Resident Evil 3: Nemesis (Biohazard 3: Last Escape no Japão), chegou ao mercado apenas pouco mais de um ano após Resident Evil 2, que estabeleceu um novo padrão de qualidade para a franquia da Capcom. RE3 foi o último jogo numerado para o PlayStation One, e também foi lançado para PC, Dreamcast, GameCube e para a PSN.

Para muitos, RE3 é um dos melhores jogos da franquia, e apresentou aos jogadores aquele que até hoje é tido como a melhor e mais temida BOW de todas: Nemesis. O jogo trouxe melhorias em relação ao já excelente RE2, mas também representa um dos primeiros nós na cronologia da saga, isso porque, estranhamente ele começa 24 horas e termina 24 horas depois de RE2, quando mostra a completa destruição da cidade que abrigou os três primeiros jogos da série.

No aspecto geral, RE3 traz pequenas melhorias gráficas e de jogabilidade em relação a seu antecessor. As texturas in game estão mais nítidas e as cenas em CG são um show a parte. Já na jogabilidade a principal novidade fica por conta do quick turn movimento que permite que o personagem dê meia volta quase que instantaneamente, movimento bastante útil em momentos mais tensos, como as batalhas contra Nemesis ou o encontro com Hunters.

Pela primeira vez, o jogo apresenta apenas um cenário, mas isso não quer dizer que o jogo seja monótono ou que tenha uma vida curta menor do que a de seus antecessores, pelo contrário. Além de dois níveis de dificuldade o jogo ainda convida o jogador a finalizar a aventura várias vezes por conta das roupas extras de Jill e dos Epilogue Files, arquivos que mostram o desfecho de alguns dos personagens que conseguiram escapar vivos de Raccoon City – Jill, Chris, Barry, Leon, Claire, Ada, Sherry e HUNK.

Além disso, RE3 apresenta pela primeira vez o modo extra que virou uma marca da franquia, o Mercenaries. Com um formato bastante diferente do existente hoje em dia, o modo era um desafio extra que rendia horas e mais horas de jogo na pele dos três soldados da UBCS: Carlos, Mikhail e Nicholai. O desafio consiste em atravessar a cidade infestada de BOWs como hordas infindáveis de zumbis, Hunters e Nemesis em suas duas primeiras formas (há momentos em que você terá que lidar com DOIS Nemesis ao mesmo tempo), e em meio a tudo isso, precisa salvar seis sobreviventes antes que eles sejam mortos, e chegar ao galpão do início do jogo normal para receber uma recompensa, que varia de acordo com o número de sobreviventes salvos, e de tempo restante no contador.

Com a devida introdução feita, é hora de comentar separadamente os aspectos do jogo.

A história

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Em 28 de Setembro de 1998, Raccoon City foi tomada pelo caos. Após o incidente da mansão os sobreviventes tentaram alertar a população do que estava por vir. Contudo, os remanescentes não foram ouvidos pelas autoridades, subornadas pela Umbrella e aos poucos a infecção foi se espalhando pela cidade, muito por conta dos acontecimentos de RE2, quando em uma batalha entre Birkin e a USS, amostras do T e do G-Vírus espalharam-se pelos esgotos.

Inicialmente só parecia ser uma doença de pele, porém essa doença acabou transformando as pessoas em zumbis e deixando a cidade em um verdadeiro caos. Jill Valentine que havia ficado na cidade para tentar lutar contra a Umbrella, vê que não há outra alternativa para ela a não ser fugir, mas essa seria uma das tarefas mais complicadas de sua vida.

Em seu caminho, Jill encontra outros sobreviventes, entre eles o ex-piloto do helicóptero dos STARS, Brad Vickers, que afirma que um monstro o está perseguindo, e, ao chegar a RPD para pegar alguns pertences e seguir para fora da cidade, Jill vê Brad chegando no local ferido, e poucos instantes depois uma enorme criatura pega Brad e o mata em frente a Jill, ao soltar o corpo do ex-piloto, a criatura se volta para Jill pronunciando a palavra “S.T.A.R.S.”.

Jill entra na delegacia fugindo do monstro e vai até a sala dos STARS para pegar alguns pertences, no caminho para sair do local, ela é surpreendida por Nemesis que começa uma perseguição que só acabaria de verdade, quando o jogador terminar o jogo. Esse momento inclusive, é responsável por um dos maiores sustos que os jogadores da franquia já levaram: Nemesis rompendo a janela da RPD de forma surpreendente é um verdadeiro cartão de visitas da BOW, e serve como um aperitivo do que estaria por vir nas horas a seguir.

Porém, ela encontrará em seu caminho os sobreviventes que trabalhavam como mercenários da Umbrella. Esses três sobreviventes (Carlos Oliveira, Mikhail Victor e Nicholai Ginovanef) podem alterar o rumo do game e até alterar o final dependendo de suas altitudes tomadas com eles. Ao decorrer do game Jill vê cada vez mais o poder da Umbrella em suas armas biológicas – como a arma mais potente produzida até então: Nemesis. Finalmente, Jill cria confiança em Carlos Oliveira e só resta aos dois fugirem de Raccoon City antes que a esterilização da cidade se iniciasse (além de ficarem atentos aos perigos e aos traidores que estavam sempre os rodeando).

A primeira impressão é que a história de Resident Evil 3 é pobre comparada a dos dois jogos anteriores. Como o próprio nome japonês sugere – Last Escape -, o jogo tem como foco principal a fuga de Jill de Raccoon. Mas, há muitas coisas por trás disso. Além de Nemesis, que fora enviado para a cidade para matar os STARS restantes e assim garantir que a Umbrella não correria o risco de ver seus segredos sendo revelados por aqueles que conheceram as entranhas da empresa, há também Nicholai, um personagem que parece ser apenas um mero traidor, mas no fundo é um dos mais interessantes e misteriosos de toda a franquia. Ele atua como soldado da UBCS, mas isso é apenas uma fachada para seu verdadeiro serviço: ele recebera a missão de coletar dados de combate das BOWs que foram espalhadas pela cidade, e reportar diretamente a Sergei Vladmir, braço direito de Ozwell Spencer, o desempenho das BOWs contra os soldados da UBCS. Em determinado momento do jogo, ele forja a sua morte para poder atuar de forma mais livre na sua verdadeira missão, que além de coleta de dados de combate, envolve também a destruição de alguns locais de pesquisas e coleta de materiais chave para a Umbrella. Além dessa lado interassantíssimo que Nicholai traz a história de RE3, a própria história da cidade é colocada a prova com o seu iminente fim.

Resident Evil 3 veio para por um fim em Raccoon City e mostrar a decadência da cidade ao longo desses dias que ela foi totalmente infectada graças ao acidente no gigantesco laboratório subterrâneo da Umbrella que saía nos esgotos da cidade. Neste game dá para ver o verdadeiro poder de devastação do T-vírus e o poder da Umbrella que, em princípio, apesar dos horrores que eles mesmo haviam criado, até mandaram o grupo de Mercenários para resgate dos sobreviventes. Contudo, isso não passava de uma faixada para que todos acreditassem que a Umbrella não estava por trás de toda a desordem.

Embora o nome americano sugira que o foco do jogo fica na BOW Nemesis, a verdade é que o título japonês – Last Escape – faz muito mais juz ao real foco primário do jogo, que é a fuga de Jill de Raccoon. Nemesis, apesar de ser um inimigo fantástico, dos melhores que já apareceram na saga, é apenas mais um dos perigos que Jill terá de superar para conseguir escapar da cidade.

As escolhas do personagem ao decorrer do game; as interações do jogador com as ações decisivas que ocorrem em alguma situação importante no game; os sustos constantes com Nemesis e as reviravoltas e surpresas com o vilão Nicholai, não deixa RE3 um game cansativo. É divertido de se jogar, apesar de não ter história inovadora e ser de curta duração. Mas, resumindo, esse título não é de se enjoar fácil. Para complementar a história do game, você libera alguns epílogos ao zerar RE3 – explicando o que houve com os demais personagens que presenciaram o horror da Umbrella.

O desafio

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Resident Evil 3 não é um jogo que apresenta um bom equilíbrio de dificuldade, principalmente se compararmos o Easy Mode ao Hard Mode. No Easy mode você começa o jogo com uma enorme quantidade de armas, munições, itens de cura e já com 10 espaços no inventário.

Já no hard, você começa apenas com uma handgun e 15 balas. As demais armas itens e até os dois espaços extras no inventário tem de ser conquistados no decorrer do jogo e as vezes com muito custo, principalmente porque alguns desses itens são proveninentes de batalhas ganhas contra Nemesis, que sem dúvida alguma é o grande desafio do jogo. Não apenas pela dificuldade das batalhas, que quase sempre ocorrem em lugares estreitos e com ampla vantagem para o monstro, mas porque, como dito, a cada vez que você o derrotar irá ganhar um item especial.

Num aspecto geral, mesmo considerando-se o jogo no hard, RE3 apresenta uma maior quantidade de munição e itens de cura. Se você se acostumou a economizar munição em RE1 e RE2, provavelmente terminará RE3 com uma quantidade considerável de munições poderosas e até itens de cura.

O Easy mode não vale nem comentar com relação a esse aspecto, é literalmente “brincadeira de criança”. Além de RE3 já apresentar naturalmente mais munição que seus antecessores, ainda dá ao jogador a possibilidade de fabricar sua própria munição através da combinação de pólvoras.

Pode-se dizer que o grande desafio de RE3 está no modo The Mercenaries: Operation Mad Jackal. O modo que fica disponível assim que o jogador termina o game em qualquer dificuldade dá ao jogo um verdadeiro desafio, onde o objetivo do game é simplesmente resgatar os sobreviventes da Raccoon e seguir o caminho antes que o tempo acabe e a bomba destrua a cidade.

No caminho, além de zumbis, hunters, cerberus e uma série de outras criaturas, você confronta Nemesis várias vezes, e chega a enfrentar dois de uma única vez. O modo não possui seleção de dificuldade, na verdade, a dificuldade do jogo depende do personagem que você escolher: Mikhail pode ser considerado o modo easy: com muitas armas poderosas como Magnum e Rocket Launcher; já Carlos seria o modo normal: possui armas de médio poder e é um pouco mais resistente a ataques; e Nicholai equivale ao hard: apenas uma handgun com 15 tiros, a faca e três sprays de cura para enfrentar todos os perigos que infestam a cidade, porém este último possui uma alta resistência a ataques e demora para entrar em caution/danger.

De uma forma geral, RE3 é muito mais intenso e frenético que os seus antecessores, você dificilmente ficará perdido em um cenário, já que o jogo é bem mais linear que os anteriores, e para compensar isso, além de Nemesis e situações extremamente tensas de batalha, como por exemplo contra a Grave Digger ou até mesmo contra uma horda de Hunters, RE3 também apresenta alguns dos puzzles mais desafiadores, como o da Jukebox da Clock Tower, o dos Relógios também na Clock Tower e principalmente o… exatamente, o Water Sample, o puzzle que para 9 entre 10 fãs de RE é o mais difícil de todos.

A jogabilidade

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Ao contrário dos títulos anterioes – nos quais o jogador podia escolher com qual personagem jogar – RE3 incorpora quase sempre Jill Valentine e, em poucos momentos, você controla o mercenário sobrevivente, Carlos Oliveira. Carlos tem mais resistência que Jill fazendo com que os zumbis não causem tantos danos. Porém, em sua parte, precisa se tomar sérios cuidados em relação a munições que podem acabar facilmente.

O game ficou com a jogabilidade antiga básica, porém inovou em algumas partes. RE3 incorpora um movimento evasivo de emergência que permite o jogador evitar os ataques dos inimigos ou mesmo empurrar as criaturas. O jogador também pode rodar sobre si em 180 graus. Essas pequenas atualizações de jogabilidade fizeram a diferença, principalmente porque RE3 é um jogo com mais momentos tensos que seus anteriores, será comum você se ver cercado e precisando dar um rápido giro para correr para o outro lado. O sistema de evitar ataques e empurrar os inimigos é extremamente útil quando você aprende a usá-lo, já que com algum treino, você pode até mesmo usar esse tipo de movimento contra Nemesis, tornando as batalhas contra o monstro menos difíceis.

Outra novidade é que pela primeira vez uma BOW é capaz de atravessar portas. Sim, Nemesis! Não só corre atrás de você passando por portas, como também irá surgir nos momentos mais inoportunos arrebentando alguma parede ou pulando do telhado de algum lugar.

O sistema de escolha de caminhos é outra novidade. Momentos chave do jogo mostram uma cena em câmera lenta e com um frame da cena em negativo, logo após isso você terá duas opções para escolher, e é baseado nessas escolhas que a ordem dos seus afazeres no jogo é definida, bem como o caminho cronológico (em que Jill encontra Nicholai no posto) e os dois finais diferentes do jogo. Além disso, a escolha das opções altera a localização de armas e outros itens.

Como é um jogo mais agitado e frenético que o anterior, RE3 também traz uma jogabilidade mais fluída, inclusive com a possibilidade de subir e descer escadas (não aquelas de metal, na vertical) sem a necessidade de apertar o botão de ação. Pode-se dizer que as alterações de jogabilidade foram condizentes com o clima do jogo, e pode-se dizer que se RE2 tivesse a jogabilidade mais fluída de RE3, se tornaria um jogo muito mais fácil, até mesmo sem graça em alguns pontos, assim como RE3 com a jogabilidade identica a de RE2 seria um jogo quase impossível de ser finalizado sem que você passe raiva.

Os gráficos

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Apesar de utilizar a mesma engine e a mesma base gráfica de RE2, RE3 apresenta um trabalho de texturas mais detalhado e nítido, a movimentação dos personagens também ficou um pouco mais redonda bem como sua modelagem, que está mais polida.

Muitos elementos e até mesmo cenários foram aproveitados de RE2 com algumas pequenas diferenças, como é o caso da RPD, logo no começo do jogo, que apresenta apenas algumas portas com barricadas, já que o jogador não tem necessidade de ir nos locais que aquela porta levam, e também para não deixar o jogo muito pesado, a ponto de não caber em um único CD.

Apesar dessa melhoria geral nas texturas e de utilizar praticamente a mesma base de RE2, RE3 apresenta algumas quebras de polígonos, mais até do que em RE2, talvez isso ocorra justamente porque o nível de texturas é superior ao de RE2, e os personagens por serem um pouco mais polidos, possuem mais polígonos em suas composições, isso pode ser o motivo dessa maior quebra.

A grande diferença fica por conta das cenas em CG que são um verdadeiro show a parte, e mostram uma qualidade que na época só era vista em jogos da saga Final Fantasy, da Squaresoft.

O som

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Em questão de trilha sonora RE3 segue o padrão de qualidade que foi gerada a partir de seu antecessor, RE2, e que foi sempre atualizada e melhorada a cada game da série.

A dublagem do jogo tem uma imensa qualidade, a entonação da fala dos personagens se encaixa a cada tipo da situação. Os efeitos em RE3 são indiscutíveis. Assim como seu antecessor, este game também dá destaque aos sons ambientes – quando Jill está andando pelas ruas desertas de Raccoon City é capaz de se escutar gritos; grunhidos de zumbis; os passos da própria personagem; os sons de vários pisos; a água que escorre pelas ruas. São muitos detalhes que fazem com que o jogador fique atento a tudo e que, consequentemente, leve muitos sustos.

Toda essa ambientação sonora é incrementada pela tensa trilha sonora que toma conta do ambiente quando Nemesis está prestes a surgir: a música some e fica no ar apenas uma sonorização tensa, que é bruscamente interrompida quando o monstro adentra o cenário. Todos que jogaram RE3 lembram com exatidão de cada acorde descrito acima, de tanto que isso marca o jogo.

Além disso, o jogo apresenta uma das músicas de “Safe Place” (sala de save) mais marcantes de toda a franquia, estando inclusive em várias listas de músicas mais marcantes da história dos games. Essa música é de fato muito marcante, mas só se tornou tão marcante assim porque quando o jogador entrava em uma sala e a escutava, sabia que finalmente teria alguns momentos de alívio da perseguição implacável de Nemesis.

Embora seja lugar comum falar que esse Resident Evil tem uma trilha sonora fantástica, não seria exagero algum dizer que RE3 é o jogo com a trilha sonora mais marcante dentre todos os títulos lançados até hoje.

Conclusão

DF

Resident Evil 3: Nemesis  apresenta alguns dos momentos mais icônicos da franquia RE, como a implacável perseguição de Nemesis a Jill, o helicóptero que Nemesis derruba na Clock Tower e a explosão nuclear que colocou um fim a Raccoon City. É um título que veio para encerrar um ciclo, o ciclo de RE no console 32 bits da Sony, e encerrou com chave de ouro.

RE3 aparece constantemente na lista dos melhores REs, geralmente ficando atrás apenas de RE2 e RE1. E assim ele deve ser considerado, um excelente título, mas que acaba perdendo um pouco para seus dois antecessores, principalmente no quesito enredo. Apesar da fuga de Jill ser extremamente viciante e prender o jogador em frente a TV, não há tantos pontos altos na história como há nos dois títulos anteriores, muito disso por conta de não haver um segundo protagonista. Os grandes momentos do título quase sempre tem ligação com Nicholai ou Nemesis, este sim o grande destaque do jogo, e que com certeza causou inúmeros sustos e em suas aparições fez com que suas mãos ficassem suadas.

Importante destacar também, o modo The Mercenaries, que apesar de não ser exatamente uma novidade (Extreme Battle de RE2 tem uma mecânica bastante parecida), consagrou o nome Mercenaries, que estaria presente em todos os outros títulos numerados da série – RE4, RE5 e RE6.

Ainda que tenham se passado mais de 13 anos de seu lançamento, RE3 envelheceu bem, melhor até do que RE2, e mesmo ainda carregando consigo a aura do survival horror, traz doses cavalares de ação, momentos frenéticos e principalmente uma mecânica de jogo praticamente perfeita, apesar de sua quase linearidade.

Curiosidades

  • No Japão, o jogo se chama Biohazard 3: Last Escape, fazendo referência a fuga desesperada de Jill, e não a Nemesis.
  • RE3 é o primeiro jogo a ter apenas um cenário e um protagonista central. Em RE2 haviam os cenários A e B de Leon e Claire, e em RE1 haviam os cenários de Jill e de Chris.
  • Resident Evil 3 se passa 24 horas antes e 24 horas depois dos eventos de Resident Evil 2. Isso porque, Jill decide fugir na noite do dia 28 de setembro, data em que é infectada pelo T-Vírus em batalha contra Nemesis e perde a consciência. Ela só acorda cerca de 48 horas depois, na noite do dia 1 de outubro.
  • Em RE3 temos o maior número de roupas para uma mesma personagem: Jill tem um total de 6 roupas diferentes, sendo uma padrão e 5 extras.
  • O nome Nemesis, é originário da Deusa Grega da Vingança.

Ficha Técnica

Título: Resident Evil 3: Nemesis (Biohazard 3: Last Escape)
Ano de Lançamento: 1999
Plataformas: PlayStation One, PC, Dreamcast, GameCube, PSP e PS3.

CRÉDITOS
Escrito por: Ceraldi e Alysson Xavier.
Revisão: André Ceraldi (Ceraldi)
Data de Publicação: 13/03/2013

O texto acima não reflete a opinião do REVIL, e sim dos autores da análise.

REVIL Retrô - Resident Evil 3
Aterrorizante do começo ao fimNemesis: o melhor inimigo de toda a franquiaGráficos e controles ainda mais refinadosAlguns dos puzzles mais difíceis de toda a franquiaTensão constanteO misterioso NicholaiA volta de Jill Valentine
Mais linear que os jogos anterioresPoderia ser um pouco mais longoAssim como em RE2, é difícil saber qual a ordem certa dos acontecimentos e qual o final cronológico
9.7Pontuação geral
Gráficos9.5
Som10
Jogabilidade10
Enredo9
Diversão10
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