados, com um mostrando a guerra contra o bioterrorismo e o outro seguindo casos isolados, é um papel importante demais pra tratarem como um projeto secundário.

          • Rodrigo Zika!

            Deve ser o minimo que ela ira fazer, agora que os numerados focarão no SH.

        • Luis Felipe Soares

          Pois é, me lembro que quando vi esse trailer abaixo, meus olhos brilharam e meu coração ficou acelerado de emoção. Ficava vendo o vídeo toda hora. Acho que o que mais me desagradou em RE6 foi a miscelânea de coisas.
          https://www.youtube.com/watch?v=JjSrzaV1znU

          • Hunk

            Esse trailer realmente fez parecer que essa mistura toda era uma ótima ideia, chega a ser até engraçado, o revendo agora que eu já joguei o jogo um bilhão de vezes eu não consigo parar de pensar no que aconteceu com a campanha do Leon. O bizarro é que analisando de forma fria nem dá pra dizer que o trailer mente, afinal todas as cenas mostradas estão realmente no jogo, mas no fim das contas essa promessa implícita de que haveria uma separação entre survival horror e ação, com o Leon carregando todo o survival horror do jogo, o que parecia plausível pela forma como as cenas foram selecionadas no trailer, se mostrou inalcançável e o maior defeito do jogo. Mais estranho ainda é que essas cenas do Leon receberam uma grande parte do tempo do trailer, mas na verdade só correspondem à primeira metade de uma das 4 campanhas, realmente o jogo acabou não condizendo com o que foi divulgado, e isso com certeza pesou muito no seu recebimento.

      • Eva4Ever#ThankYouEva

        kkkkkkkkkkkk quase fui, tipo eu não esperava que Ada realmente fosse jogável, aí eu lembro que anunciaram e eu tive uma queda de pressão quase desmaiei, enfim foi um dia caótico pq eles ficavam lançando informação atrás da outra e eu não aguentei.

  • ratStar

    Acho que sem o RE6 ter sido a salada indigesta que foi, não teríamos o RE7. Então, de certa forma, o ditado “Há males que vem para o bem” faz todo o sentido.

    • Andrei Sokholov

      As vezes é necessário que certos males aconteçam para que se faça a manifestação da virtude, então de certa podemos tirar muitas lições do que aconteceu com RE6.

    • Chosen Undead.

      Males que vêm para o bem kkk

  • Blizza

    RE6 sempre será o jogo da pessoa pagando um boquetão pra uma girafa

    • Luis Felipe Soares

      Fico pensando como que os designers do jogo nunca perceberam isso.

      • Hunk

        Eu gosto de pensar que a primeira coisa que eles pensaram quando viram a logo pronta foi exatamente isso, e imediatamente decidiram que não poderia mais ser alterada. Quer dizer, é o que eu faria no lugar deles, não se descarta arte desse nível.

        • Luis Felipe Soares

          Sim, mas eu quis dizer como não perceberam na hora que fizeram. Eu mexo bastante com imagem no PC e meio que vejo coisas nas coisas, kkk. Acho que eu teria percebido. Talvez eles tenham percebido antes de lançar, mas não acreditaram que levariam na maldade.

          • Hunk

            Realmente é difícil de entender como que eles não perceberam enquanto faziam a capa, mas quem sabe, vai ver foi a intenção desde o começo. Se a ideia era fazer uma logo que chamasse atenção e não fosse facilmente esquecida então funcionou perfeitamente, afinal cá estamos nós, 5 anos depois do lançamento do RE6, ainda falando do boquete da girafa.

          • Rodrigo Zika!

            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Rodrigo Zika!

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Hunk

      Não é por acaso que é a melhor logo de todos os REs, esses japas sabem o que fazem.

  • Rodrigo Zika!

    Na época paguei uns 160 nele, me arrependo peço preço, foi pra PS3, por isso tenho ate hoje.

  • Marcos Vinícius

    O PIOR jogo dos numerados. Pra mim, o maior erro dele é não ter identidade nenhuma: Uma hora é uma coisa, outra hora é outra. Não tem um certo padrão… Sei que a Capcom ”quis” fazer um game pra todos os gostos, mas, precisava estragar a marca ”Resident Evil” se vendendo desse jeito ?

    É uma pena, tanto dinheiro gasto pra sair um joguinho meia boca:
    Gráficos inferiores ao 5 (mas o 6 é ”gigante”… Sim, mas é EXTREMAMENTE linear, poderiam ter caprichado nos gráficos);
    Não tem armazenamento de itens ao ”seu gosto”, até o 5 que é shooter tem;
    História daquele ”jeito”, resumindo -> Novela Mexicana!
    Câmera FDP;
    4 campanhas, mas a conclusão de TUDO, é mais do mesmo;
    Jogo estupidamente linear, precisava por uma marca indicando o caminho a seguir, alem de um GPS ???
    .
    .
    Poderia ficar até amanha listando os contras desse jogo, mas … Tá, nem tudo é horrível no 6, eu curti a jogabilidade, dos personagens apenas o Piers, co op é legal (mas prefiro do 5) e da voz que diz ”Resident Evil”.

    E antes que me venham ”Ain você é hater do 6”, meu pa# de óculos. Tenho todo o direito de achar o 6 fraco (não considero ele um lixo). Se eu fosse um hater, em toda notícia relacionado a Resident Evil, estaria eu lá reclamando de algo do 6 (inclusive do 7) como muitos ditos fãs conhecedores da franquia (tem vasta sabedoria, sabem mais que os produtores) fazem por ai.

    Resident Evil 6 vendeu horrores, e porque a Capcom não seguiu com essa fórmula no 7 ? Ela poderia faturar mais uns 5 milhões, já que o 6 é sucesso de vendas…
    Estou zoando nesse ultimo comentário, todos nós sabemos o porque do 7 não ser ”igual” ao 6.

  • João Sergio

    Eu gosto.

  • Chosen Undead.

    R6 poderia nem ter existido.
    Do 5 era só fazer o 6, como foi feito o 7.

    RE6 nem pra filler presta kkk

    • Rodrigo Zika!

      Exato, RE 6 deveria ser o soft reboot que e o 7, assim não perderíamos tempo de um novo arco.

  • cobainrafa7

    Pois é… O ultimo Resident evil que joguei na minha vida foi o RESIDENT EVIL REVELATIONS para PC. Antes havia jogado o 5. Enfim, acreditem, sou fã da série mas nunca joguei resident evil 6. Hoje até tenho vontade de jogar, mas nem Video game eu tenho mais. Quero jogar um dia mas só por que sou um fã da série, pois após resident evil 5, nenhum outro game de resident evil chamou minha atenção, por isso abandonei o acompanhamento da série (e qualquer outra) Hoje as vezes jogo resident evil 5 no PC pra descontrair. Mas mesmo ouvindo falarem tão mal desse game, eu ainda quero jogar um dia… rsrs Resident evil 7 pra mim mais parece um Silent Hill ou coisa assim… Não sei nada sobre ele

    • Rodrigo Zika!

      SL mds

    • termineitor

      RE6 é um grande jogo, não vá na onda da mídia manipuladora.

    • Hunk

      Você disse que tem um PC capaz de rodar RE5, certo? Então acho bem provável que rode o 6 também, tenho ele no PC e é bem leve. Hoje em dia estou com um PC muito bom, mas já o rodei a 1080p 30 FPS com tudo no máximo em um PC que em 2012 (ano de lançamento do RE6 nos consoles) já era mais ou menos. Não sei como é o seu PC, mas se vc consegue rodar o RE5 de boa então provavelmente consegue rodar o 6 nem que seja com algumas configurações no médio e com resolução um pouco mais baixa. Além disso esse jogo fica bem barato em promoções da Steam, se eu não me engano comprei o meu por 20 pratas com todas as DLCs (na verdade a versão com as DLCs é mais barata que a normal com ou sem promoção, vai entender), então é só ficar de olho que dá pra pegar por um ótimo preço. RE6 é um dos meus jogos de ação preferidos, sei que é bem polêmico, e por motivos compreensíveis, dá pra entender o porque de muitos fãs de RE não terem gostado dele, mas eu diria que se você realmente está curioso de uma forma ou de outra o preço cobrado quando entra em promoção vale a pena. Nem que acabe jogando só pra matar a curiosidade e depois jogue ocasionalmente pra se distrair já vale os 20 pratas que normalmente cobram pelo jogo numa steam sale.

  • Rafael Silva

    Eu acho o RE6 um dos jogos de ação mais maneiros que já joguei, minha unica reclamação é que não havia uma identidade definida.

  • termineitor

    Belo e incompreendido, um dos melhores RE já feitos. Vai ficar pra sempre na memória dos fãs..

  • leandro

    O principal erro foi o exagero na ação e nao sentir o tiro em todos RE tu sente o tiro pegando no inimigo e a 12 como chamamos a shotgun tem que limpar a tela como sempre foi no 6 ela desmancha o zumbi outro erro. Olha tlou temos orgasmos usando as armas nem em uncharter tem isso. RE fez escola para tlou e agora precisa olhar para esse jogo.

  • jjevil

    Essa lista foi uma bela forçação de barra. Mecânicas criativas? O controle desse jogo não tem solidez alguma. Me sinto controlando boneco de Olinda de tão “solta” que é essa jogabilidade. Sobre gráficos, fica estranho o reflexo dos cabelos e excesso de roxo e azul, fora a escuridão para esconder defeitos. Variedade de inimigos? Isso não pode ser posto a favor do game, já que tudo é bastante genérico, extremamente desequilibrado. Lepotisa? Um bom design? Aquilo dá até vergonha.Fora o fato de que ter chefes que são imortais incomoda pra burro. Sobre inimigos, por favor, não diga nada. Pois toda vez lembro daquele que imita uma galinha, na campanha da China. Boa direção de cenas? Não, você não pode ter escrito isso. Tudo parece um filme (bem ruim) de Hollywood. O clichê das cenas ferem meu bom senso. Enfim, RE6 é um bom jogo? Claro que não! É horrível, é medonho, é grotesco e é ofensivo até para os fãs que curtem as três fases da história de RE. É duro admitir que é um péssimo jogo? Eu sei que é. Algumas (poucas) coisas são perdoáveis, mas em geral um jogo com uma clara bagatela de bugs, enjoativo, raso não merece mais que desprezo. RE6 foi um jogo tão negativo que não teve seu próprio Gold Edition. Fico com a análise do extinto Kotaku, pois não me lembro de ter passado tanta raiva com RE, igual em RE6. O pessoal só não admite que o jogo é ruim, pois raramente alguém vai admitir que deu R$200 num jogo ruim.

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