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Se tem um jogo que vocês vivem fazendo pra gente fazer algum vídeo a respeito, esse jogo é Resident Evil 4! Um dos maiores sucessos da história da Capcom, RE4 tem muitos fatos interessantes sobre sua criação e produção e é por isso que decidimos fazer um REVIL Facts sobre ele!

Na sétima edição do REVIL Facts, contamos sete curiosidades sobre o jogo, que teve seu lançamento envolto em polêmicas, ocasionando inclusive a saída de Shinji Mikami da Capcom, e ainda trouxe uma das personagens mais odiadas de todos os tempos – vocês sabem de quem eu estou falando, né?!

Vale lembrar que, para não ficar de fora de nenhuma novidade, você pode e deve se tornar um inscrito do REVIL no YouTube, hein? Além dos vídeos todas as quintas-feiras, a gente tem feito um monte de live-streamings e vamos manter esse ritmo com pelo menos uma transmissão ao vivo por semana!

E claro, deixe nos comentários do vídeo e do canal, sugestões de pautas para os próximos quadros – tanto Facts, como Asks, Tops e Biografias!

  • Thiago Barros

    Eu tenho pra mim que o acordo assinado pelo Mikami dando exclusividade à Nintendo foi determinante para a perda de identidade pela qual a série passou nos anos seguintes. Não fosse essa exclusividade, REmake e RE0 teriam vendido muito mais e não existiria o desespero da Capcom de fazer com que os títulos seguintes vendessem mais e mais e mais (uma forte evidência disso é a demanda reprimida por esses jogos e a euforia que seus remasters causaram). E eu nem incluo RE4 completamente nisso, porque concordo plenamente com o que o Ceraldi falou, RE4 tem um bom equilíbrio entre suspense, terror e ação (a ressalva a se fazer é que eu prefiro que esse equilíbrio não exista, seria muito melhor se a balança pendesse pro lado do terror e do suspense, sem deixar totalmente ação de lado).

    E por fim, talvez eu seja o único que não vê tanto problema assim na Ashley. Não que eu morra de amores por ela, mas ela nunca me atrapalhou tanto assim, bastava deixar ela parada em um canto qualquer enquanto o Leon matava os ganados que ficava tudo certo.

  • Billy Coen

    É o seguinte, vou dar a letra aqui hein, não acotumem… Mikami criou um vírus que atravessou as barreiras da fantasia e oficialmente é conhecido como Resident Evil 4, porém ele não queria igual ao que aconteceu no incidente do laboratório da mansão em RE1, esse vírus chamado RE4 escapo e fugiu ao controle de seus criadores, quando Mikami percebeu o tamanho da desgraça que fez ele decidiu meter o pé, ficou com a consciência muito pesada e preferiu ser honrado ao invés de vendido, o acordo foi único, eu faço isso aqui mas pelo amor de deus não deixa isso infectar as outras gerações de RE, porém a Capcom como toda boa empresa capitalista não quiz nem saber e líbero o vírus para o resto do mundo.

    Mikami é tão fodah que ainda fez piada com RE4 nos créditos do final do jogo, é uma pena que sem ele RE nunca mais será o mesmo, similar ao que ocorrerá com Metal Gear e Kojima

    A Ashley só tenho a dizer que vejo muita inveja por parte das mulheres que têm ciúmes do Leon, ela para mím é apenas um rosto bonito, eu nunca consegui jogar RE4 por mais de 15min sem largar o controle de tanto desgosto.

  • Rivershield

    Eu devo ser o único fã de RE que não odeia a Ashley. A razão é muito simples:
    Ashley é uma vítima, uma garota comum em uma situação absurda e assustadora. Pq diabos eu ficaria com raiva dela? Pq eu exigiria dela qualquer atitude mais imponente? Será q vcs não sabem que existem pessoas que ficam paralisadas em situações de perigo?
    Imagina se um bombeiro fosse resgatar uma mulher num incêndio, mas ela ficasse paralisada de medo e ele decidisse agir igual aos odiadores da Ashley… Nesse jogo, VOCÊ controla o agente, é sua responsabilidade protegê-la.
    Além disso, RE4 nem é um jogo difícil, se vc jogar direito vc não vai passar dor de cabeça com nada, então eu acho q ou as pessoas são incompetentes no gameplay, ou simplesmente são impacientes demais.

    • Hunk

      O que vc falou faz muito sentido, sendo realista a garota até que agiu muito bem considerando a situação em que ela estava envolvida, mas o problema é que eu acredito que a maioria das pessoas simplesmente não gosta de escoltar NPCs em videogames, e eu me incluo nesse grupo. Não é que a Ashley seja particularmente difícil de escoltar ou mais burra do que o normal, a tarefa em si é que não é das melhores. Mas pra ser sincero, eu prefiro escoltar 10 Ashleys no RE4 do que 1 Sheva no modo pro do RE5, pelo menos a filha do presidente tem alguma noção de como evitar dano e o bom senso de ser raptada o tempo todo pra que possamos passar um bom tempo sem ela.

      • Rivershield

        Eu acho que faz todo sentido o que vc disse sobre a tarefa de escolta, e é aí que está o ponto da questão: enquanto muitas pessoas não gostam da tarefa, eu já acho bem legal. Quer dizer, qual é o cara que não gosta de ser um herói protegendo uma garota indefesa? Mas parece que a maioria das pessoas não vê por esse ponto de vista. Eu tenho naturalmente um forte instinto protetor na vida real, ao longo da minha vida isso sempre me deu muitas cicatrizes, mas sempre valeu a pena. Por isso, eu acho que eu me identifiquei com a situação do Leon de alguma forma, e por isso a tarefa de escoltar a Ashley não era desagradável.
        Mesmo assim, eu acho que tem muita gente incompetente no gameplay, não falei isso da boca pra fora. Eu gosto de assistir as pessoas jogando jogos que eu já masterizei pra ver se eles cometem os mesmos q eu cometia quando era novato. A maioria das pessoas cometem ligeiramente mais erros do que eu, mesmo quando eu era novato. Elas subestimam os inimigos, confiam demais no drop de munição, dentre outros erros bobos.
        Eu nunca fiz isso, nem nos primeiros jogos que eu joguei. Então ou as pessoas são mais lentas do q eu para aprender um jogo, ou eu que levo jogos a sério demais… acho q um pouco dos dois.

        Sobre a Sheva, ela é pra mim o que a Ashley é pra maioria dos fãs de RE. Como se não bastasse o modo pro do RE5 ser roubado pra caraio, é aí q a Sheva mostra sua verdadeira inutilidade. Poderiam pelo menos ter colocado uma roupa extra q a deixasse imortal, semelhante a armadura da Ashley em RE4.

        Na época, eu fiquei bastante empolgado quando descobri q teria um modo pro no RE5, porém pra mim o resultado foi decepcionante. Quer dizer, a meu ver a maneira correta de aumentar a dificuldade de um jogo não é somente aumentar o número de inimigos ou fazendo eles darem mais dano, mas sim melhorar a IA, diminuir os recursos e expandir o leque de estratégias gerais, isso colocaria em cheque a habilidade do jogador não somente como combatente, mas como estrategista e administrador. O modo pro de RE5 se resume à sua habilidade como combatente, e a Sheva é um peso que vai te limitar independente do quão bom vc seja. Como jogador hardcore, isso pra mim é uma tremenda falta de competência dos desenvolvedores.

        Como é raro achar jogos desafiadores hoje em dia, é por isso q ainda mantenho meus consoles antigos…

        • Hunk

          Vc tem um ponto de vista interessante, e pela perspectiva da história é bem isso mesmo, o Leon é o herói salvando a garota indefesa. Acredito que a ideia dos desenvolvedores era exatamente que os jogadores fizessem o que vc faz, que aceitassem a ideia e se divertissem com isso durante o gameplay, mas na hora do vamos ver a maioria normalmente prefere só ter que proteger a própria pele durante o jogo. É claro, se durante uma cutscene por exemplo o Leon abandonasse a Ashley pra morrer e se salvasse ninguém ia gostar de verdade, daria desgosto do personagem porque no fundo nós saberíamos que essa é uma atitude covarde, mas na hora de enfrentar os inimigos pra valer muitos se veem incomodados sabendo que além de se proteger há também a necessidade de proteger algo externo ao personagem e que não está 100% sob o controle do jogador, como se fosse uma extensão do corpo do Leon que só aumenta a área de dano dele. Pra ser sincero, eu também não acho tão ruim andar com a Ashley, as vezes eu até gosto da companhia, embora eu não goste de tarefas de escolta eu acho que nesse tipo de jogo com clima opressor há um certo alívio em poder andar com um NPC amigável ao seu lado de vez em quando. A única coisa que realmente me incomoda as vezes é ouvir o “Leon Help!” ou “Help me Leon!”, mas é como vc disse, proteger a Ashley faz parte da tarefa do jogador, e normalmente quando ela está em perigo é porque nós cometemos algum erro como guardiões ao deixá-la desprotegida. Afinal devemos sempre lembrar que a missão do Leon não era derrotar os Los Illuminados e salvar o mundo, isso é algo que ele acabou tendo que fazer no meio do caminho e como um bom herói fez sem pensar 2 vezes, mas a verdadeira missão dele como agente do governo era resgatar e proteger a Ashley, isso desde a primeira cutscene já foi dito pro jogador. Inclusive, fugindo um pouco do assunto, essa questão me lembra a decisão do Joel no final do The Last of Us. Se vc não tiver jogado aqui vai um SPOILER ALERT. Quase todo mundo que eu vejo desaprova da decisão dele de salvar a Ellie no final do jogo, sacrificando a chance de produzir uma cura pra doença, mas pelo desenvolvimento dele como personagem a tarefa mais importante pra ele assim como o Leon era acima de tudo proteger a garota, e por isso eu não questiono por um segundo sequer as ações dele no final do jogo. FIM DE SPOILER É claro, no caso do RE4 não houve nenhuma decisão desse nível envolvida, o Leon conseguiu salvar a garota e o mundo mantendo a franja intacta ao mesmo tempo, mas só mencionei essa situação como uma forma de relevar a importância da proteção da Ashley no RE4. Quanto aos erros que as pessoas cometem no RE4, acredito que o maior problema seja exatamente por não saber entender por completo a proposta do jogo, embora jogadores diferentes de fato possuam um nível de habilidade diferente. Eu mesmo não me considero um pica das galáxias nesse jogo, embora eu não negue que tenha uma grande experiência e enxergue o jogo de forma mais estratégica do que muitas outras pessoas. E aí é que está o diferencial do RE4, ele pode ser um jogo com muita ação desenfreada, mas além disso é um jogo bem estratégico e cada área do jogo se destaca por causa disso. Podem não haver puzzles muito complexos como nos jogos que vieram antes, mas é um jogo que requer uma abordagem mais inteligente do que muitos outros do mesmo gênero, e é por isso que muitas pessoas que as vezes são de fato boas em jogos de tiro cometem erros idiotas nesse jogo, exatamente por subestimá-lo. Não é à toa que RE4 é um jogo que faz sucesso até hoje em suas remasterizações, mesmo já havendo diversos outros jogos que seguiram seu estilo e oferecem concorrência. É por esses motivos que eu considero importante o papel da Ashley no RE4 e não critico a forma como ela foi colocada no jogo, já o parceiro do RE5 não é a mesma situação. Dá pra ver que o jogo incluiu muito bem o coop quando se joga com um amigo, mas quando se joga sozinho percebe-se que faltou uma melhora na IA do parceiro, o que não quer dizer que o jogo não seja divertido em single player, pelo menos até a dificuldade Veteran ele é, mas também não dá pra ignorar essa falha, que estraga completamente o modo pro no single player. Aliás, como vc disse, o modo pro em si já é roubado, o que não é muito bom, mas com uma falha dessas é muito mais estressante do que desafiador. Concordo que haveriam formas melhores de colocar uma dificuldade maior além de simplesmente entrar no dying com um hit, ao meu ver se fosse o mesmo dano da dificuldade Veteran, somado a uma escassez de recursos e travamento da opção de munição infinita já estaria bem melhor, e uma melhora na IA dos inimigos seria muito bem-vinda também, mas aparentemente IA não é o ponto forte do jogo, o que pode ser observado pela Sheva. Outra ideia interessante seria fazer com que o jogador não pudesse acessar os itens adquiridos nas outras dificuldades, fornecendo um inventário especial pra essa dificuldade.

          • Rivershield

            Falou muito bem, belo discurso. Eu também não me considero um pica das galáxias em nenhum jogo, eu já cheguei a pensar isso, mas sempre apareceu alguém melhor do q eu e eu aprendi a me colocar no meu lugar.

            Quanto a RE4, de fato parece que a maioria das pessoas não gosta de tarefas de escolta. Bom, eu prefiro mil vezes ter de escoltar alguém indefeso do que ter um parceiro, como é o caso de RE5, 6 ou a série Revelations, independente de modo co-op ou do quão boa seja a inteligência artificial.
            Um dos poucos aspectos q traziam certa tensão para o clima em RE4 era justamente o fato de vc ter q escoltar uma pessoa indefesa. Pra mim isso foi uma sacada de mestre tendo em vista q RE4 é mais orientado para a ação, isso de certa forma criou um balanço para nos lembrar q RE4 não é um jogo de ação frenética.
            É por esse e outros motivos q eu acho q RE4 ainda pode ser chamado de Survival Horror. Querendo ou não trata-se de uma situação de sobrevivência com recursos limitados o suficiente para gerar tensão.

            Quanto a decisão de Joel em TLOU, olhando de forma externa eu não concordaria com a decisão dele, mas pq eu tenho o hábito de me colocar no lugar do personagem eu entendi perfeitamente a decisão, e se fosse eu no lugar dele não teria feito diferente. Joel é um homem q parecia amargurado mesmo antes de tudo isso começar, provavelmente divorciado e estressado com o trabalho, ele nem sequer lembrava de seu próprio aniversário, e julgando pela forma como ele conversava com seu irmão e considerando o temperamento de Joel, pode-se supor q o relacionamento dos dois não era simples mesmo antes de tudo começar. Ou seja, o sentido da vida de Joel se resumia à sua filha.
            A garota morreu, o sentido da vida dele acabou. Joel parece ter vivido em um “modo automático” desde então, guiado apenas pelo simples desejo de sobreviver, mesmo q não tivesse sobrado muita coisa pra se apegar nesse mundo.
            Eu se estivesse nessa situação culparia o mundo, culparia a humanidade, culparia a mim mesmo, e não daria a mínima pra humanidade como um todo se eu conseguisse encontrar algo pra me apegar. Esse algo, para Joel, foi a Ellie.
            A decisão foi óbvia. Isso não era só melhor para Ellie, mas também foi um desejo egoísta de Joel.

          • Hunk

            Concordo, independente do que dizem RE4 tem muito survival horror misturado com a ação, o cenário até de dia ainda era um dos mais macabros que eu já vi em um jogo que não inclui elementos sobrenaturais, muitos dos inimigos especiais (com especiais me refiro a tudo que não seja um Ganado comum) conseguiam botar medo, até os próprios Ganados conseguem ser bem macabros as vezes, e existia mesmo uma certa limitação de recursos. Se vc jogasse corretamente não haveria problemas com recursos é claro, mas o mesmo pode ser dito sobre os REs clássicos, só ter que se precaver pra não faltarem recursos já gerava tensão, mesmo que conseguíssemos ficar o jogo todo sem realmente encarar uma dessas situações. E tudo o que vc disse sobre o Joel está correto também, mas eu só gostaria de adicionar um detalhe. Quando eu parei pra filosofar sobre a decisão dele depois de terminar o jogo eu cheguei a uma conclusão que muita gente parece não levar em consideração, e se a Ellie acabasse sendo sacrificada à toa? E se não conseguissem a cura através dela? Supondo que conseguissem, como que produziriam o suficiente pra realmente salvar o mundo? E caso conseguissem arranjar uma forma, quem garante que iam distribuir de bom grado? Ao meu ver o mundo ia continuar a mesma merda, a Ellie acabaria sendo sacrificada pra TENTAR produzir uma cura que muito provavelmente não seria a salvação da humanidade como o jogo tenta nos convencer. É claro, ainda assim a ideia que o jogo passa continua a mesma, a Ellie era a coisa mais importante pro Joel e o desejo egoísta dele não estava errado, afinal de contas nenhum pai que se prese sacrificaria seus filhos desse jeito, e mesmo não tendo uma relação biológica com a Ellie era isso que ela representava pra ele. Mas apesar disso, mesmo pensando no bem maior, acho que no fim das contas nada seria alcançado com esse sacrifício.

          • Elias N’Tuck

            Eu acho o residente evil 4 foda, os sons, os mapas, os boss, certas cenas para poder escapar da morte apertando uns botões, achei mais criativo, gostei muito de todos personagens, e gosto da ashley também, a dublagem do pessoal ta excelente, as voze e tudo mais.. o jogo tem jogabilidade balanceada, ele fica fácil depois de você ter zerado tantas vezes, quer ver ficar difícil ? joga no profissional sem dar upgrade nas weapons, aí sim KK eu amei o 4 e não ví quase nenhum ponto negativo, e o jeito de escoltar a ashley eu gostei da missão. e as bônus, a Ada, os mercenários e tudo mais!

    • Rodrigo Zika!

      Não acho um jogo fácil,principalmente no profissional.

      • Rivershield

        Depende de q tipo de jogo vc está acostumado a jogar e da abordagem que vc toma ao jogar um jogo novo. RE4 não é fácil, a dificuldade é bem balanceada e, portanto, acessível para diferentes tipos de jogadores. Porém, para pessoas como eu q tem uma abordagem mais estratégica e q se preocupam em entender a proposta do jogo, RE4 é moleza.

  • Rodrigo Zika!

    Quem dera se tivesse saído esse RE 3.5 sem fantasmas.

  • Rodrigo Zika!

    Foi o jogo que joguei mais vezes no meu antigo PS2,ela não me atrapalhava,inclusive quando faz o traje de armadura pra ela,ninguém consegue levar ela nas costas embora kkkkkkkkkkkkkk,só acho que o Mikami foi infantil ao sair da empresa depois que saiu para outras plataformas,mas também a franquia perdeu a essência do suspense a partir do RE 5 totalmente.

    • Hunk

      Também achei que a decisão dele foi exagerada, mas levo em consideração que talvez ele já tivesse outros motivos pra não estar contente com a empresa e esse tenha sido apenas a gota d’água. De qualquer forma, eu ficaria feliz se o meu jogo fosse liberado pra tudo que é plataforma e mais pessoas pudessem jogá-lo, principalmente considerando que a franquia não era exclusiva e ao assinar o acordo com a Nintendo ele deixou um bando de fãs que acompanhavam pelos consoles da Sony pra trás. Eu entendo que ele escolheu fazer o jogo focando no Game Cube pra atingir o máximo de qualidade técnica, mas não vejo qual é o problema de portá-lo posteriormente pra outras plataformas, afinal de contas quem tinha apenas o PS2 tava pouco se fodendo se o jogo seria menos bonito, só ficou feliz em poder jogá-lo. É claro, quem tinha ambos os consoles ou apenas o GC podia perfeitamente optar pela versão mais bonita, mas quem não tinha ao menos merecia ter a chance de jogar.

      • Rodrigo Zika!

        Sem contar que ele se ferrou,já que o GC não foi pra frente.

        • Hunk

          Só sei de uma coisa, RE4 hoje só é o RE mais vendido por causa das infinitas versões, o que só serve pra provar que se a Capcom não tivesse passado por cima desse acordo muito menos gente teria jogado. E o que torna essa situação mais fútil ainda é que hoje possuímos versões de PS3, Xbox 360 e PC que são até mais bonitas do que a de GC (lembrando que ainda tá chegando um mod pra versão de PC que deixará o jogo muito mais bonito) que o Mikami tanto endeusava, e pensar que ele criou caso com a versão de PS2. Eu imagino o que ele faria com o acordo de exclusividade se ele ainda estivesse na Capcom hoje em dia. Na época que o RE4 lançou ele escolheu exclusivamente o console da Nintendo pela capacidade técnica, mas poucos anos depois quando a próxima geração chegou adivinha qual console teve a menor capacidade? No fim das contas se ele for consistente com as próprias exigências ele mesmo não teria continuado com esse acordo, afinal até hoje eu não vi o The Evil Within ser lançado no Wii U.

          • Rodrigo Zika!

            Não sei não hein cara,pelo que vi por ai vendeu bastante no PS2 bem antes de saírem outras versões,RE 4 eu curto bastante acho bem equilibrado entre terror ou suspense com ação,RE 5 pulou só pra ação de vez,a trilha sonora do RE 4 acho show,mas minha vontade e que tivesse saído mesmo o RE 3.5 tirando os fantasmas deixando sinistro como nos vídeos da época,uma pena que o RE Gaiden foi desconsiderado da franquia principal,isso ajudou a mudar o RE 4.

          • Hunk

            Tudo bem, mas essa versão mesmo ainda está entre as que só existiram por causa da quebra do acordo, e a minha ideia era essa mesmo, dizer que o jogo alcançou essa posição como o mais vendido da franquia por causa da quebra do acordo. Se a versão que vendeu mais foi a de PS2, PC, PS3, XBOX 360, tanto faz. Quanto à versão beta do RE4, admito que é um conceito legal, mas como não existe uma versão completa que eu possa ver ou jogar eu não tenho como dizer algo com toda certeza. Mas ironicamente pelo que eu vi eu não acho que aquela versão transmitia uma vibe de Resident Evil, mesmo estando mais próxima do conceito clássico de survival horror do que a versão final do jogo. Se eu não me engano as coisas aparentemente sobrenaturais que o Leon veria eram pra ser o efeito de um vírus, mas mesmo assim, eu acho que era uma ideia que não combinaria muito bem com essa franquia e deveria ficar pra um jogo de survival horror psicológico. Não que eu esteja criticando, eu com certeza teria interesse nesse jogo, mas só acho que pra RE era melhor não. Quanto à ação praticamente sem survival horror algum que o RE5 introduziu, na verdade eu não sou contra porque eu acredito que pro desenvolvimento da trama geral da franquia, com o crescimento do bioterrorismo, essa foi uma mudança natural. Mas não me entenda mal, eu também gostaria de ver mais jogos de survival horror na franquia em paralelo aos de ação, e pra isso eu acho que os Revelations deveriam se tornar tão importantes quanto os numerados, ao invés de serem vistos pela Capcom como spin-offs, e buscar cada vez mais os elementos clássicos dos jogos pré-RE4. Não sei se vc se lembra, mas na época que o Revelations 2 lançou eu não peguei leve na hora de criticar os aspectos técnicos do jogo, e isso não é porque eu não entendia que o jogo possuiu um baixo investimento, e sim porque ao meu ver esse jogo não deveria ter tido um baixo investimento em primeiro lugar. Ao meu ver esse jogo, ou melhor dizendo, essa ramificação inteira, merece ser levada tão a sério quanto o RE6 foi e o RE7 deve estar sendo, e no momento a única coisa que eu ainda quero ver melhorando no rumo dessa franquia é a postura da Capcom quanto a essa ramificação. Tudo bem que o primeiro jogo foi um teste, e por isso eu não critico que tenha sido lançado como um projeto secundário, mas de agora em diante os testes acabaram e tá na hora da Capcom levar essa parte da franquia a sério.

          • Rodrigo Zika!

            Realmente o Revelations não e tão levado a sério pela Capcom,os fãs devem cobrar isso,quanto ao RE 4 beta tinha uma questão mais obscura,mas com uma continuação,que não e o caso do jogo final que saiu,mas joguei bastante,o modo Separate Ways e um dos melhores.

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