Talentos do filme de Street Fighter estão em tour por países, mas Brasil fica de fora

O novo filme live-action de Street Fighter estreia no Brasil em 15 de outubro, um dia antes do lançamento “global”, e os parceiros de divulgação seguem trabalhando com o marketing do filme. A Capcom está diretamente envolvida na produção, desenvolvida sob parceria com a Legendary. Um denominado World Warrior Tour está acontecendo com atores e atrizes visitando diversos países, mas o Brasil ficou de fora.

Há um personagem importante em Street Fighter que é associado diretamente ao Brasil: Blanka. O ator que o interpreta no filme é Jason Momoa. Ele é um dos que estão participando desse tour global, que fez sua primeira parada em Tóquio (Japão). O mapa de divulgação ainda inclui Londres (Inglaterra), Amsterdã (Holanda), Mumbai (Índia), Sydney (Austrália), Cidade do México (México), Toronto (Canadá), além de Nova Iorque, Los Angeles e Atlanta (Estados Unidos).



No Brasil, a distribuição do filme nos cinemas ficou a cargo da Paramount Pictures. A divulgação de conteúdos do filme inclui a localização de materiais do World Warrior Tour, que teve o seu primeiro “round” em Tóquio.

 

Há expectativa grande para Street Fighter no Brasil. O segundo trailer dublado do filme, disponível no canal da Paramount Pictures, já passa de 7 milhões e 300 mil visualizações. Para efeito de comparação, o trailer com mais visualizações do live-action de Resident Evil (2026), no canal da Sony Pictures Brasil, é o legendado com pouco mais de 51 mil visualizações. Os dados levam em consideração extrações no momento da publicação deste conteúdo.

 

Tal como a Sony Pictures errou ao divulgar (e depois cancelar, fingindo demência) a vinda do diretor e roteirista Zach Cregger, de Resident Evil (2026), ao Brasil, a Legendary/Paramount Pictures erram ao nos deixar de fora da festa de Street Fighter. E olha que o país é um dos grandes mercados da Capcom na América Latina, e o maior da América do Sul. A Capcom tem envolvimento direto na produção, então é outra que erra nos ignorar.

Gostaria de ser surpreendido com um “ei, decidimos levar um talento para divulgar o Street Fighter no Brasil”. Só duvido muito nessa altura do campeonato. Será que os cinemas no Brasil estão mortos e só eu não estou sabendo? Ou os brasileiros só consomem tudo que aparece e não questionam nada?

Este conteúdo faz parte do Conexão Capcom no Blog REVIL, que reúne produções alternativas da Equipe REVIL ou colaboradores na seção REVIL Lab.