Nosso encontro marcado para a meia-noite… Quase dois anos após a chegada da primeira parte da trilogia Wordsoul (Alma do Mundo) e World of Warcraft: The War Within (TWW), a segunda parte, World of Warcraft: Midnight estreia para balançar estruturas tanto em relação à história quanto à jogabilidade. Puxando um ganchinho no nosso REVIL INDICA, vale relembrar que nesses mais de 20 anos de World of Warcraft (WoW), nunca uma expansão do game veio dividida em capítulos, como é o caso da Wordsoul Saga.
Imediatamente após os eventos de TWW (como sempre preso em minhas análises, NÃO DAREI SPOILERS), uma guerra entre luz e caos está prestes a começar. Lideradas por Xal’atath (que segue fugindo do seu compromisso com o muro de chapisco), as criaturas do Caos começam sua invasão por Azeroth, sendo seu alvo inicial a região dos Elfos Sangrendos, Quel’thalas e, em nome da preservação e de sua alma mundo, Azeroth, Horda e Aliança seguem unidas (temporariamente) para expulsar as criaturas do Caos e, por consequência, acabar com a ameaça de Xal’atath. Assim como os eventos de TWW aconteceram na ilha Khaz Algaz, uma região nova, a história de Midnight retorna o jogador à “velha Azeroth”, para a Floresta do Canto Eterno, região natal dos Elfos Sangrentos, ao norte do continente dos Reinos do Leste.
Para quem está chegando agora no WoW e não sabe nada do que aconteceu até agora, tenho duas recomendações: acompanhar o canal de World of Warcraft no YouTube e também o canal dedicado Warcraft Tilt Entretenimento para saber mais sobre a lore e curiosidades da franquia.
Mas antes da meia noite chegar…
Como é tradicional no WoW quando uma expansão nova está para chegar, os capítulos finais da expansão anterior (TWW) já começam com o que eu chamo de “período de transição”, na qual aparecem um monte de coisas para fazer para te deixar pronto para o novo capítulo que tá chegando.
No caso aqui, além do tradicional boost de experiência (de até 10%), do redesenho do Rincão do Exílio com o leveling direto pra Dragonflight e depois para TWW, que comentei no REVIL INDICA, a Blizzard também adicionou outras formas de recap para deixar o jogador preparado para Midnight.
Uma delas é para os jogadores que estavam longe, mas resolveram voltar agora a Azeroth durante Midnight. Aqui ele é apresentado a duas novas features: as missões nos Planaltos de Arathi (Arathi Highlands) e a jornada da relembrança. Para quem estava longe de Azeroth e com o seu char de nível moderado ou próximo do lv 80, terá acesso a uma questline em Arathi Highlands, com Jaina Proudmore (Aliança) e Thrall (Horda), que vai funcionar como uma espécie de “tutorial”, para que você possa “reaprender” a jogar o WoW. Ela é simples e sem mistério e, assim que finalizada, você será direcionado ou para as Ilhas do Dragão (Dragonflight) ou à Dornogal, capital atual em TWW.
Já em Dornogal, há duas opções: ou você faz a questline normal de TWW ou pode fazer a Jornada da Relembrança, que consiste em procurar o Andarilho das Lendas Cho (Lorewalker Cho). Com ele, é possível revisitar algumas das histórias marcantes na lore de WoW, como a do Lich King, dos Etéreos (povo que liga TWW a Midnight, mas que já estava presente na franquia desde Burning Crusade), da própria Xal’athat e a história dos Elfos Sangrentos e Elfos Caóticos.
Recomendo bastante que façam todas as histórias disponíveis, missões cujas recompensas são brinquedos (no caso das três primeiras) e uma decoração para a sua casa (no caso da última). É possível refazer as histórias quantas vezes quiser, sendo que, a partir da segunda vez, o prêmio é um baú com equipamentos e decorações para a sua casa. A segunda opção da jornada da relembrança, que é só checar o livrão flutuante ao lado do Andarilho das lendas Cho, é fazer a questline de TWW de forma acelerada.
Outra coisa interessante que fui notando foi a preparação das próprias capitais para a chegada de Midnight. Desde novembro de 2025, a partir do último patch de TWW, as capitais da Horda (Orgrimar) e da Aliança (Ventobravo) já reservaram seus futuros portais para a nova capital em Midnight: Luaprata (Silvermoon). Também deixei registrado o que mudou na Floresta do Canto Eterno, assim como Silveroon, e nas Terras Fantasmas com a chegada de Midnight, lembrando que a região sofreu durante a invasão do Flagelo, liderada por Príncipe Arthas, o Lich King (na história dele na jornada da relembrança conta um pouco sobre isso), cujas marcas só foram curadas nos anos seguintes, até a chegada de Midnight.
Dito isso, como Midnight se passa na velha Azeroth, Silvermoon será o HUB central da expansão, assim como Dornogal foi para TWW. Mas como diria o ditado: “o diabo mora nos detalhes”. Como Silvermoon é uma capital da Horda, e capital natal dos Elfos Sangrentos, também da Horda, como raios ela será o Santuário em Midnight???? Como comentei lá em cima, Xal’athat vai começar seu ataque a Azeroth por Luaprata, lugar no qual reside a Nascente do Sol, umas fontes de energia da Luz (força antagônica ao Caos) presentes no mundo e, como mostrado na cinemática de abertura de Midnight, após as preces de Lady Liadrin, a Luz abriu caminho para que os heróis viessem (dentre eles, você, jogador) para o campo de batalha para defender a Nascente do Sol.
Preciso fazer um parêntese aqui, pois quando o jogo de fato mudou do TWW para Midnight, a tela de loading do jogo também mudou, mostrando Silvermoon no centro (detalhe que o Beta não deu este spoiler hahahahahahaha) e PRECISO exaltar a trilha sonora de Midnight! Minha nossinhora do murlocking gasguito, que tilha belíssima!!! Volto também para exaltar a construção do ecossistema das regiões novas, e das que foram retrabalhadas, pois é inédito na história do WoW revisitamos locais antigos do game, lembrando que, no caso da Floresta do Canto Eterno e de Silvermoon, chegaram na franquia com primeira expansão do WoWzinho: The Burning Crusade.
Isto posto, vale ressaltar que, ao contrário do que vem ocorrendo em todas as expansões do WoW, onde se cria uma nova região inteiramente nova, com uma cidade nova tornada o “Hud central” da expansão (também chamada de “Santuário”, onde é terminantemente proibida agressão entre as facções dentro dos limites da cidade com o famoso entrar em PVP), Silvermoon continua como capital da Horda. Porém, durante Midnight, a Aliança terá permissão para “se hospedar” em ⅓ da cidade, e o restante continua sendo da Horda, mas com um detalhe a mais: caso alguém da Aliança saia e entre na área da Horda, os guardas da cidade têm autorização pra “descer o cacete” nos desavisados (isso me lembra lá nos primórdios de como era engraçado organizar uma invasão a alguma cidade da facção oposta só pra ver o cabaré pegar fogo).
Vale lembrar que Zul’Aman, que fica nas Terras Fantasmas (Ghostlands), área vizinha à Floresta do Canto Eterno, também será retrabalhada, assim como teremos novas regiões na expansão, mas a parte curiosa é fazer de Silvermoon o hud central de Midnight.
Enfim, a meia-noite chegou e não tô vendo nenhuma abóbora
A chegada de Midnight não só traz um novo capítulo do WoW para ser desfrutado, como também um monte de novidades que deram cara nova ao meu WoWzinho. Além da nova raça aliada, os Haranir, da inclusão dos elfos caóticos às fileiras dos caçadores de demônio, bem como a inclusão de nova especialização (Devorador) desta classe, do retrabalho nos atalhos, habilidade e árvores de talentos (normal e esperado a cada nova expansão) e do retrabalho no leveling do personagem (também aplicado aos personagens do seu bando de guerra). Os talentos APEX, nova fase das Imersões (DELVES), o sistema de Prey e a incorporação dos addons na própria interface no jogo são novidades além do quesito jogabilidade.
Sobre os talentos APEX, eles funcionam de forma semelhante aos talentos de herói, introduzidos em TWW, nos quais há uma pequena “ramificação” abaixo dos seus talentos de classe para dar um boost às suas habilidades na árvore de especialização. Vou dar um exemplo da minha main char, a druida, mas a lógica vale para todos os personagens do seu bando de guerra. Toda classe tem sua árvore de talentos dividida em duas partes, a da classe em si e a da especialização. À parte de que a escolha da especialização influencia e quais talentos heroicos estarão disponíveis para escolha (com duas opções que, no caso da minha especialização – Equilíbrio -, são ‘Escolhido de Eluna’ e ‘Guardião do Bosque’), os talentos APEX funcionam, basicamente, como um reforço aos seus talentos de herói. Legal, né?
Outra novidade é a nova fase das imersões (delves), cuja mecânica segue a mesma de TWW. Enquanto em TWW tínhamos o Brann Barbabronze como parceiro, em Midnight contamos com Valeera Sanguinar como parceira das imersões. Lembrando ainda que há uma novidade além de novos mapas de imersões: o sistema de labirintos, que funciona como uma masmorra, mas em formato de imersão, da qual você pode ir progredindo aos poucos (de sala em sala) até completar o desafio semanal que ela vai te dar.
Agora sobre as novidades na jogabilidade, tem o sistema de Prey (caçadas). Uma novidade em Midnight, as caçadas são o novo conteúdo mundial disponível para fazer tanto sozinho quanto em grupo. Vai funcionar nos mesmos moldes das missões mundiais que já estamos acostumados e pensado para jogadores casuais, como eu.
Sobre a incorporação dos addons na interface, como raios isso funciona?? Calma que te explico! Para quem tá ambientado nos MMORPGs, sabe que tem uns aplicativos, criados pela comunidade, que colocamos no jogo para aumentar a customização de jogabilidade, coisa que, no caso do WoW, nunca foi o seu forte. Os utilitários dos addons variam de acordo com a sua funcionalidade, desde a customização dos name plates, bolsas, casa de leilão e cartografia. Podem até auxiliar de combate, com medidores de dano, tempo de recarga e aviso de perigo nos chefes de masmorra e raid, por exemplo.
Ao longo dos anos, a Blizzard parecia não se importar com o uso desses aplicativos dentro do WoW e é em Midnight que temos uma mudança de postura: alguns dos addons considerados “intervencionistas”, os que auxiliam diretamente o jogador em combate, como os addons de auxílio nos combates (ex. Deadly Boss Mods), a Blizzard criou sua versão e os incorporou na interface do WoW, sendo customizáveis no menu “configuração”. Aqui eu indico um criador de conteúdo de WoW que acompanho, o Bilbos do Café com Batatinha, que dá dicas de configuração dessa nova fase do WoW, mas vale lembrar que os fóruns mantidos pela comunidade continuam como excelentes fontes de informação para dicas de builds de talentos e para tirar aquela dúvida sobre alguma missão em que você esteja perdido ou sobre algum item ou NPC que não esteja encontrando.
Ah, vale lembrar que os addons considerados apenas cosméticos (ex. Handy Notes ou o Tomtom), que não vão influenciar na jogabilidade, apenas aumentando suas opções de customização, continuam valendo (embora a Blizzard tenha incorporado alguns, como Details [medidor de dano] e as Weak Auras [gerenciador de recargas]). Outra coisa que vale destacar é que essa decisão da Blizzard de controlar o uso de addons causou muita polêmica na comunidade quando foi anunciada. Eu achei uma decisão muito ousada e tinha que dar a cara a tapa caso não desse certo. Com os poucos addons que usava, confesso que essa mudança me fez estranhar um pouco essa nova cara do WoW, mas estava disposta a testar e ver onde daria, e olha que a mudança até que ficou boa??? Ainda não tá perfeito, falta muita coisa ainda para os addons embutidos terem a customização ideal, mas eu parabenizo o esforço da Blizzard pelo que ela já entregou até agora.
Outras novidades que não tiveram tanto impacto são: o redesenho da Dragonaria (feature apresentada em Dragonflight), no qual não há uso de stamina e sim recargas individualizadas de cada habilidade da barra de dragonaria; a mudança do sistema de transmog (as skins), das quais você não usará mais dinheiro do jogo para dar aquele trato na sua gear; e da visualização do seu livrinho de reputação das facções da expansão atual: ao invés de um botão ao lado do seu mapa, ela virou mais uma página do seu diário do viajante.
Agora todo mundo pode ter um pedacinho de chão
Chegou a hora de falar da menina dos olhos de Midnight: o sistema de moradia (housing) que, sinceramente na minha humilde opinião, foi um dos grandes acertos dessa expansão. Como eu já tinha comentado em uma publicação anterior, o WoWzinho era um dos MMORPGs que AINDA não tinham o housing, ao contrário dos seus primos, como o FFXIV e o Elder Scrolls Online e, olha, que acerto da Blizzard, viu???
Explicando rapidamente como funciona, você pode escolher seu lote entre as vizinhanças disponíveis, tanto da Horda quanto da Aliança, que podem ser públicas ou privadas – sendo estas últimas para as guildas ou para o jogador que quiser montar uma vizinhança para ele e seus amigos. Nas vizinhanças ficam os vendedores de decoração para sua casa, além da disponibilização das Empreitadas (Endevors), que funcionam como o posto comercial, mas são exclusivas do housing, do qual você cumpre tarefas rotineiras do jogo mesmo, como matar chefes em masmorras/raids, por exemplo, para, ao final, ganhar recompensas ao completar a barrinha. Há também as fichinhas para comprar decorações das facções das quais você escolheu fazer as empreitadas.
No caso das vizinhanças privadas, a guilda ou o grupo de amigos moradores da vizinhança escolhe em consenso qual das facções disponíveis farão a empreitada da vez. No caso das vizinhanças públicas, não há opção de escolha de facção para a empreitada, sendo essa escolha feita de forma aleatória.
Agora bora para parte mais divertida desse trem todo: baixar a skin “Bob Construtor” ou “Irmãos à obra” e bora decorar a nossa casa!!! Isso simplesmente me deixou fascinada e é uma excelente opção para momentos de “tô sem nada pra fazer” ou “quero fazer alguma coisa diferente que não seja farmar masmora/raid/reputação, etc”. É uma tremenda valorização do conteúdo endgame. Ou seja, vai ter uma coisinha divertida pra fazer enquanto espera a outra season chegar e eu AMEI!!! Me pego presa mexendo na minha propriedade por HORAS sem perceber e isso é muito legal.
Para quem tem o pacote épico da expansão (e muito obrigado Blizzard pela chave), já ganhou acesso antecipado ao Housing ainda em novembro de 2025. Lembrando que você pode escolher o estilo da sua casinha de acordo com a vizinhança que escolheu, se é da Horda ou da Aliança, podendo customizá-la tanto na área interna quanto na externa. Em ambas, é possível customizar o tamanho da casa, o estilo das paredes, janelas, chaminés e telhado, assim como sua cor, podendo posicionar a sua casinha em qualquer lugar dentro do seu terreno.
Na área interna, você pode customizar desde a planta baixa da casinha, como estilo e cor das paredes, tamanho das portas, divisão interna dos cômodos, e posicionar os móveis e a decoração como quiser. Vale ressaltar que dentro do menu próprio do housing você pode mover os objetos, mexer no tamanho e na angulação, fazendo do céu o limite para a sua criatividade.
Mas tá, Nats, como consigo os itens de mobília e de decoração??? É pay to win?? Claro que não, amiguinho! Os itens de mobília e decoração de housing você pode obter da seguinte maneira: usando o seu próprio dinheiro do jogo mesmo (como se fosse comprar qualquer item de algum vendedor no jogo), nos mais diversos vendedores espalhados por Azeroth; por meio de drop das masmorras/raids/chefes mundiais/inimigos raros/conquistas; com receitas dos próprios itens de profissão, onde cada profissão pode ter fornecer algum item de housing, por exemplo a almofadas podem vir de alfaiataria, bancos e poltronas podem vir de couraria, potes e panelas dos ferreiros e por aí vai; e por meio de missões dentro do jogo, seja pela questline normal da história, seja por missões semanais, por exemplo.
No caso dos vendedores, você pode encontrar tanto no centro de sua vizinhança, sendo que uns cobram só gold mesmo e outros pedem os cupons que você junta das empreitadas, mas alguns podem pedir gold e mais a moeda da expansão anterior (por exemplo, se for na região de Legion, eles pedem os recursos de guerra + gold), o que lhe dá uma razão para visitar as regiões das expansões anteriores. No caso dos drops, ao matar chefes/inimigos raros, ou completar conquistas, ou completar chefes mundiais, há uma chance de que um dos drops seja um item de housing. Já com as profissões, cada profissão terá seus itens de housing para construir, dos quais você pode tanto fazer para si (levando em consideração que seus chars do bando de guerra podem ter profissões diferentes) quanto você pode colocar para vender na casa de leilão, para um gold extra.
Mas e esse encontro à meia-noite vale a pena mesmo???
Levando em consideração que minha opinião aqui é pra lá de suspeita, já eu estou em Azeroth desde 2006 e sempre digo que o WoW é o meu jogo conforto e refúgio quando quero desestressar um pouco, eu sempre direi que vale a pena dar uma chance ao WoW, mas, lógico, a experiência de cada um com o jogo é individual.
Uma das coisas que me fascinam no WoW é como a simplicidade pode render coisas incríveis. World of Warcraft não é aquele jogo que tem gráficos mega realistas, pesados e impossíveis de rodar, mas ele tem uma coisa que eu sempre valorizei nos jogos como um todo: diversão e a possibilidade de jogar no meu tempo, no meu ritmo. Como eu falei na análise do TWW, o WoW abraça todos os tipos de jogadores, os que gostam de PvP (campos de batalha e arenas), os que gostam de masmorras, os que gostam de conteúdo mundial e os que gostam simplesmente de jogar casualmente, que é o meu caso, que se satisfaz em explorar o conteúdo que o jogo tem a oferecer sem ficar amarrado a nada. E agora teremos mais um nicho de jogadores no WoW, os que curtem housing, proporcionando um monte de conteúdo de comunidade para fazer. Lembrando que o que você quiser fazer dentro do WoW, a escolha é toda do jogador e essa variedade de conteúdos eu acho um baita diferencial.
Não me canso de parabenizar a Blizzard pela ambientação e trilha sonora impecáveis. Como sempre, Midnight traz toda uma imersão ao jogo que a cada expansão só melhora. Continuo parabenizando a localização e a dublagem em português do Brasil (pt-br) que o jogo continua tendo e não só in-game, mas também nas animações que a Blizzard traz nos canais oficiais do WoW (tá faltando só trazer os livros pra cá, viu, dona Blizzard??) aumentando a acessibilidade e subindo o sarrafo de só conteúdo bom para a gente se deliciar. E não tenho nem roupa para receber no último capítulo da Wordsoul Saga, The Last Titan!
Com relação ao desempenho do jogo meu meu note velho de guerra, de configuração mediana (Intel® Core™ i5-11400H de 11ª geração, Placa de vídeo dedicada NVIDIA® GeForce RTX™ 3050 com 4GB GDDR6, Memória de 16GB (2x8GB), DDR4, 3200MHz; SSD de 512GB PCIe NVMe M.2) no geral ele roda SUPER BEM, mas no período de transição ele dava “umas travadinhas” quando entrava em alguns menus, como os de transmog ou de aparências de equipamento, mas nada que impedisse de jogar. Após a transição para Midnight de fato, ainda antes do lançamento, as travadas diminuíram. Os gráficos seguem muito bons, além de som e imagem impecáveis para a qualidade que o jogo propõe. Após o lançamento, o desempenho do jogo ficou maravilhoso, rodando super bem e sem travadas.
Por fim, preciso destacar o fator nostalgia que Midnight trouxe. Poder revisitar a velha Azeroth deu a sensação real de tempo que passou, sabe? Confesso que tomei uma baita susto com a nova cara de Silvermoon, da Floresta do Canto Eterno (assim como Ghostlands, né?) e de Zul’Aman. Para quem tá nesse mundo há tanto tempo e viu o impacto que o flagelo causou na região, sendo que antes era dividida em três, com visual de terra arrasada mesmo, cicatrizando as feridas de uma guerra devastadora para os elfos sangrentos, olhar para essa nova Quel’thalas renovada, no auge da beleza e grandeza, dá um quentinho no coração. Tô torcendo demais para que outras áreas da velha Azeroth também recebam esse trato belíssimo que Silvermoon ganhou. Já pensou Undercity, Stormwind, Guilneas e Orgrimar repaginadas??? Um sonho de princesa!!
World of Warcraft: Midnight foi lançado em 2 de março, exclusivo para PC (via aplicativo da Battle.net).
Colaborou com a revisão deste conteúdo: Ricardo Andretto
Análise elaborada via chave do pacote épico disponibilizado pela Blizzard.





















