Resident Evil 2 chegou ao mercado em janeiro de 1998 como sucessor do já aclamado sucesso Resident Evil 1. Assim como seu antecessor, ele enfrentou a concorrência de diversos jogos icônicos de sua geração. Basta dizer que no mesmo ano em que RE2 foi lançado, foram lançados também The Legend of Zelda: Ocarina of Time (N64) e Metal Gear Solid (PS1), dois dos maiores jogos da geração e que até hoje são listados entre os melhores jogos da história. Acontece que Resident Evil 2 também foi um dos maiores jogos da sua geração e também é listado como um dos melhores games da história até hoje.

Trazendo gráficos bem melhores do que o primeiro capítulo da franquia, RE2 também apresentou melhorias consideráveis com relação a jogabilidade e movimentação dos personagens e repetiu a fórmula de trazer dois personagens jogáveis (um homem e uma mulher), mas dessa vez, os caminhos percorridos pelos dois eram bastante diferentes e isso possibilitou que o jogador experimentasse até 4 cenários diferentes, algo que fez com que o jogo tivesse vida útil bastante longa. Além disso, RE2 também trouxe pela primeira vez na saga extras jogáveis: os cenários The 4th Survivor, Tofu Survivor e o Extreme Battle (que foi acrescentado na versão Dual Shock do jogo).

Se Resident Evil 1 revolucionou o jeito de se fazer games de terror, Resident Evil 2 consolidou o jeito Shinji Mikami de produzir um jogo, e elevou ainda mais os padrões da franquia, apresentando um jogo que pode ser considerado até mesmo uma obra de arte, um monumento ao perfeccionismo. Por todos esses motivos elogiosos, Resident Evil 2 é até hoje considerado por grande parte dos fãs da franquia como o melhor RE já lançado, apresentando o melhor equilíbrio e harmonia entre terror, ação e tensão, e mesmo após 15 anos de seu lançamento ele continua (na data da publicação dessa análise) entre os 5 jogos mais vendidos da história da Capcom.

A história

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Noite de 29 de setembro, Leon S. Kennedy vai para Raccoon City para o seu primeiro dia como oficial da RPD. Ele percebe que a cidade está calma demais e muito deserta. Ele para seu jipe no meio da estrada ao avistar um corpo e desce para verificar. Enquanto isso, Claire Redfield chega a um restaurante para pedir informações. Ela está na cidade à procura de seu irmão, que não dá notícias há um bom tempo. Em uma lanchonete, Claire se encontra em meio ao terror quando um zumbi a ataca. Ao fugir pela porta dos fundos, dá de cara com Leon, que foi cercado por um grupo de mortos-vivos. Leon dispara contra o zumbi que perseguia Claire e os dois correm por um beco e entram em uma viatura abandonada, mas um zumbi que estava no banco de trás ataca Leon e ele perde o controle, batendo a viatura. Sem tempo de se recuperar, os dois são obrigados a pular do carro antes que ele seja atingido por uma carreta desgovernada. Separados pela explosão, os dois combinam de se encontrar na RPD, local de onde planejariam os próximos passos. Após correrem muitos riscos, eles se encontram na delegacia e eventualmente acabam encontrando com outros sobreviventes que influenciariam em muito os seus rumos, como Ada Wong, Sherry Birkin, Annette Birkin e Brian Irons. Além disso, descobriram o envolvimento da Umbrella na tragédia que se abateu sobre Raccoon, especialmente do brilhante cientista William Birkin, que descobriu um vírus ainda mais poderoso do que o T, e que foi alvo de um atentado por forças da Umbrella, que acabou gerando uma série de eventos com efeito “bola de neve”.

A história de RE2 acrescenta ainda mais profundidade a história de RE1 e mostra que as instalações da Umbrella não se resumiam apenas ao complexo de Arklay e sim a um enorme laboratório sob a cidade de Raccoon. Sua influência chegava aos mais altos escalões do departamento de polícia da cidade. Subornos, traições, emboscadas, espionagem e a história de uma família despedaçada pelo trabalho de uma vida, dão o tom em RE2.

Talvez o ponto mais instigante de RE seja justamente a história trágica da família Birkin, onde um casal de brilhantes cientistas acaba colocando sua única filha em segundo plano para poder seguir com suas pesquisas e descobertas. O G-Vírus, a grande descoberta de William Birkin, foi responsável não só por sua ruína, mas também de toda sua família. Em meio a tudo isso, a inocente mas forte Sherry Birkin é obrigada a se virar praticamente sozinha até encontrar em Claire Redfield a proteção que ela não tinha nem mesmo de sua mãe. Claire passa de uma irmã desesperada em busca de notícias de seu irmão para uma jovem e forte mulher, que faz de tudo que pode para proteger uma jovem garota com quem criou vínculos muito fortes em pouquíssimo tempo.

Por falar em vínculos, em RE2 vemos o nascimento de uma das mais fortes e conturbadas ligações da saga Resident Evil: Leon e Ada. Uma relação que nasceu depois de um encontro no estacionamento da RPD e que se estendeu até a destruição do laboratório da Umbrella. Nesse intervalo, Ada pensou em usar Leon como arma para chegar ao seu objetivo, sempre mentindo e enganando o jovem policial. A espiã no final, não conseguiu guardar o forte sentimento que nasceu em meio a sua missão, algo que quase colocou tudo a perder para ela. Ao forjar sua morte para Leon, Ada não conseguiu tirar o policial da cabeça e salvou-o da morte certa ao lhe ajudar em segredo na batalha contra um Super Tyrant.

De uma forma geral, a história de RE2 é tão instigante quanto a de RE1, mas é justamente no segundo capítulo da franquia que começam a aparecer alguns furos no enredo, motivados por problemas de continuidade. Por exemplo, em RE2 tomamos conhecimento que os sobreviventes do incidente da Mansão de Spencer foram 5: Jill, Chris, Barry, Rebecca e Brad, de acordo com o file Mail to the Chief, correspondência de William Birkin para Brian Irons. Porém, em nenhum dos finais do jogo anterior os 5 saem vivos e juntos da mansão.

Apesar desse escorregão, o enredo do segundo jogo é um dos melhores de toda a franquia. RE2 é muito bem amarrado entre seus cenários, que se completam entre si de forma bastante convincente e convidam o jogador a experimentar o jogo em até 4 possibilidades de história. Isso dá ao título grande vida útil e o torna bastante longo; E isso não significa que ele seja monótono ou cansativo, pelo contrário, as surpresas e todas as reviravoltas que acontecem com os personagens tornam cada novo cenário uma experiência única, cheia de informações importantes para se entender toda a trama por trás do incidente que foi o causador de todo o desastre em Raccoon City.

O desafio

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Ao contrário de RE1, em RE2 a escolha do personagem não significa a escolha da dificuldade. Isso acontece antes de se iniciar o jogo, onde você pode escolher entre dois níveis de dificuldade. Embora hajam diferenças de caminhos, de inimigos e de armas, os dois cenários se equivalem; ou seja: quantidade de munição, de itens de cura e de inimigos com grau de dificuldade elevado são basicamente os mesmos.

Com caminhos diferentes até a delegacia, você pode até imaginar que aquele que faz o caminho mais curto tem vantagem em relação ao outro e com isso a dificuldade acaba sendo menor, mas isso não acontece. O caminho menor percorrido no cenário B, é compensado com maior dificuldade de se conseguir chaves e até mesmo munição logo no início do jogo. Como dito no parágrafo acima, os cenários acabam se equivalendo em dificuldade. Por exemplo: Claire não possui a Shotgun, mas em compensação encontra mais rapidamente a Grenade Launcher e encontra inimigos um pouco mais fáceis até então.

Comparando com RE1, temos um jogo bem mais fácil. Você não terá tantos problemas com falta de munição e itens de cura. O jogo possui algumas vantagens importantes como o fato de os dois personagens possuirem 8 espaços em seu inventário, podendo aumentar isso para até 10 espaços em um dos personagens da metade do jogo em diante. Uma ajuda considerável, principalmente se comparado ao inventário de Chris que possui apenas 6 espaços. Além disso os temíveis Hunters não estão presentes em RE2, para compensar, existem os Lickers e estes são bem menos resistentes que os inimigos de RE1; Embora não possa decapitar o personagem com um único golpe como fazia seu “primo” em RE1, o Licker possui um golpe bastante semelhante, que mesmo com estado “fine”, te deixará imediatamente no “danger”, muito próximo da morte.

A verdade é que quem consegue jogar RE1 com Chris até o final, não tem grandes dificuldades em jogar RE2 com qualquer um dos personagens. É possível até mesmo chegar ao final do segundo capítulo da franquia com munição e itens de cura sobrando, mesmo jogando no nível mais difícil. Na versão Dual Shock do jogo, foi criado um novo nível de dificuldade, o “Arrange“, que traz uma dificuldade ainda menor. Em compensação, na versão de Dreamcast do jogo, temos um modo que representa até hoje um dos grandes desafios da franquia, o Nightmare Mode. Nesse modo, além de haver munição e itens de cura em menor quantidade, o personagem fica em estado de caution/danger com menos ataques e os inimigos são extremamente mais resistentes: os zumbis precisam levar cerca de 20 tiros de handgun para morrer. Pouquíssimos jogadores conseguiram terminar o jogo nesse modo, não só por sua dificuldade, mas por ser exclusivo da versão de Dreamcast do jogo, e esse console não foi dos mais populares de sua geração.

Um dos pontos altos do desafio de RE2 é conseguir liberar os cenários The 4th Survivor e Tofu Survivor. Para liberá-los era preciso terminar o jogo inúmeras vezes na dificuldade Normal, e no caso do Tofu ainda era preciso conseguir rank A em todas as 8 vezes (4 cenário A e 4 cenário B, em sequência). Não bastasse isso, a dificuldade dos dois cenários era bastante elevada. Controlando HUNK em The 4th Survivor, você olha seu inventário e pode até pensar que vai ser fácil chegar ao heliporto da delegacia, afinal o soldado da Umbrella carregava consigo um pequeno arsenal. Mas a quantidade de inimigos encontrada a cada nova porta ultrapassada tornava o cenário bastante difícil. Já no Tofu Survivor, o jogador fazia exatamente o mesmo caminho de HUNK, mas contava apenas com uma faca e três ervas verdes. A única vantagem é que o “queijão” é bem mais resistente aos ataques do que os demais personagens e demora mais para entrar em estado de caution e danger. Mesmo assim, esse é até hoje um dos modos mais difíceis de toda a franquia RE e os dois cenários elevam o desafio proporcionado pelo jogo a um patamar bastante elevado.

A jogabilidade

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Uma evolução. É basicamente isso que pode ser dito a respeito da jogabilidade de RE2. Com movimentação muito mais precisa e respostas muito mais rápidas aos comandos, RE2 mostrou que o que era bom podia ficar ainda melhor, pra não dizer perfeito.

A jogabilidade evoluída de RE1 torna RE2 um título ainda mais próximo da perfeição, principalmente porque alguns dos problemas de seu antecessor eram justamente esse ponto. Agora você não sofrerá mais com zumbis que te agarram a distância, nada mais de “frames de invencibilidade” ou com garras de inimigos que atravessam paredes. Aqui você só pode atacar e ser atacado por um inimigo que está realmente ao seu alcance.

Correr em meio aos corredores também se tornou algo muito menos perigoso, não só por conta do sistema de colisão que foi melhorado e do “personagem tanque” que não marcam mais presença aqui, a movimentação mais fluída dá ao jogador a possibilidade de executar ações tão rápidas quanto o seu pensamento: o reflexo de desviar de um zumbi ou de mudar de direção repentinamente são respondidos com maestria pelo jogo, que irá executar a ação que você quer, no tempo que você quer.

Os gráficos

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RE2 apresenta uma evolução gráfica bastante considerável em relação a RE1. Os polígonos que formam os personagens estão muito mais polidos e os detalhes como cabelo, traços do rosto e detalhes das roupas são bem mais nítidos e bem desenhados.

Os cenários pré-renderizados conseguiram ser ainda mais belos que os de RE1. O nível de detalhe aumentou, bem como a quantidade de elementos nos cenários. Agora ao invés da Mansão de Spencer, temos a RPD como principal cenário e é incrível observar os detalhes como documentos e pastas de arquivos jogadas sobre as mesas, estantes recheadas de livros e objetos, mesas com texturas, salas abarrotadas de cadeiras e mesas bagunçadas, vários objetos de arte espalhados pela RPD, graças ao corrupto Brian Irons. Aliás, a sala de Irons é um espetáculo a parte com diversos animais empalhados, objetos de arte e decoração extremamente realistas e detalhados. Os cenários do laboratório subterrâneo da Umbrella também são outro show, e em um dos locais conta até com fumaça proveniente da temperatura do ambiente extremamente baixa.

As cutscenes também apresentam uma evolução bastante perceptível, além de estarem mais presentes do que no jogo anterior. Dessa vez não contamos com nenhuma cena em Live Action, mas as cenas em CG são muito bem exploradas e são como um prêmio para os momentos mais tensos que o jogador viveu ou irá viver.

Com o sucesso de RE1 a Capcom pode dedicar mais recursos a RE2 e isso fica evidente nesses “pequenos” detalhes, que no fim fizeram toda a diferença e ajudaram RE2 a não sentir tanto o peso dos anos.

O som

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Aqui começou a ser criado um padrão de qualidade que seria mantido em todos os demais jogos numerados da série. Mais uma vez a trilha e os efeitos sonoros são um show a parte; Dessa vez ainda tivemos uma equipe de dublagem bastante superior a de RE1, o que resultou em falas mais naturais e proferidas em tom mais condizente com o que cada momento apresentava.

Os efeitos ficaram ainda mais fantásticos: em locais como por exemplo o hall principal da RPD, é possível perceber o eco dos passos e disparos efetuados pelo personagem. Uma diversidade maior de sons ocasionados pelos passos foram adicionados, dado a uma maior variedade de pisos existente em RE2.

A música do hall principal da RPD virou um ícone na franquia RE. É muito difícil encontrar uma pessoa que tenha jogado RE2 e não identifique de imediato a característica música, bem como a música da sala de save, que provavelmente só e menos icônica que a de RE3.

Todos esses pequenos pontos juntos formam uma grandiosa trilha sonora que é uma das responsáveis e está tão entranhada no clima e no enredo do jogo, que é difícil imaginar como seria aquele lugar ou aquela batalha contra um chefe com outra música.

Conclusão

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Um dos maiores clássicos da história dos games e o melhor Resident Evil já lançado. Nenhuma dessas afirmações é exagero quando estamos falando de Resident Evil 2.

O jogo trouxe um equilíbrio perfeito entre terror e ação; um enredo tão bom quanto o do primeiro jogo mas com algumas pitadas a mais, como a história da família Birkin e os cenários completamente diferentes entre si, dando ao jogador mais possibilidades; cenários extras bastante desafiadores; gráficos, som e jogabilidade praticamente perfeitos em toda sua amplitude e além de tudo apresentou ao mundo, aquele que provavelmente é o personagem mais popular da franquia Resident Evil: Leon S. Kennedy – muitos o amam, outros tantos o odeiam, mas ninguém é indiferente a ele.

Por todas essas características únicas e por ser em resumo um título perfeito, Resident Evil 2 foi o segundo jogo da franquia mais portado para diferentes plataformas (perdendo apenas para RE4) e ostenta até hoje um lugar no Top 5 de jogos mais vendidos da história da Capcom.

Mesmo 15 anos após o seu lançamento, ele ainda é um jogo que instiga os jogadores, tanto os mais novos como os mais experientes, mostrando que a força de um título não vem somente dos gráficos de última geração, mas também de uma harmonia entre todos os seus quesitos, apresentando ao jogador uma experiência fluída, instigante, complexa e acima de tudo completa.

Curiosidades

  • Resident Evil 2 poderia ter sido consideravelmente diferente. Shinji Mikami tinha cerca de 60% do jogo pronto, quando decidiu jogar praticamente tudo no lixo e começar novamente. Chamado de Resident Evil 1.5, esse descarte gerou um beta, o mais famoso de toda a franquia, e que ainda desperta a curiosidade dos fãs.
  • RE2 ganhou dois comerciais para a TV americana, dirigidos por George Romero, confira:

  • Apesar de não estar presente na história do jogo, Chris Redfield aparece como personagem no extra Extreme Battle, que foi adicionado a versão Dual Shock do jogo.
  • No beta RE1.5, Claire Redfield não existia. Em seu lugar a personagem feminina se chamaria Elza Walker. Ela uma motociclista loira, mas usava roupas com os mesmos tons das roupas de Claire.
  • A versão de Game.com do jogo, contava apenas com o cenário A de Leon. O jogo era em preto e branco e apesar das limitações do console apresentava gráficos surpreendentes. No entanto, haviam sérios problemas e o console quase sempre travava antes do jogador conseguir finalizar o jogo.
  • O Tyrant T-103 enviado pela Umbrella para recuperar uma amostra do G-Vírus, foi apelidado pelos fãs de Mr. X e assim ficou conhecido popularmente ao redor do mundo.
  • Claire veste uma jaqueta com a frase “Made in Heaven” (Feita nos céus). Nome de uma música da banda Queen, essa é a primeira de muitas referências a banda que Shinji Mikami faria na série Resident Evil.
  • A versão de Nintendo 64, trouxe os EX-Files, uma série de files extras em relação as demais versões, que adicionam a história alguns detalhes como por exemplo relatórios feitos por Jill Valentine e Chris Redfield sobre o incidente da mansão.
  • A versão de Nintendo 64 também traz a possibilidade de mudar a cor do sangue. Tal recurso foi uma exigência da Nintendo, em vista que o público que possuia o seu console era mais infantil em relação ao PlayStation One.

Ficha Técnica

Título: Resident Evil 2 (Biohazard 2)
Ano de Lançamento: 1998
Plataformas: PlayStation One, PC, Nintendo 64, Dreamcast, GameCube, Game.com, PSP, PS3.
Versões Diferentes: Resident Evil 2: Dual Shock Edition (1998); Resident Evil 2: Game.com (1998), Resident Evil 2: 64 (1999), Resident Evil 2: Dreamcast (2000).

CRÉDITOS
Escrito por: André Ceraldi (Ceraldi)
Revisão: Lucas Duarte (Ricky)
Data de Publicação: 31/01/2013

O texto acima não reflete a opinião do REVIL, e sim do autor da análise.

REVIL Retrô - Resident Evil 2
Imensa evolução em quase todos os aspectos em relação a RE1Grandes personagensAprofundamento na história da UmbrellaA trágica história da família BirkinGrande longevidade graças a seus 4 cenários + 3 modos extrasEquilíbrio no gameplay que torna o mais fluído de todos os jogos da franquiaLevel design de primeiraModos extras absolutamente desafiadores e empolgantes
Demora da Capcom em decidir qual seria a ordem cronológica correta dos cenáriosDificuldade poderia ser um pouco maior nos 4 cenários principais
9.9Pontuação geral
Gráficos10
Som10
Jogabilidade10
Enredo9.5
Diversão10
Votação do leitor 197 Votos
7.2
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