George A. Romero, grande cineasta norte-americano, faleceu no domingo (16) aos 77 anos enquanto dormia. Romero lutava contra um câncer no pulmão.

Muito conhecido por seus filmes de zumbis, ele foi um dos principais influenciadores de Resident Evil, seu primeiro filme com a temática mórbida remete ao ano de 1968 com A noite dos Mortos Vivos.

Romero nas filmagens de A noite dos mortos

Sua filmografia é extensa e com grandes títulos. Produzindo filmes desde 1962, George, fez seu último trabalho como diretor no filme a Ilha dos mortos, de 2009.

Romero ainda fez diversos trabalhos como escritor e na pós-produção de filmes e documentários. Ele ainda fez todo o roteiro dos personagens de Day of the Dead (2017).

‘The Director’, personagem jogável, como é chamado no jogo Call Of Duty: Black Ops Zombies

No ano de 1998, lançamento de Resident Evil 2 no Japão, Romero foi convidado a fazer um comercial em live-action para promover o game.

Comercial de Biohazard 2 para o mercado japonês

O comercial foi um sucesso tão grande, que a Capcom e a Sony Pictures convidaram o diretor a fazer um roteiro para a adaptação dos jogos para as telonas. O roteiro do diretor manteria o foco no primeiro jogo com as montanhas Arkley e o incidente na mansão.

Making of do comercial em live-action de Biohazard 2

Chris e Jill seriam os protagonistas da história, se envolvendo romanticamente durante a trama. Contudo, o roteiro de George foi completamente descartado pelas empresas e por fim ele foi demitido.

De acordo com Okamoto, a Capcom rejeitou o roteiro por se distanciar muito do que era proposto no game, e com isso, o filme teria uma rejeição muito grande por parte do público.

Neste post, a Bruna conta um pouco mais sobre a rejeição do roteiro do filme, (nem vamos citar a linda Alice aqui que aparece em todos os jogos né nom).

Então, deixamos aqui nossa pequena homenagem a esse incrível diretor. Podemos dizer que ele sim é o avó do Survivor Horror, já que Mikami aprendeu muito com ele!

E vocês, o que acham desse roteiro que séria os filmes em live-action. Deixem suas opiniões nos comentários!!

  • Maiza Moreira

    o título não seria o ” avÔ” ?

    • Cláudio Corrêa

      É sim, já foi corrigido, obrigado!

  • Maester Alex

    Uma triste notícia. Não apenas popularizou os filmes de zumbis, mas também criou as características mais conhecidas dos zumbis (já havia filmes com zumbis, mas seu comportamento e características variavam muito de filme em filme), pode se dizer que ele foi para os zumbis, o que Stoker foi para o vampiro. Além de também conseguir colocar mensagens e críticas sociais nos seus filmes (o melhor exemplo é o final da “Noite dos mortos vivos”).
    Uma grande perda para os fãs de terror e pra cultura pop em geral.

  • Andre Iack

    Se não fosse por esse gênio do horror a nossa querida franquia Resident Evil não existiria hoje em dia.

    R.I.P. George A. Romero.

    • ratStar

      Exato!!!

  • Hugo

    Que Deus o tenha.
    Não sabia dessa sobre o comercial de Resident Evil 2.

  • DJ _X_ leitinho

    Triste notícia.
    Eu esperava um dia alguma produção de RE feita por ele 🙁

    R.I.P

    _X_

    • Hunk

      Né? Meio contraditória essa decisão da Capcom, mas acredito que isso tenha sido apenas uma desculpa que arranjaram originalmente pra justificar a decisão, sem pensar muito no que os filmes se tornariam. Não sei como que tava o roteiro do Romero, então pode até ser que tivesse um bom motivo pra dizerem que se afastava demais do jogo, mas comparando com a franquia do Paul Anderson é impossível levar a sério essa desculpa.

      • Eva4Ever#ThankYouEva

        Parece que o roteiro dele realmente fugia muito do conceito de RE, mas não custava nada a CAP mandar ele refazer ao invés de demitir ele do nada.

        • Hunk

          Sei lá, talvez tenha mais história aí do que a gente sabe, vai ver eles mandaram refazer e ele não quis, mas de uma forma ou de outra é bem bizarro eles falarem isso do roteiro do Romero e depois deixarem os filmes do Anderson perderem completamente a identidade de RE. Desde que dê lucro, né?

      • Andre Iack

        O roteiro do Romero tinha algumas bizarrices como um Chris que não fazia parte da equipe S.T.A.R.S.(porém ele estava junto deles na mansão e enfrentava os zumbis com armas de fogo), a Ada era uma cientista da Umbrella e o Barry era um vilão capanga do Wesker(que não se arrependida disso como acontece no final do jogo), entre outras diferenças menores. Mas tirando esses detalhes o filme aparentava ser muito mais fiel do que a versão do Paul Anderson. Acho que teria sido mais satisfatório se na época a Capcom tivesse tentado negociar com o Romero para “concertar” esses detalhes do roteiro ao invés de descartar ele de vez. Por outro lado suspeito que podem existir coisas por trás dos bastidores que talvez nós nunca iremos descobrir (opinião pessoal) rsrs.

        • Hunk

          A Ada ser uma cientista da Umbrella até não vejo tanto problema, afinal ela teve que se infiltrar no laboratório de Arklay e pra isso se aproximou do John, que era um pesquisador importante. Não lembro se os jogos confirmam que ela se passou por cientista especificamente ou só conseguiu informação através do John, mas acredito que não seria tão difícil de crer que pra se aproximar dele ela primeiro se tornou uma cientista da Umbrella. Mesmo que não seja o caso nos jogos, acho que não seria uma mudança drástica pros filmes, desde que eventualmente revelassem que ela era na verdade uma espiã, o que talvez não estivesse no roteiro do Romero, mas pode ser que ele já planejasse explorar numa sequência. Agora, o Chris e o Barry realmente são difíceis de explicar. O Chris pelo visto perderia todo o backstory de soldado e membro dos S.T.A.R.S. e o Barry perderia todo seu conflito interno entre proteger sua família ou seus amigos e aliados, além de perder sua boa índole, pois na verdade não passava de uma boa pessoa com fortes morais que se viu numa situação sem solução ideal. Realmente essas seriam mudanças difíceis de engolir, mas seria uma boa se tivessem chegado a um acordo e aproveitado boa parte do roteiro, só retornando os personagens ao que realmente eram nos jogos. Bem, de qualquer forma pelo menos o primeiro filme não ficou ruim nas mãos do Paul, só é uma pena que a cada filme foi perdendo cada vez mais o rumo. O segundo, com exceção de algumas críticas, também não considero problemático, mas quando chegou o terceiro com seu apocalipse zumbi no deserto aí ferrou tudo. Pelo menos ainda posso dizer que como um filme de ação eu até curti muito o 4, e parcialmente o 5, já o 6 gostaria que tivesse sido melhor, mas não teve jeito, tanto como RE quanto como filme de ação possuiu umas falhas bem gritantes que não dá pra ignorar.

          • Andre Iack

            Realmente a parte da Ada não destoa tanto em relação ao cânone dos jogos, ainda sim acho que seria muito melhor se o roteiro evitasse essa adição porque certamente isso estragaria um pouco do mistério da personagem em uma sequencia vindoura, digo isso se no caso do próximo filme esse seguisse a história do Resident Evil 2. Em relação ao Chris e ao Barry concordo com você em tudo.
            O primeiro filme do Paul Anderson é o meu favorito, aliás é o único que gosto de verdade, como eu já comentei por aqui algumas vezes o “Hóspede Maldito” é um ótimo spin-off cinematográfico e se os demais seguissem por esse caminho e com o mesmo estilo de thriller moderno do primeiro filme eu não acharia nenhum pouco ruim essa franquia ter chegado até o seu sexto episódio. Pra mim o segundo filme não se salva mesmo, até hoje não consigo digerir aquele Nemesis de borracha a lá vilão de tokusatsu (apesar de adorar Changeman, Flashman, Jaspion e etc…) saindo no braço com a Alice e a aquela Jill Valentine perfeita virando uma mera coadjuvante da Alice, além do diálogo mais “desmotivacional” de toda a franquia cinematográfica na minha opinião e acho que também na de 99% dos fãs que é quando a Jill diz que ela luta bem mas que não é tão boa quanto a poderosa Alice…. affs…. sem comentários… e outra coisa que não me desceu de jeito nenhum foi aquele personagem que fica fazendo piadinhas durante o filme, isso destoa totalmente daquele estilo sombrio que o primeiro filme trouxe e que eu adorava. Olhando os filmes como forma de entretenimento também acho o Afterlife um bom filme de ação, mas acho o que o Extinção é ainda melhor nesse quesito, apesar de eu ter a impressão que o terceiro é um dos mais detestados pelo público e digo isso incluindo até os que não são fãs dos jogos, porém eu reconheço que o quarto tem um certo charm que o terceiro filme não teve.

          • Hunk

            Algum dia desses tenho que rever o segundo filme, porque já faz algum tempo e não me lembro exatamente dessas falas específicas, mas de fato parecem bem difíceis de engolir. De uma forma geral eu ainda não vejo tanto problema no Apocalypse simplesmente porque em comparação ao que veio depois ainda tinha salvação, embora isso talvez esteja atrapalhando meu julgamento deste filme de forma particular. O que eu quero dizer é que, mesmo com todos os erros da segunda parte, ainda dava pra melhorar a situação num futuro filme, que poderia ser tão merecedor de ser um RE quanto o primeiro, mas de repente o terceiro já começa cometendo o erro fatal de iniciar um apocalipse zumbi global sem mais nem menos, aí já não tinha mais salvação, não tem volta disso. Quanto a avaliar esses filmes apenas como filmes, sem levar em consideração se são bons REs ou não, eu realmente achei que após o primeiro o Afterlife foi facilmente o melhor de todos. Cheguei a discutir isso ainda nesta página com outra pessoa, mas o que eu mais gostei desse filme foram os personagens secundários, além do meu preferido ter surgido ali eu fiquei com a impressão de que todos eles tiveram uma boa importância, pelo menos na duração daquele filme (infelizmente isso não se estendeu às sequências). O terceiro até não foi dos piores nesse quesito, mas não acho que foi tão bom quanto o quarto, e também tem um outro fator mais pessoal que não me faz gostar deste filme, eu simplesmente achei bem chato. Eu sei que isso não é lá uma análise profunda, mas numa franquia de filmes que apostou quase que exclusivamente na pura diversão momentânea pra marcar presença, sem bolar uma boa continuidade que pudesse ser levada a sério, essa é exatamente a falha que não dava pra cometer de jeito nenhum. O Afterlife por outro lado além de ser o que eu considerei mais divertido também conseguiu me causar um impacto mais duradouro com seus personagens e carisma, por isso se destacou tanto. Sobre o Final Chapter, você disse que ainda não assistiu, então tentarei não entrar em muitos detalhes, mas já digo que em um certo momento eu até tive esperança de que iriam recapturar esse carisma do quarto filme. Infelizmente a esperança morreu logo, todo o grupo de sobreviventes que a Alice encontrou e que parecia ter potencial pra trazer uma certa nostalgia do Afterlife não passou de uma bela trollagem, era tudo descartável, quando alguém começava a parecer interessante era um sinal de que tava pra morrer daqui a pouco. A gente conversou sobre esse filme antes dele lançar e você sabe que eu até tava com umas expectativas muito boas de que pelo menos seria um bom final, mas no fim das contas não foi o que eu esperava. O Isaacs foi um vilão interessante, como eu estava torcendo pra ser, mas não foi tão bem explorado quanto deveria e simplesmente não foi o suficiente pra tapar as outras falhas. Aliás, por mais que eu já colocasse mais fé nele do que no Wesker desde antes do lançamento, ainda assim não esperava que o Albert fosse o maior pecado desse filme. Quando você assistir entenderá o quão maravilhosa foi a participação deste vilão, que aliás nem sequer merece ser chamado de vilão neste filme, capanga descartável é um termo mais apropriado, e estou sendo generoso. Como sempre ainda teve cenas de ação bem divertidas de ver, mas no fim das contas não chegou aos pés da quarta parte, o que é uma pena, porque pelo menos um final de qualidade era o mínimo que essa franquia de filmes precisava pra tentar ficar melhor na fita depois de tantos erros, tanto com os personagens e outros elementos de RE, quanto com suas próprias falhas gritantes de continuidade que nenhum espectador atento conseguiria deixar passar, independente de conhecer ou não os jogos.

          • Andre Iack

            Certamente não vou conseguir arranjar tempo pra assistir o Capítulo Final tão cedo devido aos meus estudos que estão beirando a insanidade pela quantidade de leis que eu preciso ler rsrs mas pelo o que você disso acredito que eu não estarei perdendo muita coisa né, então acho que eu ainda posso esperar um certo tempo pra concluir essa maratona cinematográfica…… 😉

      • Maester Alex

        O roteiro do Romero não era muito bom mesmo, tinha varias mudanças, algumas bem bizarras (como Chris índio, Barry negão, Ada cientista do bem, explosão da mansão destrói a cidade junto), por outro lado a batalha final é quase igual ao jogo (com diferença que Ada está no lugar do Barry), incluindo a Rocket Launcher, e ele manteve os chefes do jogo no filme (incluindo a Planta 42).
        Agora, considerando a franquia do Anderson. O primeiro filme dele não segue os jogos, mas fica claro que ele está fazendo uma história com elementos de RE e procurando manter o clima da franquia, mas não adaptando a história do jogo e dos personagens exatamente (tanto que não temos nenhum personagem dos jogos no filme).
        E se consideramos ao que se propõe, o filme de Anderson é muito bom. Já o que Romero propõe (uma adaptação fiel ao primeiro jogo) não ficou tão bom (pelo menos no papel, nunca saberemos como seria na tela).
        Claro que depois Anderson decidiu meter personagens e cenas dos jogos de qualquer maneira, mostrou ser incapaz de fazer um roteiro coerente e começou a exagerar no protagonismo de Alice (algo que eu nem reclamaria, se ele não tivesse decidido colocar Jill e companhia nos filmes apenas como personagens terciários), mas então já era tarde pra Capcom parar. A franquia no cinema já estava dando muito dinheiro e no fim isso que importa pra produtora.

        • Hunk

          Sim, pelo que eu li aqui dos outros comentários deu pra concluir que a versão do Romero até tinha bons motivos pra não ter sido aprovada. Pelo visto ele teve uma abordagem bem diferente do Anderson, mantendo uma inspiração mais forte nos eventos do primeiro jogo, mas com todas as mudanças sem sentido ia ficar muito bizarro. Levando isso em consideração acredito que o primeiro filme do Anderson pode ter acabado de fato sendo a melhor opção, aliás eu sinceramente não vejo nada de errado com este filme, como você disse ele não usa personagens dos jogos ou adapta uma história particular deles, mas usa elementos da franquia e cria uma história inédita bem decente. Só é uma pena que de repente deu a louca no casal e as coisas saíram de controle, porque se continuassem com a qualidade do primeiro filme ao longo de toda a franquia eu não veria problema algum, pelo menos poderia ser uma franquia de filmes que representasse bem os jogos e que não ficasse humilhando os personagens deles.

    • Sokholov

      No roteiro do Romero, o Chris seria um índio que ia guiar a Jill pela mansão, e um dos personagens iria ser infectado ao ter o pé furado por uma raíz, se você ler o roteiro original ia saber que ele não tava batendo muito bem da cabeça aquele dia, rsrs.
      No final das contas so trocram 6 por meia dúzia, Paul Anderson não deixou em nada a dever em matéria de ̶c̶h̶e̶i̶r̶a̶ç̶ã̶o̶ ̶d̶e̶ ̶c̶o̶l̶a̶ kkk.

      • Hunk

        Putz, pelo visto podia estar meio sem noção mesmo, talvez a Capcom não tenha tomado uma decisão errada ao não aceitar o roteiro dele, mas o que impressiona é eles aceitarem o que os filmes do Anderson fizeram. Nem digo o primeiro, até acho que os filmes dele começaram bem, mas no momento que virou Mad Max com zumbis no terceiro filme deveriam ter dado um basta.

        • Sokholov

          Tudo começou quando os filmes passaram a ser plano de fundo de um projeto de casal…
          Bom, não adianta mais chorar pelo leite derramado, vamos ver no que vai dar o tal reboot.

          • Hunk

            Sim, a pior ofensa é essa, a integridade dos filmes como REs ser comprometida pra criar um projeto de casal. Se todos os erros dos filmes fossem devido a falta de competência e à falha em uma tentativa honesta de criar filmes de RE seria bem mais perdoável, mas como tá na cara que depois de um certo ponto RE deixou de ser relevante nos filmes, passando a ser só um mero nome, fica meio complicado de deixar passar. Bem, é como você disse, nem adianta mais reclamar, agora o jeito é torcer pro reboot ficar legal.

      • DJ _X_ leitinho

        Por mais cheiração de cola que o Romero tivesse tido, JAMAIS ele deixaria o Nêmesis tomar porrada de uma “menina super poderosa”.
        Foi ISSO que o Paul Anderson fez. Sua esposa BATE NO NÊMESIS, ELA VENCE O NÊMESIS NA PORRADA, simplesmente um dos Boss mais fuderosos de todos os tempos nos games, que todo gamer se cagava quando ele aparecia em RE3, apanha da Alice.

        IMPERDOÁVEL!

        Além de muitas outras tosquisses dos filmes. Sem pé nem cabeça, encheção de linguiça pra usar efeitos especiais e ganhar bilheteria de fãs de Senhor dos Anéis em Resident Evil.

        _X_

        • Sokholov

          Cara não diga uma absurdidade dessas. Sou fanático por LotR e ODIEI os filmes de RE em live action…

          • DJ _X_ leitinho

            Não tenho nada contra o senhor dos Anéis, mas tambem não eh minha saga preferida. Não quis ofender, apenas quis dizer que muitos dos fãs dos filmes de RE se importam mais com os efeitos do que com o filme em si. Assim como conheço muita gente que diz que gosta de LotR mas não entende NADA da história. Foi isso que eu quis dizer. Infelizmente muita gente, mas muita mesmo não se atenta à história nos filmes, e sim nos efeitos (e no caso de RE na ação tambem, estão pouco se fodendo com a veracidade da história)

            _X_

  • Eva4Ever#ThankYouEva

    Nossa, foi tão derrepente, infelizmente ninguém vive pra sempre.
    Mas pelo menos ele deixou um grande legado pra trás.
    #RipGeorge

    • ratStar

      Disse tudo! O “legal” é que ele conseguiu deixar sua marca e por isso, mesmo morto, se tornou um imortal! Sou extremamente grato por ele ter “começado” com tudo isso! Que ele descanse em paz.

  • Sokholov

    FUN FACT: George A. Romero foi cogitado para produzir os longas em live action, porém, o roteiro que ele esboçou não agradou a produtora e então a bola da vez passou para o Paul W. S. Anderson.
    Mas o mais controverso é que apesar desse detalhe na sua tragetória, o legado deixado por ele ao gênero de filmes de zumbi até então é muito maior do que o deste último 😀

    • Leon Scott Kennedy

      Eu acho isso nem faz muita diferença, pq se o roteiro dele não agradou a produtora é pq deve ter motivo (eu já vi várias vezes oq seria o roteiro dele e realmente parecia q não ia ser bom), pq o fato dele ter feito vários bons filmes de zumbis não significa q tudo q ele faz é perfeito ou bom, e o fato do outro não ter sido tão bem sucedido quanto, não significa q o trabalho dele é inferior, eu acho a série Agentes da Shield muito melhor q The Walking Dead por exemplo, mas TWD faz mais sucesso. E eu não estou defendendo o Paul Anderson, eu apenas não concordo com esse tipo de comparação, até pq, como vc mesmo comentou, mesmo com esse detalhe George Romero deixou seu legado ao gênero de filmes de zumbi

      • Sokholov

        Ah, eu discordo de você mortalmente.
        O legado do P.A para o gênero é simplesmente medíocre para dizer o mínimo.
        E olha que nem de longe sou tampouco fan dos trabalhos do Romero, mas reconheço que seu trabalho pioneiro estabeleceu as bases para o gênero na atualidade já bastam para eternizar seu nome na história.

        • Leon Scott Kennedy

          Acho q vc não entendeu oq eu quis dizer. O Romero pode ter feito vários filmes bons de zumbis, mas isso não significa q ele faria um bom filme de RE, pq RE não é apenas sobre zumbis, RE é bem diferente de qualquer filme ou jogo do gênero q eu conheço, e o fato do P.A. não ser tão bem sucedido não significa q os filmes dele sejam ruins, talvez pq um foi ruim e todo mundo achou q o resto tbm seria, talvez pq ele não era muito famoso então ninguém deu bola, ou pq os filmes q ele faz não sejam de um gênero muito popular, mas mesmo q os filmes dele fossem ruins, talvez ele saberia fazer um filme de RE melhor do q o Romero, mas esse nem é o meu ponto, sobre qual dos dois é melhor ou faria um RE melhor, e sim q o reconhecimento ou fama de certo artista ou arte não significa melhor qualidade.
          Outro exemplo q posso citar, eu particularmente gosto muito mais de Little Mix do q de Spice Girls, pra mim LM seria o melhor exemplo de girlgroup (não sei se escrevi certo) ou artista pop britânico, mas SG tem mais fama e reconhecimento, mas não acho q é por serem melhores, e sim por terem mais tempo de carreira, serem clássicas, pq seus fãs já estão adultos e tem algumas pessoas q acham q gente jovem é tudo modinha, retardado e q não têm gosto, mas eu não acho q SG tenha mais talento q LM (nem o contrário na verdade, acho q isso é questão de gosto), mas como LM são mais jovens, atuais e não tiveram o mesmo tempo pra mostrarem seu talento, eu seria poser por preferir LM, e seria SG q seria citado como exemplo de pop britânico mesmo por pessoas q não conhecem nenhum dos dois.

          • Sokholov

            Não, eu entendi sim. A questão é que eu estava falando especificamente do gênero de zumbis, não abrangi todo o currículo deles na questão, por que para mim, do que eu estava me referindo era só a contribuição deles ao gênero.
            Paul Anderson pelo que me recordo de momento além de fazer uma adaptação “decente” de MK em 95 fez um trabalho legal no filme “predadores” de 2010, mas isso não vem ao caso…
            De resto nem tenho o que falar, a mensagem que eu quis deixar é a que esta no início do tópico.

          • Leon Scott Kennedy

            O meu comentário está sumindo sozinho (e não é a primeira vez), então eu vou dividir ele em dois pra ver se funciona

          • Leon Scott Kennedy

            Eu acho q entendi a mensagem q vc quis deixar, é um fato engraçado né? Mas oq estou tentando explicar é q eu não vejo relevância nesse fato, mas não por causa da comparação do currículo deles, e sim pela comparação por eles terem disputado a produção do mesmo filme, pq eu acho q independente se os filmes de um são bons e os do ouro são ruins oq importa é o roteiro, pq se a produtora não gostou do roteiro do Romero eu acho q estão certos em recusar, não acho q eles deveriam aceitar só por ser o Romero, mesmo não tendo gostado do roteiro, entende? Assim como eu acho q se eles gostaram do roteiro do P.A. eles não deveriam recusar só por ele não ser “alguém”, entende?
            E resumindo os exemplos q citei antes, na minha opinião AdS tem menos fama q TWD porém mais qualidade, assim como LM tem menos “nome” q SG porém mais talento (não sou especialista em nada, é apenas questão de gosto), então eu não acho um absurdo ou idiotice um “alguém” perder pra um “não alguém” se oq foi considerado foi o roteiro, q pra mim é oq importa, e não quem escreveu, entendeu?

          • Leon Scott Kennedy

            E eu não sei se foi intencional ou não, mas esse seu comentário deu a entender q vc está tentando elevar o Romero diminuindo o P.A. e eu acho isso desnecessário, pq se o Romero deixou seu legado ele não precisa ser comparado à ninguém pra mostrar q ele é bom, e eu não acho q pra elevar alguém tenha q rebaixar outro, basta apenas citar seus méritos, pq comentários com esse tipo de comparação é oq eu entendo daquela expressão “hater” q da outra vez q comentei sobre isso vc não gostou, mas é q alguns comentários (não de alguém especificamente ou seus), dão a entender q pra gostar de algo tem q odiar outra coisa, entende? Eu entendo q as pessoas não gostem ou odeiem algo, eu só não entendo esse gosto q algumas pessoas têm (não especificamente vc) de comentar sobre aquilo q odeiam. E eu não estou querendo dizer q vc é hater, eu entendo q vc não goste do P.A. e nem dos filmes de RE dele, mas além de não concordar com esse tipo de comparação (como comentei antes), eu tbm não acho q num post sobre o Romero vc tenha q citar o P.A. (q aparentemente vc não gosta), por um detalhe q na minha opinião é desnecessário, para menosprezá-lo.

          • Sokholov

            Você não consegue perceber a diferença singela entre uma tão obvia exposição de FATOS que foi o que eu fiz, de uma simples conjectura. E ainda me vem com esse pensamento indutivo que já virou epidêmico hoje em dia; “hater, hater isso, hater aquilo”…
            O que exatamente significa essa palavra para você? Qualquer típico de crítica recebe esse adjetivo?
            Que o legado de Romero ao gênero é muito maior que o daquele outro isto é inegável, então fica claro que você só pode ter levado isso para um lado mais pessoal, por ter simpatia e satisfação pelo P.A e seus trabalhos, nada contra, mas nem sei por que estamos tendo esta conversa.

          • Leon Scott Kennedy

            Tudo bem se vc não entende oq eu quis dizer, mas agora vc está distorcendo tudo. Não sei aonde q está claro q eu tenho simpatia e satisfação pelo P.A, pq como eu comentei antes, eu não estou defendendo ele, o problema pra mim foi essa comparação desnecessária, pq num post sobre o Romero vc enfiou o P.A. pra citar um fato q na minha opinião é irrelevante na carreira do Romero (já q é sobre um filme q ele não fez) e q serviu pra diminuir o P.A. (pq vc poderia ter citado algo q Romero fez, já q ele deixou um legado). E eu não confundi exposição de fatos com conjectura, oq eu quis dizer é q seu comentário me pareceu (tbm como já comentei antes, não sei se foi intencional) um comentário hater, ou seja, mesmo q vc não seja um hater (pq eu já comentei antes q não estou dizendo q vc é hater) o seu comentário acabou menosprezando o P.A. Então vc poderia apenas ter me explicado (já q eu tinha comentado q não sabia se era intencional ou não e q não estava dizendo q vc era hater).
            E oq essa palavra significa pra mim não é qualquer tipo de crítica, e sim esse gosto q algumas pessoas têm (não estava me referindo à vc) em odiar, em comentar sobre coisas q não gostam em assuntos onde não tem nada a ver, em odiar por “obrigação”, entende? E como já comentei antes, eu entendo se vc não gosta do P.A. ou dos filmes dele, mas eu não entendi o seu comentário como uma crítica, e sim como um menosprezo, então me desculpe se eu tiver entendido errado. E me desculpe se eu te ofendi, eu não tive a menor intenção em fazer isso, vc sempre foi muito de boa comigo e eu tenho muita consideração por vc.

          • Sokholov

            Eu não sou de longe fans dos trabalhos do Romero, mas sua contribuição ao gênero é inegável e nessa data fatídica achei um momento oportuno para relembrar a importância dele para a nossa cultura. Também não vou mentir que guardo um certo rancor com um certo diretor e produtor já supracitado, principalmente por colocar o zelo e o respeito pela essência da franquia em segundo plano, para então transformar a franquia em um projeto de casal ( e ainda mais pelo cinismo da dupla), logo também não foi muito difícil o Romero manter sua hegemonia como influenciador do gênero.
            Não me ofende o que você acha ou pensa daquilo que digo, só acho pretensão demais quando a tentativa de aplicar certos rótulos (hater, fanboy…) é a de simplesmente ‘anular’ ou invalidar um sentença e/ou uma exposição de fatos, isso que me incomoda as vezes.
            Fora isso não tenho nada a acrescentar, bom já perdemos um bocado de tempo numa discussão atoa, até o próximo post quem sabe, bom fds!

          • Leon Scott Kennedy

            Quando eu disse q poderia ter te ofendido não foi por causa do q penso daquilo q vc diz, e sim justamente por causa do rótulo, e q na verdade a minha intenção não foi te rotular de nada e nem de invalidar a sua exposição de fatos (o seu último comentário tbm tinha me parecido q vc tinha me chamado de fanboy do P.A. disfarçadamente pra distorcer oq eu estava dizendo, mas agora eu não acho mais isso, e eu reconheço q as vezes eu não sei me explicar direito), mas é q as vezes eu fico de saco cheio (e acho q acabei enchendo o seu saco tbm) com certas comparações e tretas q algumas pessoas colocam em tudo (tipo xbox vs ps, cr7 vs Messi, Marvel vs DC), parece q é tudo 8 ou 80, não existe meio termo, tudo tem q ter rivalidade, e eu não concordo com isso, então eu usei essa expressão (hater) pra te explicar pq q essa palavra me veio em mente (mas é apenas oq me parece, e não oq eu realmente acho q é, até pq eu não gosto muito de afirmar as coisas com certeza, por isso eu uso muito “eu acho”), e esse seu comentário agora ficou bem mais claro pra mim, eu sei q o legado deixado pelo Romero ao gênero é maior q o do P.A, eu não tinha questionado isso, mas é q eu achei q o P.A. não tinha nada a ver com o assunto do post, mas agora vc me explicou qual foi sua intenção com seu comentário, e eu entendo o seu ponto de vista, e vc tbm tem o direito de comentar oq quiser e eu não preciso te encher por isso, e oq vc comentou agora sobre o P.A. me pareceu mais com uma crítica do q seu primeiro comentário, e essa é a diferença pra mim, entende? Mas agora acho q te entendi e espero q vc tenha me entendido tbm, e desculpe por ter tomado seu tempo, e bom fds pra vc tbm!

  • Blizza

    Tenho certeza todos os fãs de RE seriam muito mais gratos a ele se a Capcom não decidisse entregar tudo pro Paulo Anderson
    Melhor que os filmes do Paulo ele faria sem nem tentar muito, isso seria certeza

  • Luis Felipe Soares

    Que pena, estou muito triste ;(
    Obrigado por tudo fez. Descanse em paz, jamais esqueceremos de seus filmes.
    Esse comercial do RE2 nunca havia visto. Agora o roteiro que ele havia feito para os filmes eu já tinha lido e realmente não gostei. Acho que ele imaginou a série de outra maneira.

  • Rodrigo Zika!

    Uma pena, que deus o acompanhe.

  • Roberto Júnior

    Gente vocês não estão entendendo, em relação o fato da CAPCOM ter recusado o roteiro do Romero, não foi pq não era fiel ao primeiro jogo, era pq assim: Se o Romero inventou de fazer uma adaptação mais igual, pequenas alterações acabariam por ter muito mais reações negativas, pq se fosse para interferir em tudo aquilo que conhecíamos, para não fazer direito e acabar fazendo cagada com a imagem do jogo, todos vocês reclamariam muito mais do que reclamam hoje. A ideia de fazer um outro universo sem mexer diretamente naquilo que conhecíamos, e só fazer alguns ajustes para sua história independente, acabou funcionando mais, uma grande parte dos fãs dos jogos não gostam dos filmes do Paul Anderson, porém, existe uma pequena parcela de pessoas que jogaram os todos os jogos que acabaram abraçando, além do fato de que os filmes de Paul Anderson atraiu uma enorme parcela de fãs que não conheciam os jogos e que começaram a se interessar pelos games dps de assistir os filmes, e digo por experiência própria, os filmes de Romero despertariam interesse somente nos fãs dos jogos, o que não seria suficiente. Por fim, queria deixar minhas condolências à família de Romero, e desejar que ele descanse em paz, esse gênio que foi uma fortíssima inspiração para essa gigante franquia de jogos e até mesmo dos filmes que hoje conhecemos.

    • Hunk

      Não sou contra a ideia da versão do Anderson ser um universo diferente que não adapta nenhum dos jogos em particular, aliás acho que o primeiro filme foi um ótimo começo pra franquia nos cinemas. Até concordo que desse jeito é menos arriscado, afinal você está certo que se fossem adaptar cada jogo especificamente as mudanças teriam mais peso, mas de uma forma ou de outra esse não é o verdadeiro problema dos filmes do Anderson, o problema é que a história dele não conseguiu se manter coerente por muito tempo. O primeiro filme foi uma nova história bem decente, com elementos e inspiração claras de RE, mesmo não representando nenhum jogo específico, já o segundo filme mudou completamente de ideia e resolveu adaptar o RE3, ao mesmo tempo que prosseguia com seu novo universo que supostamente deveria ser separado dos jogos. Logo aí já dá pra ver que esses filmes não estavam exatamente bem preparados pra lidar com sequências, mas ainda assim, desconsiderando alguns detalhes, acho que o segundo filme foi decente. Aí veio o terceiro filme, onde tudo foi por água abaixo logo no começo, quando resolveram começar um apocalipse zumbi do nada no meio do deserto, aí os elementos de RE já foram descartados mesmo, só sobraram caricaturas dos personagens dos jogos que só serviam pra fazer a Alice parecer mais foda. Daí em diante os filmes de RE acabaram e sobraram apenas filmes da Alice com personagens dos jogos de RE fazendo graça de vez em quando e depois sumindo aos poucos (ou tudo de uma vez em certas ocasiões). Essa foi a verdadeira ofensa dos filmes do Paul Anderson, não adaptar algum jogo em específico está longe de ter sido o grande problema que fez os filmes serem tão infames pros fãs dos jogos.

      • Roberto Júnior

        Olha, compreendo e entendo perfeitamente seu ponto de vista, de fato a narrativa dos filmes acabou ficando um pouco escassa, parecia que Paul Anderson não tinha tantas ideias e resolveu se deixar levar pela preguiça deixando o mundo todo contaminado, olha eu particularmente, gosto de todos os filmes do Paul Anderson, mas eu posso dizer a você, que eu realmente curti muito o 4, sério mesmo, curti tudo nele, até pq, o quarto filme é o filme que os personagens secundários são mais desenvolvidos e a Alice é um pouco deixada de escanteio em certas partes, o que acabou deixando Claire receber um destaque nunca antes (e posteriormente se referindo ao futuro) visto em qualquer personagem, então, o 4 realmente foi uma renovação e talvez uma forma de mudar a forma de como os filmes seriam vistos de lá pra frente. Porém, parece que Paul Anderson cometeu os mesmos erros de filmes passados, e pareceu esquecer completamente de trabalhar melhor os personagens secundários como ele havia feito antes no 4, e nos trouxe o duvidoso quinto filme, que tinha tudo para ser épico, mas além de sumir com a personagem secundária mais bem trabalhada e desenvolvida da franquia, simplesmente jogou Jill, Leon e Ada nas telonas, e voltou a focar somente em Alice. Eu amo a personagem Alice, e vejo nela um carisma forte, mas alguns exageros por parte da personagem, são inegáveis. Então veio o 6, eu gostei muito desse sexto capítulo da saga, apesar de novamente não trabalhsr

        • Sokholov

          Nisto você pode acrescentar ai que, a partir de RE2 onde do dois já tinham uma relação mais íntima, o estrelismo da Milla (que já havia ofuscado a Michelle no primeiro filme…) já ultrapassara todas as escalas, sem falar que, nas palavras do próprio diretor do filme, “todas os filmes eram feitas sem ter em mente uma sequência”, ou seja, todos eram feitos como se fossem o último da franquia que veio cambaleando até o 6° lançamento.
          Eu nem vejo problema na protagonista ser autoria criativa do produtor, como reclamam alguns, o problema é TUDO girar ao redor dela além do fato de ela não só fazer façanhas que deixariam vários super herois da MARVEL no chinelo, como também a inserção medíocre de personagens dos jogos só para fazer fan service.

        • Hunk

          Eu realmente creio que como filmes de RE o começo do 3 acabou com tudo, mas como filme de ação devo admitir que também curti muito o 4, e também fiquei com essas impressões que você teve, que foi o filme menos egocêntrico pro lado da Alice e também o que trouxe os melhores personagens secundários, aliás deu uma certa decepção quando o Luther morreu no quinto filme, ele foi meu personagem secundário preferido. Bem, por um lado até foi bom ele ter morrido ali mesmo, pelo menos de certa forma recebeu uma conclusão, mesmo que precoce, o que já é bem mais do que a maioria dos personagens dos filmes acabaram recebendo. Admito que como filmes de ação tiveram sim vários momentos divertidos, mas o que mais ferra tudo a meu ver, mesmo desconsiderando a falta de relação com os jogos desde o terceiro filme, foi exatamente a falta de coerência entre um filme e outro. Como o Sokholov citou logo abaixo (ou acima, não sei como vai ficar o posicionamento dos comentários), o próprio Paul Anderson disse na cara dura que nunca pensava em uma sequência, fazia cada filme como um projeto standalone, e daí que surge o grande problema. Outras pessoas até já se mostraram bem capazes de lidar com essa falta de planejamento em franquias de longa data, mas o Paul infelizmente não está entre elas. Esse problema não só estragou a conexão entre os filmes, como acabou os prejudicando a nível individual constantemente. O que eu acho que mais se salvou mesmo a nível individual foi o 4, mas quando posteriormente você vê os outros dois filmes e repara que o Chris sumiu do nada (assim como outros personagens secundários relevantes), acaba deixando uma mancha até mesmo no quarto filme, onde a princípio o sumiço do Chris não era um erro, pois ainda não tinha ocorrido. No fim das contas o que mais mata os filmes é isso, essa bola de neve que foi ficando cada vez maior com cada erro de continuidade que foi surgindo de um filme pro outro. Se não fosse por isso os filmes poderiam até não ser bons REs, mas no mínimo poderiam ser recomendados como uma boa franquia de filmes de ação, até porque o Paul Anderson de fato soube fazer cenas bem divertidas de se assistir, isso eu não posso negar. Infelizmente do jeito que ficou é meio difícil de recomendar os filmes de RE como uma franquia, no máximo dá pra recomendar alguns deles, desde que a pessoa vendo não se preocupe com continuidade, caso contrário seria majoritariamente uma experiência bem confusa e decepcionante, embora tenha seus bons momentos. Aliás, concordo com muito do que você disse sobre o quinto filme, embora eu tenha achado um pouco melhor que o sexto, não que tenha muitos méritos a mais, mas simplesmente acho que o sexto decepcionou em alguns pontos que a meu ver não poderia ter decepcionado. Lembro que quando terminei de ver o quinto filme eu pensei “só isso?”, porque me pareceu que aquele filme todo foi apenas uma longa batalha sem nenhum desenvolvimento no meio. Não sei qual foi o tempo de duração, mas devido à falta de acontecimentos relevantes pareceu ser o menor desses filmes, embora talvez por isso ainda possa ter um certo charme, novamente apenas como um filme de ação, não como um filme de RE e nem como um filme com personagens interessantes e bem desenvolvidos, e por esse segundo motivo com certeza perde e muito pro quarto. Agora, o sexto realmente me decepcionou, talvez porque eu estivesse com a expectativa de que seria tão interessante quanto o quarto, afinal eu tava botando muita fé no Dr. Isaacs como um vilão final, o estilo dele até tava me lembrando o Wesker dos jogos, bem mais do que o Wesker dos filmes lembrava, e por mais que ele até não tenha sido um vilão ruim, simplesmente acho que precisava ter sido melhor pra finalizar bem a saga. O Wesker também não fez nenhum favor ao filme, ele foi rebaixado do papel de vilão todo poderoso do quarto filme pra um mero capanga que só matou uns personagens secundários irrelevantes utilizando armadilhas (o que o Isaacs real poderia ter feito por conta própria se fosse acordado mais cedo) e depois perdeu a perna e morreu de sangramento, o que até hoje eu não entendi, como que um ser com alta capacidade regenerativa como ele morre de sangramento assim tão facilmente? Como os outros personagens secundários acabaram sendo tão inúteis quanto o Wesker acabou que realmente o melhor que esse filme teve a oferecer foi a Alice e o Isaacs, e admito que até gostei dos dois nesse filme, mas ainda assim eu esperava mais, especialmente do Isaacs, o que acabou me decepcionando. Talvez até possa reconsiderar e colocar esse um pouco acima do quinto filme se for olhar mais objetivamente, mas como o quinto não me decepcionou tanto, talvez simplesmente por apostar menos que o sexto, acabou que eu o preferi, mesmo com a morte do Luther.

          • Sokholov

            Ufa, acabei de ler, agora sim, poderei deixar o gostei sem leviandade (só não esquece de deixar o alerta do > textão < na próxima hahaha)
            Só gostaria de enfatizar um ponto que você tocou, especialmente sobre o 4° filme o qual assisti em cinema 3D na época a convite de um amigo, realmente é inegável que os efeitos foram bem trabalhados, lembro da cena que mais me marcou no filme quando o "Executioner" (ele é chamado assim NO JOGO…) lança o machado 'na direção do telespectador' cursando uma sensação ainda mais vívida no 3D, aquilo foi demais na época. Visualmente os filmes a partir do 4 foram muito bem trabalhados, e para o público casual que não conheçe a história do jogo e nem mesmo dos filmes isso foi um prato cheio, infelizmente eu faço parte da parcelo que não vive sem uma boa história e toda a satisfação que eu tive com este filme em especifico ficaram reservadas ali em alguns instantes de computação gráfica visualmente atrativas.

          • Hunk

            A cena do Executioner foi bem icônica mesmo, é como você disse, os efeitos do quarto filme em diante foram maravilhosos, é uma pena que nem tudo estivesse no mesmo nível dos efeitos. Só que no quarto filme em particular, como eu mencionei antes, eu até gostei de muitos outros aspectos, o que me faz colocá-lo bem acima dos outros (não do primeiro), mas é uma pena que esses aspectos não duraram nos próximos filmes. Também posso dizer que a minha impressão quando terminei de ver o quarto filme foi bem diferente do quinto e do sexto, nesses dois últimos eu curti sim algumas cenas de ação, e só, não senti que me proporcionaram muito mais do que isso, já o quarto realmente me deixou com vontade de ver como a história continua, mas infelizmente a vontade teve que morrer ali, o que já é culpa dos filmes posteriores, mas como um todo fica aquela mancha que eu mencionei. Acho que se eu rever o quarto filme hoje vai ser difícil ter a mesma emoção da primeira vez sabendo qua o Luther não faz nada no filme seguinte além de morrer e o Chris do Paraguai literalmente desistiu de existir. Aliás, mal pelo textão de antes, mas a essa altura do campeonato acho que a cara do Saga unida ao nome do Hunk já é praticamente garantia de que um texto inacabável aguarda.

      • Fanboy Maldito

        exato. o hóspede maldito é um bom filme, talvez o único que se salve, porque o resto…

  • Bruna Mattos

    Pessoal, o post foi atualizado com o making-of dos comerciais legendado 🙂 Aproveitem.

    • DJ _X_ leitinho

      Vontade de jogar pela milionésima vez RE2 após assistir ao comercial do Romero 😀

      Hoje vou ter que brincar no meu PS2 destravado 😀

      _X_

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