Fundada em março de 1968 por Ozwell Spencer, James Marcus e Edward Ashford, a Umbrella Corporation foi um grande conglomerado farmacêutico com laboratórios e bases espalhadas em quase todos os lugares do mundo, mas com maior concentração na Europa.

Oficialmente, a Umbrella era desenvolvedora de uma vasta gama de produtos farmacêuticos, mas extra-oficialmente o verdadeiro objetivo e foco de trabalho da corporação era o desenvolvimento de armas biológicas e tecnologia relacionada a engenharia genética, e foi justamente isso que deu a Umbrella muita riqueza e influência em praticamente todos os âmbitos do poder, principalmente após passar a ser membro do conselho executivo do Consórcio Farmacêutico Global.

Abrindo o guarda-chuva

De 1960 a 1967

A Umbrella nasceu pelas mãos de dois nobres aristocratas, Lord Ozwell E. Spencer e Lord Edward Ashford, ambos oriundos de famílias ricas e tradicionais. Além deles, o pesquisador James Marcus foi a outra parte do tripé nas descobertas que levaram a fundação da empresa.

Em meados dos anos 1960, Spencer se interessou pelo livro chamado “Pesquisa da História Natural”, escrito por Henry Travis muitos anos antes, que trazia ricas informações sobre a fauna e a flora do continente, bem como sobre as tradições, cultura e folclore dos povos africanos, especialmente da tribo Ndipaya. Spencer ficou interessado na flor “Escada para o Sol”, descrita no livro e nos efeitos que ela causava nos membros da tribo, e compartilhou as informações com seus companheiros, Ashford e Marcus.  Após isso, eles organizaram uma expedição a África Ocidental em setembro de 1966 com o auxílio de Brandon Bailey, e acharam a flor Sonnentreppe no Jardim do Sol.

Após três meses de pesquisas e de constantes ataques da tribo Ndipaya, Spencer, Ashford e Marcus tiveram seus esforços recompensados com a descoberta de um vírus na flor Sonnentreppe, batizado de Progenitor.  O vírus possuia a formidável habilidade de recombinar o DNA de organismos vivos. Alguns meses depois, mais precisamente em 12 de fevereiro de 1967, amostras da Sonnetreppe foram levadas para os EUA para a produção do vírus Progenitor em massa. Entretanto, a tentativa de produção falha, pois a Sonnentreppe cultivada em solo americano não apresentava o Progenitor em sua composição, como puderam observar James Marcus e Brandon Bailey. O próximo passo foi a condução de diversos experimentos como alteração na água, temperatura, solo e exposição a luz, visando encontrar uma alternativa para produzir com sucesso a Sonnentreppe fora de seu habitat natural, no entanto todas as tentativas se mostraram ineficazes.

Em março daquele ano, em uma conversa com Marcus e Bailey, Spencer mostra interesse em abrir uma empresa. Marcus, por sua vez, pareceu não se importar, sempre deixando bem claro que pra ele o importante era poder continuar com as pesquisas do Progenitor. No fim daquele ano, no mês de novembro, a construção da mansão de Spencer na região de Arklay é concluída. Além da mansão, havia um laboratório secreto no local, e lá Spencer mantinha dois tipos de amostras do vírus Progenitor que ele havia guardado consigo desde a sua descoberta. Já visando fazer experimentos com as duas variáveis do vírus, Spencer convida George Trevor  (o arquiteto da mansão), Jessica (esposa) e Lisa (filha de Trevor) para passar uns dias na mansão, como forma de agradecimento. Jessica e Lisa chegam ao local antes de George, e logo são infectadas com o tipo A e o tipo B, respectivamente. O tipo A do vírus acaba por matar Jessica, mas Lisa, infectada com o tipo B, permanece viva apesar das mutações que começam a ocorrer em seu corpo. George Trevor chega ao local três dias depois e é aprisionado e descobre a verdade sobre sua família, e mesmo conhecendo o local que fora projetado por ele, acaba morrendo antes de conseguir escapar de lá. Lisa é mantida no laboratório e sendo submetida aos mais diferentes experimentos.

Enquanto isso, Edward Ashford deixou a equipe e partiu para conduzir seus próprios experimentos com o Progenitor ao lado de seu filho, Alexander Ashford.

Fundação e os primeiros ”incidentes”

De 1968 a 1971

Em março de 1968, Spencer, Marcus e Edward Ashford fundam a empresa farmacêutica Umbrela. A ideia era usar as atividades da empresa para mascarar o programa de armas biológicas.

Ainda com problemas com relação ao cultivo da Sonnentreppe e a produção do Progenitor, Marcus e Brandon Bailey partem rumo a África em abril daquele ano. Como na passagem anterior pelo local os pesquisadores já haviam enfrentado problemas com a tribo Ndipaya, eles acatam a sugestão de Spencer e levam consigo um grupo de soldados, a fim de expulsar ou eliminar a tribo Ndipaya, deixando assim o caminho livre para o Jardim do Sol, permitindo que os estudos com a Sonnentreppe e o Progenitor pudessem ocorrer de forma mais tranquila.

Enquanto Marcus e Bailey estavam na África conduzindo estudos e experimentos, Edward Ashford conduzia seus próprios estudos. Em julho de 1968, ele estranhamente morre ao contrair de forma acidental o vírus Progenitor em seu laboratório.

Em agosto, a Umbrella finalmente conseguiu expulsar a tribo Ndipaya de seu local de origem, tomando assim o controle do local onde o vírus Progenitor fora descoberto. A tomada do local também acabou permitindo que a construção do complexo de pesquisas da Umbrella fosse finalmente iniciada. Em paralelo, a construção do Centro de Treinamento da Umbrella é finalizada nas Montanhas Arklay. Com isso, Spencer oferece a Marcus o cargo de diretor do complexo, cargo este que foi prontamente aceito. O objetivo do centro era formar e treinar uma geração de funcionários modelo que se adequassem exatamente às necessidades da corporação, garantindo assim, a presença de profissionais competentes para servir a Umbrella no futuro.

Brandon Bailey começa a enviar amostras do Progenitor para Marcus diretamente da África. Com o novo cargo, Marcus fixa-se em Raccoon City, onde tem mais recursos e condições de conduzir os experimentos com o Progenitor, evitando os constantes conflitos com a Tribo.

Com todos os problemas existentes na pesquisa do Progenitor, o primeiro desentendimento entre Spencer e Marcus surge. O aristocrata afirma que enxerga as pesquisas com o vírus um desperdício de dinheiro, mas Marcus continua a acreditar em seu potencial.

O projeto CODE: Veronica

1969

Em fevereiro de 1969, Alexander Ashford, que sucedera Edward como patriarca da família, começa a construção de uma base da Umbrella na Antártida, a fim de usá-la para o desenvolvimento do projeto CODE: Veronica. O complexo foi finalizado em novembro deste mesmo ano.

Em junho, o Complexo de Pesquisas da Umbrella na África é finalmente terminado, e o lugar é mantido em sigilo absoluto bem como as pesquisas com o Progenitor, que é conhecida apenas por pouquíssimos funcionários.

Depois de muitos experimentos, em 1971 Alexander Ashford finalmente obtém sucesso em seu projeto, com o nascimento dos gêmeos Alfred e Alexia Ashford.  Assim, o projeto CODE: Veronica se mostra um sucesso, uma vez que Alexander descobriu os genes que controlam a inteligência humana. Utilizando os genes do corpo mumificado de Veronica Ashford  (uma ancestral da familia, reconhecida através dos tempos por sua beleza e inteligência), e implantando estes genes em um óvulo gerado por uma mãe de aluguel, Alexander buscava gerar um novo gênio, que trouxesse de volta a glória da família Ashford. O experimento acabou gerando gêmeos, mas Alexia foi considerada o grande sucesso deste projeto, pois apresentava as características necessárias para se tornar uma das mais brilhantes mentes, enquanto Alfred nascera apenas com inteligência um pouco acima da média.

A era das grandes criações

De 1977 a 1983

1977 foi um ano de suma importância para a Umbrella, a começar pela entrada de dois jovens promissores para o Centro de Treinamento, Albert Wesker e William Birkin. Os dois chegaram como potencias chefes de pesquisa, e o futuro reservava a eles papéis importantíssimos na corporação. O fato, inclusive, é comprovado pelo fato de James Marcus defender os dois jovens perante outros funcionários, dizendo que via dois jovens com enorme potencial.

O T-Vírus

Em 19 de setembro de 1977, Marcus finalmente descobriu um método para a criação de um novo tipo de vírus que poderia ser usado como arma biológica. Combinando o vírus Progenitor com o DNA de sanguessugas, Marcus obteve o Tyrant Vírus, ou apenas T-Vírus. Apesar da descoberta, Marcus preferiu manter o resultado de suas pesquisas em sigilo.

No fim daquele ano, observando as personalidades distintas e a alta competitividade de Wesker e Birkin, Marcus volta suas atenções para algo além de suas pesquisas, e dá ordens diretas para que seu assistente direto incentive a rivalidade entre os dois jovens promissores. Em paralelo, Marcus alega que seus experimentos não vão avançar enquanto tiver a disposição apenas roedores como cobaias, e anseia por humanos para poder testar mais a fundo o fruto de seu trabalho. Nesse período, Marcus começou a ficar seriamente obcecado por seu trabalho, e começa a imaginar que alguém possa suspeitar de seus experimentos. Ainda com a idéia fixa de usar seres humanos como cobaias, ele decide que todos que se aproximarem demais de seus experimentos poderão ser usados como cobaias.

Após mais uma série de testes e experimentos, em 13 de  janeiro de 1968, Marcus finalmente aperfeiçoa o T-Vírus, graças ao uso das sanguessugas aliadas ao Progenitor. Agora com o novo vírus aperfeiçoado e pronto para entrar em ação, Marcus começou a produção das primeiras B.O.W.s, e traçou um plano para se tornar mais forte que Spencer e tomar a sua posição a frente da Umbrella. No mesmo dia, ele enviou um telegrama a Bailey na África, afirmando que o T-Vírus é um sucesso. Poucos dias depois, os dispositivos que Marcus usava para proteger sua pesquisa foram destruídos, e ele passa a desconfiar fortemente que o fato tem ligação com Spencer que estaria atrás do T-Vírus.

Durante os meses seguintes, Marcus administra o T-Vírus em sanguessugas, o que induz uma mudança de comportamento nas criaturas, que inclusive passam a apresentar um padrão de comportamento coletivo, chegando inclusive a abandonar por completo o comportamento individual, e se locomovendo e se alimentando em grupo como se fossem apenas um organismo.

Ainda preocupado com um possível roubo de sua criação, Marcus nota que algumas coisas mudaram na entrada de seu laboratório, e cogita pedir auxílio a Wesker e Birkin, os dois jovens são os únicos em quem o cientista confia, mas Marcus acaba por não tomar atitude alguma. Por outro lado, Spencer nota que Marcus confia nos dois jovens e que estes estariam dispostos a qualquer coisa para crescer dentro da empresa. Com o auxílio deles, é iniciada uma outra linha de pesquisa envolvendo o T-vírus. Spencer, então, ordena que o Centro de Treinamento seja fechado, e transfere Wesker e Birkin para o Laboratório de Arklay, e lá os dois foram nomeados como pesquisadores chefes da pesquisa do T-Vírus, deixando Marcus abandonado e sozinho no Centro de Treinamento. Apesar disso, ele continuou com seus próprios experimentos no local. Agora, o projeto do T-vírus ganha um novo objetivo: de produzir uma arma biológica. Inicialmente, Birkin demonstra interesse por combinar o vírus Ebola com o T-Vírus para fortalecê-lo.

A criação do T-Veronica

Na base da Antártida, em 1980, pesquisadores conseguem pela primeira vez cultivar a Sonnentreppe fora de seu habitat natural, criando um ambiente artificial que fazia com que a flor mantivesse a sua característica mais notável: o vírus Progenitor. No ano seguinte, Alexia Ashford gradua-se em uma universidade de prestígio com apenas 10 anos de idade, e após isso foi-lhe oferecido um cargo de pesquisadora chefe da Umbrella na Antártida. Birkin ficou sabendo do fato e começou a sentir um forte sentimento de competição com Alexia, já que, antes dela, ele havia sido o mais jovem chefe de pesquisas, com apenas 16 anos. O fato de ter sido superado por Alexia fez com que Birkin se tornasse ainda mais obcecado pelo desenvolvimento do T-vírus.

Conduzindo suas pesquisas na base da Antártida, Alexia criou o vírus T-Verônica, combinando o vírus Progenitor com o DNA de formiga rainha. Em paralelo, no laboratório de Arklay, Wesker e Birkin conseguem manipular o T-Vírus, criando o primeiro zumbi, mas, como a taxa de infecção do T-Vírus não era de 100%, Birkin passou a pesquisar uma forma de induzir mutações em cobaias, gerando uma arma biológica viva que fosse capaz de exterminar aqueles que sobrevivessem à infecção viral. Essa B.O.W. na qual Birkin inicialmente trabalhava, era chamada de Hunter.

Na base da Antártida, os segredos da família Ashford começam a vir à tona em Janeiro de 1983, quando Alfred descobre uma passagem secreta que leva a um local onde esses segredos são guardados. Pouco tempo depois, Alfred e Alexia descobrem que são frutos de uma experiência com manipulação genética feita por Alexander. Revoltados com isso e considerando Alexander o culpado pela decadência da família Ashford, os gêmeos planejam se vingar de seu pai, e em março daquele ano, Alexia infecta Alexander com o T-Verônica. Pouco mais de um mês depois, Alexander sofre mutações e seu organismo se mostra incapaz de viver em harmonia com o vírus, transformando-se em um monstro conhecido como Nosferatu. Alfred e Alexia aprisionam o monstro em um local escondido na base da Antártida, e após o seu desaparecimento, Alfred se declara o sucessor da dinastia Ashford, substituindo seu pai como patriarca da família. Alexia, alertada pelos efeitos do T-Verônica no corpo de seu pai, chega a uma nova conclusão sobre o vírus e passa a trabalhar para aprimorá-lo, visando realizar experimentos com seu próprio corpo. Em dezembro daquele ano, Alexia consegue manipular de forma satisfatória o T-Verônica, infecta-se com ele e se submete a um sono criogênico de 15 anos, com o objetivo de induzir uma espécie de simbiose com o vírus. Com início do sono criogênico, Alexia é declarada como morta após um acidente de laboratório, enquanto se transforma em segredo. Quando a notícia de que a menina não figura mais entre os pesquisadores da Umbrella, Birkin volta a um ritmo saudável e produtivo de trabalho em Arklay.

Consolidação e expansão nos negócios

De 1984 a 1996

Na década que se seguiu, a Umbrella começou a se estabelecer como empresa global, tornando-se a maior fornecedora de produtos farmacêuticos do mundo e estando presente em praticamente todos os lares do mundo. Dessa forma, a Umbrella pôde estender seus negócios para outras áreas, como a de cosméticos, produtos alimentícios e até mesmo produtos químicos, e justamente por conta dessa sua crescente no mercado, as suas atividades escusas também iam de vento em popa, recebendo cada vez mais recursos para pesquisas, testes e experimentos. Em 1984, a filial japonesa da Umbrella foi fundada e importava drogas somente dos EUA, redistribuindo-as por todo o país. Mais tarde, em 1987, um laboratório da Umbrella é construído no Japão.

O assassinato de James Marcus

Algumas coisas ainda precisavam ser resolvidas. Por uma década, James Marcus trabalhou sozinho tentando desenvolver suas próprias B.O.W.s. Enquanto o projeto com o T-Vírus era tocado no Laboratório de Arklay por Wesker e Birkin, Spencer decidiu que era hora de eliminar Marcus de seu caminho de uma vez por todas. Sendo assim, em 1988, Wesker e Birkin comandaram o assassinato de Marcus a mando de Spencer. Juntamente com um grupo de soldados, eles invadiram o laboratório de Marcus, ferindo-o mortalmente. Nesse momento, ainda vivo e agonizante, Marcus viu Wesker e Birkin aproximarem-se dele e dizerem que agora eles iriam colher os frutos de seu trabalho. O corpo do cientista foi deixado no Centro de Tratamento de Água, e lá a Queen Leech achou os restos mortais de seu criador. Usando o DNA dos restos mortais, a criatura fundiu-se a ele. Os experimentos de Marcus foram analisados por uma equipe de pesquisas que considerou dar continuidade a alguns de seus experimentos, como Plague Crawler, o Lurker e o Eliminator. No entanto, algum tempo depois, todos foram descartados devido a falhas, e foi dada a ordem para que todas as amostras fossem destruídas.

A falha no projeto Tyrant, Nemesis e a descoberta do G-vírus

Logo após o assassinato de Marcus, foi iniciado o projeto Tyrant sob o comando de Wesker e Birkin, que conseguiram produzir uma B.O.W. com inteligência suficiente para cumprir ordens, mas devido à dificuldade em achar seres humanos que se adaptassem ao vírus, Birkin decidiu que necessitava de mais pesquisas para produzir uma variável do T-Vírus que fosse menos nociva ao hospedeiro.

Enquanto isso, em uma tentativa de encontrar melhores métodos para aumentar a inteligência das B.O.W.s, o laboratório da Umbrella na França inicia o Projeto Nemesis, que inclui o uso de parasitas geneticamente modificados. Com o apoio de Spencer, Wesker consegue uma amostra do parasita NE-Alfa, que é entregue em Arklay. De posse do parasita e na tentativa de contornar as altas taxas de mortalidade das cobaias infectadas com o NE-Alfa, Wesker e Birkin infectam Lisa Trevor com o agente. Ela, que havia sobrevivido a mais de 20 anos de experimentações virais, não só sobrevive ao NE-Alfa, como também o domina, fazendo com que seu organismo o absorvesse por completo. Observando e estudando os efeitos do parasita no organismo de Lisa Trevor, Birkin descobre um novo vírus, o G-Vírus.

Projeto Tyrant volta a ativa

Em 1991, a Umbrella ganhou um apoio inusitado. Com o colapso da União Soviética, muitos soldados ficaram sem trabalho, e um deles, Sergei Vladimir, se ofereceu à Umbrella. O ex-soldado foi logo foi admitido, ficando responsável pela criação do Umbrella Biohazard Countermeasure Service, a U.B.C.S. Durante anos, ex-soldados, mercenários e criminosos de guerra se juntaram ao grupo comandado por Sergei. Também foi descoberto que Sergei possuia um DNA compatível com o projeto Tyrant. Foram então criados 10 clones de Sergei e entregues a Umbrella. Dessa forma, Sergei se tornou muito mais do que o comandante de um grupo de Mercenários, e passou a ser o braço direito de Spencer na Umbrella. Dessa forma, o projeto Tyrant voltou à ativa, tendo novamente a frente Wesker e Birkin, que criaram um protótipo falho, denominado T-001, mas logo em seguida chegaram a um resultado satisfatório, batizado de T-002.

Raccoon City nas mãos da Umbrella

A Umbrella tornara-se muito maior do que a própria cidade de Raccoon City. Suas atividades legais faziam com que a empresa estivesse em quase todos os lares da cidade, e suas atividades secretas, como a produção do G-Vírus, que fora aprovada por Spencer em 1991, impulsionaram a construção de um laboratório subterrâneo em Raccoon City. Wesker, que começava a desconfiar das reais intenções de Spencer, pediu transferência para o Departamento de Inteligência da Umbrella a fim de investigar mais a fundo as reais intenções do dono da corporação.

Em 1992, a Umbrella solidificou ainda mais sua influência na cidade e sua imagem perante a opinião pública, contribuindo com fundos para a reforma da Prefeitura e do Hospital Geral de Raccoon. A empresa contribuiu ativamente para a melhoria de diversos serviços públicos em Raccoon, e isso deu à empresa ainda mais influência política na cidade. Com a Umbrella crescendo cada vez mais, em 1993, 3 de cada 10 habitantes da cidade trabalhavam pra corporação, direta ou indiretamente.

Em 1992, William Birkin é transferido para o laboratório subterrâneo de Raccoon, a fim de dar continuidade as suas pesquisas com o G-Vírus. A fim manter suas atividades ilegais em segredo, a Umbrella começa a subornar o chefe do R.P.D., Brian Irons, para que ele pudesse impedir que qualquer investigação sobre a empresa avançasse. Irons também começa a ter reuniões frequentes e secretas com William Birkin e sua esposa, Annette.

Acontecimentos importantes ao redor do mundo

Enquanto isso, Alfred Ashford se graduou em uma universidade na Inglaterra, e foi nomeado como diretor da Base da Umbrella na Antártida. Ao mesmo tempo, a Umbrella comprou a Ilha Rockfort, e destruiu uma pequena vila que ali havia. Alfred mandou construir uma mansão e uma prisão no local. Em 1994, foi construído também um Centro de Treinamento Militar na ilha Rockfort, no local seriam treinados esquadrões anti-B.O.W.s. Dentre todos, HUNK foi o mais formidável soldado treinado no local.

Longe dali, na África, Sheva Alomar perde os pais em um incidente ocorrido em uma fábrica da Umbrella em 1994. O local era base de criação de algumas B.O.W.s. Obviamente, a Umbrella tomou atitudes para esconder o ocorrido, e com a ajuda do exército local, destruiu a fábrica e junto a cidade onde Sheva vivia, e após morar um curto período de tempo com um tio, ela se une a uma guerrilha local.

Umbrella por trás da criação dos S.T.A.R.S.

Em 1996, é criado o S.T.A.R.S., um grupo de elite da polícia de Raccoon, especializado em resgates. Com duas unidades distintas, a equipe Alfa e a equipe Bravo, os S.T.A.R.S. nascem sob poder da Umbrella, uma vez que foi a corporação que custeou boa parte dos investimentos necessários para a criação de um esquadrão de elite. O objetivo da Umbrella era ter, dentro da polícia, um esquadrão que estivesse indiretamente agindo sob sua batuta, e para isso, escolheu Albert Wesker, que deixou a linha de frente das pesquisas virais para se infiltrar na força policial, assumindo o posto estratégico de capitão da equipe Alfa dos S.T.A.R.S. Nessa posição, Wesker teria acesso a todos os passos do RPD, podendo inclusive mudar os rumos de algumas investigações, varrendo a poeira para de baixo do tapete quando fosse necessário.

T+G Vírus

Em 26 de setembro de 1996, no laboratório de Paris da Umbrella, iniciam-se experimentações com um novo vírus: o T+G, fundindo em nível genético os anticorpos do T-Vírus ao G-Vírus, o que criaria uma corrente elétrica em volta do hospedeiro, fazendo com que ele fosse praticamente imune a ataques físicos.

As primeiras falhas

Entre Outubro de 1997 e Julho de 1998

Apesar de ser uma empresa extremamente competente no desenvolvimento de novas tecnologias biológicas, a Umbrella se mostrou um tanto quanto descuidada em encobrir alguns de seus rastros, e negligente com alguns pontos básicos para manter a sua fachada longe da sujeira. No fim de outubro de 1997, Alyssa Ashcroft, uma repórter de Raccoon, fez uma matéria falando sobre um cadáver encontrado as margens do rio Aimes, na região das montanhas de Arklay, e apesar de a polícia afirmar que se tratava de um homicídio, Alyssa afirma que naquela região eram despejados detritos farmacêuticos, e que isso poderia ter alguma ligação com o incidente. A Umbrella não se pronunciou oficialmente sobre o fato, e apesar de este ser um evento suficientemente grave para despertar a atenção e fazer com que a empresa aumentasse os cuidados tomados com o descarte de resíduos, alguns meses depois, em junho de 1997, um funcionário da Umbrella relata o descuido da Unidade de Eliminação de Detritos da empresa, e que por conta disso várias armas biológicas escaparam e inclusive contaminaram o local e os funcionários que ali estavam. Mais uma vez, nenhuma atitude mais pró-ativa foi tomada pela empresa, que se preocupou mais em encobrir o incidente do que em prevenir que isso ocorresse novamente.

Em maio de 1998, a Queen Leech, criada a partir da fusão de sanguessugas infectadas pelo T-Virus com os restos mortais de James Marcus,  libera o T-Vírus no Centro de Treinamento e na floresta de Raccoon, e isso deu início a uma série de eventos causados por esta contaminação. Por conta da proximidade do local com o Sistema de Águas da Cidade, este acabou por ser um dos principais focos de contaminação da cidade, já que a água contaminada chegaria ao lar de todos os habitantes da cidade.

A contaminação da área ao redor do complexo de Arklay continuava sem que a Umbrella tomasse os devidos cuidados, e por conta disso, em abril de 1998, um grupo de ambientalistas encontrou altos níveis de toxinas no Sistema de Águas que abastece Raccoon, bem como no rio Marble, que era a principal fonte para o sistema municipal. No dia 5 mês seguinte, o caseiro da mansão de Spencer em Arklay relata que houve um acidente no laboratório e que todos os funcionários foram orientados a usar roupas de proteção, e embora alguns dias depois o médico tenha permitido que os funcionários retirassem a roupa protetora, os sintomas continuavam, e algum tempo mais tarde fariam o caseiro começar a apresentar sinais de insanidade, fazendo com que ele inclusive matasse um de seus colegas de trabalho. Antes de ficar completamente insano, o caseiro observou que os cachorros não estavam mais no canil.

A Dead Factory, que era responsável pela administração dos detritos gerados pela Umbrella, desenvolve um sistema para decompor as células das cobaias descartadas com o uso de um gás. A medida fora tomada para que o local pudesse dar conta da enorme quantidade de material a ser processado que estava recebendo. No entanto, em junho, a Dead Factory simplesmente não conseguia mais comportar o processamento desses resíduos. Nesse período, o corpo de uma jovem foi encontrado as margens do rio Marble, totalmente multilado. A polícia, entretanto, concluiu que o incidente tratava-se de um simples ataque de animais selvagens.

Em 3 de julho, as coisas começam a se tornar realmente problemáticas com o vazamento do T-Vírus no complexo de Arklay. Martin Crackhorn, um pesquisador do local, envia uma carta a sua mulher, despedindo-se dela e dizendo que um homem que nunca tirava seus óculos escuros impedia que os funcionários do local saíssem ou tivessem qualquer tipo de contato com o mundo exterior. Menos de uma semana depois disso, no dia 8, John, que também era um pesquisador do complexo, envia uma carta a sua namorada Ada Wong dizendo que está infectado pelo T-Vírus e pedindo que ela revelasse toda a verdade para o mundo. John, porém, não sabia que Ada era uma espiã que trabalhava em uma empresa rival à Umbrella e que o usou para conseguir informações sobre o T-Vírus e acesso aos laboratórios.

Mais e mais pessoas começam a fazer relatos de monstros selvagens que andavam pela região das Montanhas de Arklay, e no dia 16 de junho, a polícia interditou o acesso ao local para proceder com maiores investigações. Os S.T.A.R.S. são encarregados de descobrir o que está acontecendo naquela região. Pouco mais de um mês depois, começam a surgir muitos relatos de assassinatos brutais ocorridos no subúrbio de Raccoon, com matérias sobre isso sendo exibidas nos jornais locais.

Pensando em trazer de volta à ativa uma importante instalação, a Umbrella ordena que Birkin e Wesker liderem um Projeto de Recuperação no Centro de Treinamento, que havia ficado abandonado desde a morte de Marcus dez anos atrás. A primeira equipe chega ao local e relata a presença de várias substâncias químicas que era usadas por Marcus. Além disso, também dão de cara com um local infestado pelas BOWs criadas por Marcus a partir de pesquisas secretas realizadas com o Progenitor. Observando aquela situação, a equipe chega a conclusão de que o incidente biológico responsável por aquelas BOWs também era responsável pela contaminação da região de Arklay.  A equipe, porém, acaba dizimada pelos monstros.

O dia “X” e o fator S.T.A.R.S.

O dia 22 de julho marcou um dia extremamente importante na história da Umbrella: a ordem dada a Albert Wesker para que conduzisse os S.T.A.R.S. até a mansão para que fossem coletados dados de batalha gerados a partir do confronto com os membros do esquadrão de elite contra as B.O.W.s presentes no local. O dia ficou conhecido como dia “X” e, após coletar os dados, Wesker deveria destruir o laboratório fazendo com que parecesse um acidente. No mesmo dia, Spencer ordena que Sergei Vladmir vá ao laboratório de Arklay para recuperar o protótipo do T-A.L.O.S., antes que Wesker destruísse o local. Essa era uma alternativa para reerguer a Umbrella, caso os demais planos falhassem.

No dia 23 de julho, a Queen Leech atacou o Ecliptic Express, matando todos que estavam a bordo e, posteriormente, matando também uma equipe que havia sido enviada pela Umbrella para investigar os acontecimentos. A equipe Bravo dos S.T.A.R.S. é enviada para investigar os misteriosos assassinatos na região de Arklay, e após uma falha no helicóptero, o grupo acaba se dispersando; Rebecca Chambers, a mais jovem recruta dos S.T.A.R.S., chega ao Ecliptic Express e encontra com o prisioneiro Billy Coen. Apesar da desconfiança inicial, Rebecca acaba aceitando a ajuda de Billy para descobrir o que havia acontecido ali e poder sair do local com vida. A dupla acaba chegando ao Centro de Treinamento da Umbrella, e é acompanhada a distância por Wesker e Birkin, que observaram o avanço de Rebecca e Billy pelas câmeras de segurança e obtiveram dados de combate das armas biológicas que estavam no complexo, entre elas o Tyrant. Wesker aproveita essa coleta de dados e migra para uma empresa rival, dizendo a Birkin que era hora de abandonar a Umbrella, que começava a afundar. Birkin, por sua vez, não acompanha Wesker, e ativa o sistema de auto-destruição do Centro de Treinamento numa tentativa de evitar que o T-Vírus se espalhasse mais ainda pelo complexo de Arklay.

Após mais de 24 horas sem notícias da equipe Bravo, a equipe Alpha dos S.T.A.R.S. é enviada até Arklay, supostamente para investigar o sumiço de seus companheiros, mas na verdade eles estavam sendo conduzidos por Wesker até a mansão de Spencer, para testar as B.O.W.s produzidas pela Umbrella. Uma vez no local, Chris Redfield acaba encontrando Rebecca dentro da mansão, e eles passam a agir em conjunto, da mesma forma que Jill Valentine e Barry Burton. Porém, Barry estava trabalhando ao lado de Wesker, que o havia chantageado ameaçando sua família para que ele o ajudasse a conduzir os S.T.A.R.S. até os laboratórios.  Enquanto isso, Wesker monitorava as ações dos S.T.A.R.S., coletando os dados de combate gerados do confronto do esquadrão com as B.O.W.s que estavam no local.

Nos dormitórios, Jill acaba descobrindo que o T-Vírus foi, de alguma forma, liberado no local, e que é ele que transformou as pessoas em zumbis. Já nos laboratórios, os S.T.A.R.S. avançam em direção à verdade e a traição de Wesker, que coloca seu verdadeiro plano em prática, injetando-se com um vírus experimental criado por Birkin. Após chegarem a sala do Tyrant, Wesker conta aos S.T.A.R.S. sobre o desenvolvimento das B.O.W.s e que eles estavam ali para servir de cobaias. O vilão libera o Tyrant T-002, e é atacado mortalmente pela criatura como planejara. O monstro volta-se para os S.T.A.R.S, mas é derrotado, arruinando parte dos planos de Wesker.

Após ser atacado e morto pelo Tyrant, o vírus experimental de Birkin tem o efeito desejado e traz Wesker de volta à vida, e com poderes sobrehumanos. Wesker parte em busca do UMF-013, para coletar os dados de combate e usá-los em pról da companhia para a qual ele estava trabalhando. Porém, Sergei Vladimir havia bloqueado o acesso de Wesker ao computador. Dessa forma, Wesker acaba saindo do local sem seus preciosos dados, e antes que a mansão e todo complexo explodisse, ele escapa. Agora que era considerado morto, Wesker poderia agir nas sombras.

Após o incidente da mansão, os S.T.A.R.S. remanescentes não conseguem fazer com que o R.P.D. investigue os acontecimentos. Como não conseguiram provas do ocorrido, as investigações não são levadas adiante, tudo sob a influência de Brian Irons, o chefe do departamento de polícia que foi pago pessoalmente por William Birkin para cortar toda e qualquer investigação que fosse iniciada pelos S.T.A.R.S.

A Dead Factory entra em estado crítico, e agora os funcionários do local foram infectados pelos detritos não processados, que inclusive começam a infectar os rios que abastecem o sistema de águas da cidade.

De posse dos dados contidos no UMF-013, a Umbrella pode observar uma série de melhorias a serem feitas em suas criações. A produção em massa de Tyrants fora inciada na Ilha Sheena – um investimento biolinário da Umbrella, feito exclusivamente visando a produção dos Tyrant. A produção da variante T-103 da B.O.W. dava-se através da extração da beta hétero asertonina realizada a partir do cérebro de cobaias humanas ainda vivas. Também havia o objetivo de descobrir alguma forma de fazer com a criatura fosse mais controlável, uma vez que, na mansão, o Tyrant se mostrou fora de controle ao atacar Wesker. Sabendo disso, o laboratório francês da Umbrella decide testar a aplicação do parasita NE-Alfa em um Tyrant. Dessa forma nasce o Nemesis T-Type, um Tyrant altamente inteligente, capaz de perseguir alvos específicos, de portar armas e de seguir ordens diretas.  Na ilha Sheena, os experimentos também são satisfatórios e, através da criação do gene artifical Hypnos, é criado o Hypnos Tyrant.

Chris e Jill continuavam reunindo provas para incriminar a Umbrella, mas, durante as investigações, Chris perde o controle propositalmente para ser afastado dos S.T.A.R.S. Em seu apartamento, Chris mostra a Jill provas da produção do G-Vírus. Paralelamente, começam a surgir relatos de monstros que aparecem pela cidade, e Chris desconfia que, mais uma vez, a Umbrella seja a responsável pelos eventos.

Precisando de um bode expiatório para jogar a culpa pelo incidente em Arklay, a Umbrella coloca toda a responsabilidade sobre os acontecimentos em cima de Morpheus D. Duvall, um dos principais pesquisadores de uma unidade francesa da Umbrella. Em 20 de agosto, ele é demitido e começa a traçar seus planos para se vingar da empresa.

Em 24 de agosto, Chris vai para a Europa para investigar a Umbrella. Barry também sai de Raccoon City rumo ao Canadá, de onde ele partiria para se encontrar com Chris. Jill, por sua vez, decide ficar e continuar suas investigações na cidade mesmo.

O desastre anunciado

Entre Setembro de 1998 e Outubro de 1998

A soma de todos os incidentes que aconteceram até então ocasionados por descuidos, falhas ou até mesmo causados de forma proposital, só poderiam resultar em uma única coisa: um grande desastre. Mesmo sabendo de todos os fatos, a Umbrella nada fez para evitar que a cidade de Raccoon acabasse sendo a principal punida por suas pesquisas ilegais, mas o maior fator determinante ainda estava por acontecer. Enquanto isso, o mês de setembro de 1998 ia se adentrando e os relatos de monstros e de figuras estranhas vagando pelos arredores de Arklay e até mesmo de Raccoon aumentavam cada dia mais, se aproximando inclusive do centro da cidade, atingindo lugares como o Hospital Geral de Raccoon, que também abrigava pesquisas ilegais da Umbrella e o subsolo do R.P.D., que tinha uma ligação direta com o laboratório subterrâneo de Umbrella através dos esgotos.

William Birkin continuava perto de concluir as pesquisas com o G-Vírus, que se mostrou ser mais potente e devastador do que o T-Vírus. A Umbrella colocou espiões para vigiar a movimentação de Birkin e o progresso do G-Vírus, o que causou no cientista um grande medo de que sua pesquisa fosse roubada e ele acabasse morto. Por conta disso, ele entrou em contato o exército dos Estados Unidos para tentar um acordo, que protegeria a ele a ao G-Vírus. Mas a tentativa de Birkin de salvar o G-Vírus ocorreu tarde demais, pois alguns poucos dias depois, em 20 de setembro, a Umbrella enviou as equipes Alpha e Delta da USS, lideradas por HUNK, para conseguir uma amostra do vírus. Porém, o cientista se recusou a entregar a amostra e acabou sendo alvejado por disparos dos soldados da USS. um dos membros da equipe alfa pega a maleta contendo várias amostras do T e do G-vírus, mas mesmo assim HUNK coleta uma amostra do G-Vírus e a guarda consigo. Após coletar as amostras, as equipes da USS se dirigem de volta aos esgotos, e, no laboratório, perto da morte, Birkin injeta em si mesmo o G-Vírus, que rapidamente induz transformações em seu corpo, além de lhe transformar em uma B.O.W. extremamente forte e agressiva, o G-Birkin, que parte em busca dos soldados da USS no esgoto e dizima todo o esquadrão, com exceção de HUNK, que quase por um milagre consegue escapar vivo do combate, mas perde a amostra do G-Vírus que carregava consigo. Durante a batalha, a maleta contendo as amostras de T e G-Vírus cai, e os frascos se quebram, liberando o vírus no esgoto – e com a ajuda de ratos e baratas que foram infectados, formou-se um dos principais focos da infecção que alguns dias depois assolaria toda a cidade.

Com a contaminação do esgoto causada pelo vazamento de T e G-Vírus, a contaminação da Central de Águas de Raccoon City causada pela liberação do T-Vírus feita pela Queen Leech, e com a Dead Factory não comportando mais o processamento de detritos, a cidade rapidamente começou a sentir os efeitos de uma infecção viral em larga escala. Já em 24 de setembro, a cidade havia se transformado num campo de aberrações, e as pessoas infectadas atacavam os que ainda estavam saudáveis, fazendo com que a propagação do vírus atingisse níveis exponenciais, avançando rapidamente. Saques, roubos, assassinatos, e vários crimes começaram a acontecer constantemente pela cidade, e dada a profundidade dos problemas, no dia 25 uma ordem de evacuação da cidade é dada, mas o processo é lento e essa evacuação acaba nem acontecendo de fato. No mesmo dia, já sabendo da natureza do problema e prevendo o pior, o governo Americano anuncia que houve um vazamento radioativo em Raccoon, preparando, desta forma, o terreno para encobrir a verdade caso fosse necessário. No dia seguinte, um plano de contenção foi instaurado, a Lei Marcial foi decretada na cidade, e o contato de repórteres com meios de comunicação externos é cortado. Aliando isso ao fato de que as tropas do governo construíram barricadas em todas as saídas da cidade, Raccoon ficou completamente isolada, e nenhum habitante poderia sair dali, para evitar que a infecção chegasse a outros lugares.

Naquele momento, Raccoon City estava fadada a um trágico fim. A Umbrella, que fora responsável pelo progresso da cidade, também seria a causadora de sua ruína. Conforme os dias iam se passando, a parcela de população infectada só crescia, e a polícia não era mais capaz de conter os ataques dos zumbis. A U.B.C.S., que estava na cidade para tentar salvar sobreviventes, também não era páreo para a enorme quantidade de zumbis e de B.O.W.s que estava espalhada pela área, que naquele momento havia sido transformada em um enorme campo de testes para a obtenção de dados de combate das armas biológicas, para que pudessem ser feitos aperfeiçoamentos nelas. Um dos membros da U.B.C.S., Nicholai Ginovaef, estava na cidade sob ordens de Sergei Vladimir, mas não exatamente para salvar sobreviventes, mas sim para ser o responsável pela coleta de dados de combate entre as B.O.W.s e os seus “colegas” de U.B.C.S. Ao mesmo tempo, Jill Valentine, que buscava uma forma de sair da cidade, passa a ser perseguida pelo Nemesis, a arma suprema da Umbrella, desenvolvida na França e enviada para Raccoon com ordem de perseguir e matar todos os membros sobreviventes dos S.T.A.R.S., que sabiam demais sobre o envolvimento da corporação com a tragédia que se abateu sobre a cidade.

Leon S. Kennedy chega à cidade para seu primeiro dia de trabalho no RPD em 29 de setembro. Sem saber o que estava acontecendo, ele se encontra com Claire Refield, irmã mais nova de Chris, que foi até lá para procurar pelo irmão. Os dois se aliam e buscam refúgio na delegacia. Sergei Vladimir acaba retornando com um helicóptero, de onde ele lança 6 Tyrants T-103 – um na delegacia para matar os sobreviventes, e recuperar uma amostra do G-Vírus que estava no pingente carregado por Sherry, filha de William Birkin. Outros cinco Tyrants foram enviados para a Dead Factory, com a intenção de destruir as forças da Spec Ops que estavam no local para resgatar William Birkin – que já não poderia mais ser considerado um ser humano, mas os soldados do governo não sabiam disso -, e pegar uma amostra do G-Vírus das mãos do próprio cientista. Ao mesmo tempo, Ada Wong recebe de Albert Wesker a missão de recuperar uma amostra do G-Vírus. Para isso, ela se alia a Leon, escondendo do policial seus verdadeiros objetivos. Claire, por sua vez, se encontra com Sherry, e passa a acompanhar a garota, buscando por uma saída segura da cidade. Leon, Ada, Claire e Sherry acabam chegando ao laboratório subterrâneo da Umbrella através dos esgotos. No local, Ada forja sua morte para poder concluir sua missão, enquanto Leon, Claire e Sherry acabam escapando dos laboratórios momentos antes dele explodir por conta do sistema de auto-destruição do local. Leon e Sherry foram colocados sob proteção do governo Americano, enquanto Claire parte para a Europa em busca de Chris. Ada também consegue escapar antes que o laboratório exploda, e agora precisa correr contra o tempo para conseguir uma forma segura de sair da cidade com a amostra do G-Vírus conseguida junto ao corpo de William Birkin. HUNK, que havia ficado nos esgotos para recuperar a amostra de G-Vïrus perdida durante a batalha contra Birkin, recupera o item e informa ao helicóptero de extração que está pronto para deixar a cidade. Ele faz o caminho até o heliporto, onde é resgatado como o único sobrevivente da operação.

Longe dali e já nas primeiras horas do dia 1 de outubro, o governo Americano decide por varrer Raccoon City do mapa através de uma explosão nuclear. Dessa forma, seria possível encobrir o incidente, já que alguns dias antes havia sido declarado que um vazamento nuclear havia ocorrido na cidade. Jill continuava sua batalha pela sobrevivência, e após ser infectada com o T-vírus e ficar inconsciente por dois dias, acaba sobrevivendo com a ajuda de Carlos Oliveira, um membro da U.B.C.S., que conseguiu uma vacina. Nicholai, que ainda estava na cidade cumprindo sua missão de coletar dados e também de eliminar provas contra a Umbrella, se dirige até a Universidade de Raccoon, onde deveria eliminar Greg Muller e coletar uma amostra do Tyrant Thanatos. Ele falha em coletar a amostra de Thanatos, mas elimina Muller e explode a universidade. Jill e Carlos chegam à Dead Factory e lá vêem Nicholai partir com o último helicóptero poucos momentos após o sistema de alerta do local informar que um míssil nuclear está a caminho de Raccoon. Jill enfrenta Nemesis e acaba matando-o com a ajuda da Espada de Paracelsus (Rail Cannon), arma que havia sido levada até ali pelos soldados da Spec Ops para combater os Tyrants que foram mandados ao local por Sergei Vladimir. Após matar Nemesis, Jill e Carlos são resgatados por Barry Burton, que havia ido até a cidade para resgatar Jill. Em outro ponto da cidade, Ada faz contato com Wesker para informar o sucesso em sua missão e para pegar coordenadas para a sua extração, que seria a bordo do helicóptero de Sergei Vladimir que sobrevoava a cidade carregando o UMF-013, que continua todos os dados de pesquisas de toda a história da Umbrella. Frederic Downing, que na época era pesquisador da Umbrella, também foge da cidade com amostras de T e G-Vírus. Por fim, o míssil nuclear chega à cidade, e sob olhares de Jill, Carlos, Barry, Sergei, Spencer e Ada, Raccoon City é varrida pela explosão.

Efeito dominó

Entre Outubro de 1998 e Dezembro de 1998

Alguns dias após a explosão, o governo envia equipes para investigar os escombros da cidade, e cria um perímetro de 150 km em torno do local para que civis não se aproximem. Investigações sobre a Umbrella começaram a ser conduzidas, e a empresa viu-se obrigada a dispersar os seus recursos em vários locais diferentes, prevenindo que fosse completamente destruída caso algo fosse descoberto. Dessa forma, mesmo com as investigações acontecendo, haveria sempre a possibilidade de, quando fosse conveniente, reunir os recursos novamente para fazer com que a Umbrella renascesse.

Em 16 de novembro, Ozwell E. Spencer ordenou o fechamento e o ocultamento do laboratório da Umbrella na África, onde era cultivida a Sonnentreppe, que dava origem ao vírus Progenitor. Essa atitude foi tomada por conta do incidente em Raccoon e das investigações sobre a Umbrella que começavam a se desenvolver, e com o fechamento do laboratório da África, Spencer pretendia ocultar as pesquisas com o Progenitor.

A história se repete

Vincent Goldman, que havia sido nomeado comandante supremo da Ilha Sheena, sob a batuta da Umbrella, convoca uma reunião para tratar da destruição de Raccoon City e afirma que William Birkin foi o causador do desastre, e tudo porque traiu a Umbrella e não entregou amostras do G-Vírus para a companhia. Alguns dias depois, já no início de novembro, Leon, que havia se tornado um agente do governo Americano, começou a conduzir suas investigações sobre a Umbrella e contratou o detetive particular Ark Thompson para investigar a Ilha Sheena, pois desconfiava que a Umbrella continuava conduzindo experimentos com armas virais no local. Rumores de que o incidente em Raccoon havia sido causado pelo T-Vírus começaram a se espalhar pela ilha, e o comportamento psicopata de Vincent Goldman com relação aos prisioneiros começa a deixar os funcionários da ilha com medo de que algo ruim aconteça. Dessa forma, eles começam a reunir informações para denunciar Goldman a seus superiores na Umbrella.

Os funcionários da ilha finalmente reúnem as provas necessárias para acabar com a carreira de Goldman na Umbrella. O comandante fica sabendo disso, e no dia 22 de novembro, como uma forma de se vingar e punir a aqueles que o trairam, ele libera o T-Vïrus na ilha Sheena, causando no local um contágio semelhante ao que aconteceu em Raccoon City. Dois dias depois, Ark Thompson invade a ilha atrás de provas, e acaba entrando em uma batalha contra Vincent Goldman, onde ambos acabam batendo a cabeça e perdendo a consciência momentaneamente. Enquanto isso, soldados da Umbrella chegavam ao local para limpar toda a bagunça causada por Vincent. Ao recobrar a consciência, Ark se levanta em um estado de amnésia, e é confundido com Vincent devido à semelhança com o comandante. Ele acaba vagando pela ilha, encontra o local onde os Tyrants eram produzidos em série e finalmente recobra sua memória, ativando o sistema de auto-destruição da área. Quanto se encaminha para escapar do local, Ark dá de cara com Vincent, que o rende com uma arma, mas o Hypnos Tyrant aparece e mata Vincent, obrigando Ark a lutar contra ele. Após vencer a criatura, Ark consegue escapar do local em um helicóptero poucos minutos antes da ilha Sheena inteira ir pelos ares, e destruir um dos mais importantes locais para a Umbrella: o laboratório que criava os Tyrants.

O triste fim da dinastia Ashford

Apesar de reclusa há décadas, a família Ashford ainda permanecia viva, embora seu único representante vivo fosse mantido isolado das importantes decisões da Umbrella por Spencer. Alfred tinha seu próprio brinquedinho particular, a Ilha Rockfort, onde era o comandante e usava seu poder em pról de sua sádica diversão: torturando prisioneiros e mantendo a força da família Ashford viva, ao menos em sua atormentada cabeça. A ilha abrigava um centro de treinamento onde nomes como HUNK e Nicholai foram treinados, além de uma prisão e o palácio da família Ashford.

Claire Redfield, continuava em busca de seu irmão, Chris, e suas investigações a levaram até o laboratório de Paris da Umbrella. Claire acabou sendo capturada e mandanda até a ilha Rockfort, onde chegou em 27 de dezembro como prisioneira. Simultaneamente, a ilha foi atacada por um grupo de forças especiais conhecido apenas como H.C.F., liderado por Albert Wesker, que buscava capturar Alexia Ashford. Em poucas horas, a ilha inteira foi tomada pelo T-Vírus, que foi liberado durante os ataques. Claire acabou sendo liberada da prisão e se encontra com Steve Burnside, com quem passa a cooperar. Eles acabam conhecendo Alfred Ashford, já completamente insano, e descobrem que Alfred é tão obcecado por sua irmã Alexia que se traveste de mulher e se passa por ela. Buscando uma forma de deixar a ilha, Claire e Steve acabam embarcando em um avião que os leva até a base da Umbrella na Antártida, onde descobririam mais informações sobre o passado da empresa.

Chegando no local, Claire e Steve descobrem a verdade sobre a família Ashford: Alexander, pai de Alfred e de Alexia, foi vítima de experimentos com o vírus T-Verônica, e por conta dos resultados não satisfatórios, foi aprisionado em um local secreto na base da Antárdida; Alexia, a criadora do T-Verônica, se colocou em sono criogênico durante 15 anos para que seu organismo pudesse se adaptar ao vírus. Em um conflito com Claire e Steve, Alfred acaba mortalmente acidentado e desperta a irmã do sono criogênico.

Vingando-se da morte de Alfred, Alexia infecta Steve com o T-Veronica, transformando-o em um horrível monstro. O menino acaba sendo gravemente ferido por Alexia ao recusar-se a atacar Claire. O cadáver de Steve acaba sendo a fonte de vírus para Wesker, que atacou a ilha Rockfort e dirigiu-se até a Antártida em busca de Alexia e sua criação.

O prenúncio da queda

Entre Janeiro de 1999 e Setembro de 2002

O Consórcio Farmacêutico Global, do qual a Umbrella era parte importante, passou a sofrer muita pressão e foi fortemente atacado sobretudo por conta das atividades de desenvolvimento e venda de armas biológicas pela própria Umbrella. As investigações avançavam cada vez mais e chegaram até mesmo ao Presidente dos EUA, que renunciou ao cargo por conta das acusações de envolvimento com a empresa. A opinião pública passou a pressionar pela punição dos culpados, mas por conta da explosão de Raccoon City haviam poucas provas que realmente podiam ser investigadas. A pressão sobre os orgãos públicos era muito grande, e por conta disso, o governo exigiu que a Umbrella interrompesse todas as operações, mas Ozwell Spencer não recuou. Sem poupar recursos, ele contratou os melhores advogados e pagou pessoas para que dessem testemunhos falsos com a intenção de fazer com que o público acreditasse que tudo não passava de uma grande conspiração contra a Umbrella, voltando assim toda a atenção para o governo Americano. Mais uma vez, a falta de provas e a disparidade nos testemunhos de defesa de Spencer e do Governo, o caso se arrastou longamente sem ter uma conclusão rápida, dando a Umbrella tempo para tentar se reerguer.

Problemas vindo direto do passado

Durante muito tempo, o traficante de drogas Javier Hidalgo foi um fiel cliente da Umbrella, adquirindo T-Vírus durante anos. O governo Americano descobriu essas transações que ocorreram no mercado negro e em 2002 envia Leon S. Kennedy e Jack Krauser para investigar Javier e o local na Floresta Amazônica que está sob seu domínio. Ao chegar no local onde Javier mantinha a base de suas atividades, eles descobrem que o traficante acabou fazendo uma série de experimentos com o T-Vïrus, principalmente em seres humanos, e estes eram usados como forma de aterrorizar os inimigos de Javier. Leon e Krauser também descobrem que Javier tentou usar os vírus T e T-Veronica para tentar salvar a filha e a esposa se uma doença grave.

Da mesma forma que Javier Hidalgo trouxe problemas da Umbrella a tona após anos, Morpheus D. Duvall também o fez. Morpheus teve conflitos mais diretos com a Umbrella, que o usou como bode expiatório:  colocou sobre ele a culpa pelos incidentes em Arklay, o que causou a demissão do ex-pesquisador. Morpheus, então, traça um plano para se vingar da Umbrella, aproveitando-se dos sérios problemas financeiros que a empresa passava devido à queda no valor de suas ações graças às investigações sobre bio-terrorismo, venda de armas biológicas no mercado negro e sobre a verdadeira causa do desastre de Raccoon City. De alguma forma a empresa precisava levantar capital para poder continuar com suas atividades e custear um possível ressurgimento, e por isso, apostava em leilões de armas biológicas recém criadas. Um deles aconteceria no navio de luxo Spencer Rain, para a venda de novos tipos de Hunters.

Morpheus roubou três amostras de T-Vírus da filial da Umbrella em Paris. Uma delas era na verdade o T+G-Vírus, que unia os anticorpos do T-Vírus com o G-Vírus e permitia que os infectados produzissem campos elétricos poderosos. A intenção de Morpheus era de infiltrar-se no Spencer Rain e liberar o T-Vírus no local para matar todos os presentes, frustrando assim os planos da Umbrella de levantar fundos. Morpheus conseguiu fazer com que seu plano desse certo no dia 22 de setembro, data da infeção do navio e da morte dos tripulantes e passageiros. A Equipe Anti-Umbrella de Busca e Investigação, força-tarefa criada pelo Comando Estratégico dos Estados Unidos (USSTRATCOM), cujo objetivo é investigar e impedir a continuidade das ações da Corporação Umbrella, envia o agente Bruce McGivern para se infiltrar no Spencer Rain e prender Morpheus e os terroristas que atacaram o cruzeiro. Assim que invade o navio, Bruce é rendido por Morpheus, mas Fongling, uma espiã do Ministério da Segurança Chinês (que também tinha o objetivo de deter Morpheus), impede a morte de Bruce lançando uma granada que fere gravemente o vilão. Bruce acaba descobrindo que Morpheus também pretendia subornar o governo americano, a quem exigiu 5 bilhões de dólares para não provocar um ataque terrorista com os mísseis de uma base da Umbrella localizada no meio do Atlântico.  Ao recobrar a consciência, Morpheus injeta em si o T+G-Vírus,  transformand0-se em uma espécie de Tyrant. As tentativas do vilão de destruir a Umbrella, no entanto, fracassam devido aos esforços de Bruce e Fongling. Os dois agentes conseguem impedir o lançamento de mísseis e derrotam a criatura em que Morpheus se transformara.

Fechando o guarda-chuva

2003

2003 foi o ano que marcou de fato o fim definitivo da Umbrella. Um fato que contribuiu muito que isso acontecesse foi a ação de Chris Redfield e Jill Valentine, que continuavam combatendo as atividades da empresa. Neste mesmo ano, os dois passaram a fazer parte de uma organização anti-bioterrorista privada, e isso lhes deu todo o suporte necessário para prosseguir com as investigações e levar adiante o sonho de acabar com a Umbrella de uma vez por todas e assim, tornar o mundo um lugar mais seguro.

A Umbrella, por sua vez, estava a beira do colapso total. Com as investigações que aconteciam, o ataque a filial de Paris, que matou alguns dos principais pesquisadores da empresa bem como destruiu inúmeras amostras de vírus e B.O.W.s, e o incidente que aconteceu com o cruzeiro Spencer Rain, que impediu que a empresa levantasse fundos para tentar se reerguer, praticamente todas as esperanças da Umbrella se concentravam em cima de um único projeto: o T-A.L.O.S. A produção da arma biológica era tocada a punhos de aço por Sergei Vladimir, no laboratório da Umbrella instalado na região do Cáucaso, na Rússia. Com as investigações, a Umbrella passou a agir nas sombras, mantendo laboratórios em locais remotos do planeta.

No dia 18 de fevereiro, Chris e Jill recebem informações sobre um incidente biológico envolvendo o T-Vïrus  numa vila próxima ao laboratório.  Os dois agentes são Jill são enviados para o local e ao chegarem lá, são atacados por zumbis, confirmando as suspeitas da presença do T-Vírus no local. Albert Wesker também se dirigiu até o laboratório secreto, com o objetivo de localizar e roubar as informações contidas no UMF-013, o computador que foi tirado de Raccoon City por Sergei Vladmir poucos momentos antes da cidade explodir.

Jill e Chris investigam a base e acabam se tornando cobaias de teste das habilidades de combate de T-A.L.O.S., (sigla para Tyrant-Armored Lethal Organic System – Sistema Orgânico Letal Blindado), um Tyrant totalmente controlado pelo sistema Red Queen através de um chip. Os dois agentes acabam conseguindo derrotar a criatura que era o grande trunfo da Umbrella em seus últimos dias. O golpe final veio de Wesker, que após derrotar um Sergei Vladmir mutado, roubou e apagou todos os dados da Umbrella do computador UMF-013

Dessa forma, a Umbrella ficava sem nenhuma chance de se reerguer. Todos que poderiam ajudar Spencer estavam mortos, e agora com todas as informações do UMF-013 deletadas, não haviam mais esperanças. O fim da Umbrella era apenas uma questão de tempo. Wesker colaborou muito para isso ao apresentar de forma anônima para o Supremo Tribunal provas que confirmavam o envolvimento e a culpa da Umbrella nos incidentes de Raccoon City a partir dos dados extraídos do UMF-013. Para evitar uma queda em conjunto, as companhias que faziam parte do Consórcio Farmacêutico Global auxiliaram a promotoria a incriminar de vez a Umbrella, em troca de não serem processadas pelo envolvimento indireto com os incidentes. Com o fim do julgamento, a Umbrella foi considerada culpada por todas as acusações que sofria: o envolvimento direto e a responsabilidade plena pelos incidentes que culminaram com a destruição de Raccoon City e pela produção de armas biológicas mascaradas pela produção de produtos farmacêuticos. Com isso, o governo norte-americano armou uma estratégia especial para evitar que seu envolvimento com a Umbrella fosse descoberto. Por fim, as ações da Umbrella despencaram nas bolsas, culminando com o colapso e a dissolução da empresa. Ozwell E. Spencer, porém continuava foragido e ninguém sabia de seu paradeiro. Autoridades de todo o mundo e organizações anti-bioterroristas buscavam por sua localização, mas até então não obtiveram sucesso.

A era pós-Umbrella

2003 – tempos atuais

Após o fim da Umbrella, armas biológicas começaram a surgir no mercado negro, caindo nas mãos de perigosos terroristas e guerrilheiros. Elas provinham, na maioria das vezes, de ex-funcionários da Umbrella. Receando que estes fatos levassem a novos eventos semelhantes aos que aconteceram em Raccoon City, os governantes de vários países se aliaram aos membros do Consórcio Farmacêutico Global, formando a B.S.A.A. – Bioterrorism Security Assessment Alliance, que tinha Chris Redfield e Jill Valentine como membros fundadores. O papel da B.S.A.A. era investigar e se infiltrar em zonas instáveis para descobrir se havia incidência de compra/venda de armas biológicas, e assim evitar que novos desastres viessem a acontecer.

Novas empresas começavam a ganhar destaque no meio farmacêutico. A principal delas era a WillPharma, que, entre 2003 e 2005, realizou testes ilegais na Índia, buscando aprimorar a vacina contra o T-Vírus, e apesar de tomar conhecimento dos fatos, o governo americano não tomou nenhuma atitude.

A queda de um deus

Wesker também fazia seus movimentos após o fim da Umbrella. Ele se aliou a Excella Gionne, que alguns anos antes havia entrado para a divisão farmacêutica da Tricell, empresa proveninente da antiga Travis Trading. Com essa aliança, Wesker forneceu todos os dados adquiridos do UMF-013, e com isso a Tricell iniciou a produção de armas biológicas. Os planos de Wesker iam muito além de simplesmente produzir uma nova leva de B.O.W.s, e com o auxílio de várias informações adquiridas nestes anos em que trabalhou e agiu contra Umbrella, ele pretendia criar um vírus que induzisse a raça humana a passar por uma seleção, fazendo com que os fracos morressem e somente os fortes permanecessem vivos, tendo Wesker como um deus. Esse, na verdade, era o plano que Spencer havia traçado décadas atrás, quando iniciou um secretíssimo projeto chamado apenas de “W”, onde 13 crianças de DNA superior foram selecionadas e adotadas por ele, que deu a essas crianças uma educação e um modo de vida superior, fazendo com que pudessem desenvolver todo o seu potencial, e desta forma, no futuro, poder criar algum agente que concedesse a Spencer a vida eterna, fazendo dele o novo deus da raça humana. Albert Wesker não sabia até então, mas ele era parte desse projeto “W”; era uma das Crianças Wesker, e todos os seus passos, na verdade, foram meticulosamente arquitetados e vigiados por Spencer.

As pesquisas com o vírus Progenitor continuavam mesmo após o fim da Umbrella. Spencer, que estava recluso em uma de suas propriedades na Europa, depositava todas as suas esperanças nessa pesquisa que era conduzida por Alex Wesker, que, assim como Albert, fazia parte do projeto “W”. Alex, porém, traiu Spencer e desapareceu junto com os pesquisadores subordinados, deixando Spencer completamente sem alternativas.

Alguns anos depois, já em 2006, Spencer, que estava muito velho e doente, afirma a seu mordomo Patrick que deseja que Albert Wesker o encontre. O mordomo passa a informação do paradeiro de Spencer a Ricardo Irving, e este, por sua vez, faz com que Wesker tome conhecimento dos fatos. A B.S.A.A., que também investigava o paradeiro de Spencer e também de Albert Wesker, obtém informações de fontes confiáveis que levam a uma propriedade na Europa, onde documentos poderiam levar à localização de Wesker. Chris e Jill são enviados para o local, e invadem a mansão. No mesmo momento, Wesker chega ao escritório de Spencer. O velho não parece surpreso com a presença dele e revela que o desenvolvimento de armas biológicas com a Umbrella era apenas um meio para alcançar seu real objetivo – o Projeto W. De acordo com esse plano, várias crianças nascidas de pais de intelecto superior de várias nacionalidades seriam recolhidas. A todas elas, foi dado o sobrenome Wesker, e todas foram doutrinadas, recebendo valores e conceitos preconizados por Spencer. A segunda fase do plano consistia em infectar os membros desse grupo seleto com uma variante do vírus Progenitor (no caso de Albert, a amostra foi entregue pelo colega William Birkin em 1998 – o mesmo vírus que concedeu a Wesker os poderes sobre-humanos). Spencer diz que Wesker estava, na verdade, apenas cumprindo à risca o plano traçado por ele quando iniciou o projeto W, e que no final o objetivo disso era fazer com que Spencer se transformasse em um verdadeiro Deus. Wesker perde o controle ao saber que estava apenas servindo como uma peça do plano de Spencer, e acaba matando o velho homem, dizendo que, agora, o direito de ser um Deus pertencia a ele.

Após saber dos reais planos de Spencer, Wesker começa a se interessar pelo centro de pesquisas da Umbrella da Africa, que já havia sido fechado. Em 2007, Excella reabre o local. Para comandá-lo, a Tricell contratou Ricardo Irving a fim de dar continuidade às pesquisas, e ao lado de Excella e de Wesker, essas pesquisas resultariam na aliança do Progenitor ao Las Pagas (obtido por Wesker em 2004 através de eventos acontecidos na Espanha), criando assim o Uroboros.

Neo-Umbrella

Em 2012, durante investigações, foi descoberto que uma empresa utilizava o nome de Neo-Umbrella. Tratava-se de um nome de fachada utilizado por Carla Radames para fazer pesquisas com a sua criação, o C-Vírus, que fora criado a partir da fusão do T-Veronica com os anticorpos do G-Vírus presentes no corpo de Sherry Birkin.

Apesar do nome e de utilizar alguns agentes criados pela Umbrella em suas pesquisas, a Neo-Umbrella não tem qualquer ligação com a empresa fundada por Spencer, Marcus e Ashford.

Laboratórios e filiais

ESTADOS UNIDOS

Laboratório de Arklay – Localizado na região das montanhas de Arklay, sob a mansão projetada por George Trevor para Ozwell E. Spencer Spencer. Local onde ocorreu a maioria dos experimentos com o T-Vírus, dentre eles o Tyrant T-002, Hunter, Chimera, entre outros. Houve um vazamento viral que infectou todos os funcionários do laboratório e da mansão, transformando-os em zumbis. O local também era usado para a realização de experimentos com Lisa Trevor, filha do arquiteto que projetou a mansão e que foi feita prisioneira junto de sua mãe para servirem de cobaia para testes virais. Por fim, o laboratório e a mansão que o camuflava serviram de campo de testes para as B.O.W.s e para a coleta de dados destas criaturas em combate contra os S.T.A.R.S.. Albert Wesker planejava usar o incidente como um meio de dar início ao seu plano, e embora ele tenha conseguido atingir alguns de seus objetivos, as ações dos S.T.A.R.S. sobreviventes e de Sergei Vladmir impediram a obtenção de um sucesso completo.
Centro de Treinamento – Local construído sob o comando de James Marcus. Tinha como objetivo treinar as futuras gerações de funcionários da Umbrella, ensinando a eles os valores da empresa, além de oferecer todo o suporte para que jovens e brilhantes mentes se destacasse, algo que ocorreu com William Birkin e Albert Wesker. O local foi oficialmente fechado em 1978, mas James Marcus continuou trabalhando sozinho em seus experimentos até 1988. Nesse período, inventou o T-Vírus e, a partir dele, várias B.O.W.s., mas acabou sendo assassinado por seus outrora aprendizes Birkin e Wesker a mando de Spencer. A Queen Leech, uma das criações de Marcus, causou um incidente no local em 1998, e a equipe Bravo dos S.T.A.R.S. foi enviada para lá.
Laboratório Subterrâneo de Raccoon City – Instalações da Umbrella que abrigavam um enorme laboratório no subterrâneo da cidade de Raccoon. O local abrigou as pesquisas com o G-Vírus criado por William Birkin, que era o cientista chefe do local. Foi um dos focos de disseminação viral que contaminou toda a cidade após o ataque das equipes da USS a Birkin, que se negava a fornecer uma amostra de sua criação para a Umbrella. O acesso ao local era através dos esgotos, que ligavam a R.P.D. ao laboratório, que acabou sendo destruído após a passagem de Leon e Claire, que enfrentaram a forma mutada de Birkin.
Dead Factory (Centro de Incineração P-12A) – Instalação secreta mantida pela Umbrella dentro de uma fábrica abandonada. Era utilizada para fazer o descarte de material biológico proveniente das pesquisas virais. Em determinado ponto, começou a não suportar mais a enorme quantidade de material que era enviado para lá, e, por isso, acabou sendo um dos focos da disseminação viral que contaminou Raccoon City.
Hospital Geral de Raccoon City – A Umbrella mantinha um pequeno laboratório secreto no subsolo do hospital, onde era possível produzir o antígeno contra o T-Vírus, e onde também eram mantidos alguns Hunters.
Umbrella Chicago – Local onde John trabalhou antes de ser transferido para as instalações de Arklay. John foi namorado de Ada Wong, que usou o cientista para ter acesso a informações da Umbrella.

EUROPA

Ilha Sheena – Uma pequena ilha de propriedade da Umbrella e comandada por Vincet Goldman. Abrigava o laboratórios responsável pela produção em massa do Tyrant T-103. A ilha foi invadida pelo agente Ark Thompson e por forças de contenção da Umbrella devido a um vazamento de T-Vírus – estes eventos acabaram levando ao colapso da ilha.
Umbrella Europa – Conjunto de seis laboratórios espalhados pela Europa. Tinha o laboratório de Paris como o principal. Foi responsável pela criação do parasita NE-Alfa, que permitiu a criação do Nemesis T-Type.
Umbrella Paris – Principal sede da Umbrella na Europa. Em 1998, o laboratório foi invadido por Claire Redfield, que, posteriormente, foi capturada e enviada para a Ilha Rockfort. O local também foi responsável pelo desenvolvimento do T+G-Vírus, e foi invadido por Morpheus D. Duvall e seu esquadrão terrorista para roubar o vírus.
Complexo do Cáucaso (Rússia) – O mais novo e último laboratório da Umbrella foi criado em 1998. Era uma fábrica de produtos químicos operada pelo governo Russo, e foi comprada pela Umbrella, que utilizou empresas de fachada para fechar o negócio. Foi a última esperança de Spencer de reerguer a corporação. No local comandado por Sergei Vladmir, foi instalado o supercomputador UMF-013, além do sistema de inteligência artificial super-avançado Red Queen; além disso, a área também abrigava o desenvolvimento da mais poderosa e avançada B.O.W. da Umbrella, o T-A.L.O.S. Em 2003, o local foi invadido por Chris Redfield e Jill Valentine, que trabalhavam para um grupo anti-bioterrorista. A dupla confrontou  T-A.L.O.S. e o derrotou, colocando um fim a esse projeto. Albert Wesker também invadiu o complexo no mesmo dia, buscando, pela segunda vez, conseguir as informações contidas no UMF-013; dessa vez, entretanto, ele obteve sucesso após abater Sergei Vladimir. Depois de copiar os dados, Wesker formatou o UMF-013, acabando com todas as chances da Umbrella se reerguer.

EM OUTROS LOCAIS DO MUNDO

Ilha Rockfort – Uma pequena ilha onde existia uma vila, que foi destruída após a Umbrella comprar o local para a construção de um centro de treinamento militar para seus soldados. O local também abrigou a residência de Alfred Ashford, além de uma prisão. Fora invadida por Albert Wesker e seu grupo em dezembro de 1998, visando a obtenção de uma amostra do vírus T-Verônica. O ataque causou a liberação do T-Vírus no local. Claire foi levada para lá após ser presa tentando invadir o laboratório de Paris da companhia. A ilha acabou entrando em colapso devido ao vazamento viral causado por Wesker.
Base da Antártida – Foi construída por Alexander Ashford em 1969 após a aquisição e revitalização de uma área de minas abandonadas na Atártica. O local foi utilizado por Alexander para o projeto CODE: Verônica, e, posteriormente, utilizado por Alexia Ashford para a criação do T-Verônica. Em 1998, a base foi atacada por Albert Wesker e seu grupo, que visava adquirir uma amostra do T-Vírus. Devido aos confrontos entre Wesker, Alexia, Claire e Chris Redfield, o local acabou sendo varrido do mapa pelo sistema de auto-destruição que fora ativado por Chris.
Base de Descarte do Atlântico – Instalação de descarte de resíduos localizada em uma pequena ilha no meio do Atlântico. Morpheus D. Duvall pensava em utilizar o local para vingar-se da Umbrella e disparar uma série de mísseis contendo vírus para algumas localidades do mundo, caso os governantes destas áreas não lhe pagassem o que ele exigia. Acabou sendo o túmulo de Morpheus, graças as ações de Bruce e Fongling.
Centro de Pesquisas da África – Instalações construídas em 1969 para abrigar as pesquisas com a flor Sonnentreppe e o Vírus Progenitor. Após o cultivo da flor, era extraído o vírus Progenitor e ele era enviado para as instalações da Umbrella em Raccoon. O local era extremamente secreto e apenas funcionários de altíssimo escalão tinha conhecimento dele. Futuramente, pouco antes do fim da Umbrella, o centro de pesquisas foi fechado e, posteriormente, reaberto pela Tricell a mando de Albert Wesker e Excella Gionne, que deram continuidade à produção do vírus Progenitor, que deu origem ao Uroboros.

Principais criações

VÍRUS E PARASITAS

Vírus ProgenitorT-VírusG-VírusT-VeronicaT+G-Vírus, parasita NE-Alfa.

B.O.W.S

T-A.L.O.S., Tyrant (T-001, T-002, T103, T-078, T-091, T-092, Hypnos, Thanatos, Nemesis T-Type, Ivan), Queen Leech, Hunter, Neptune, Plant 42, Black Tiger, Yawn, Chimera, Cerberus, Zumbis.

TECNOLOGIA

UMF-013 – Supercomputador que abrigava todos os dados da Umbrella – desde informações sobre pesquisas e desenvolvimento de armas virais, até dados de combate das B.O.W.s utilizados para o aprimoramento das mesmas. Foi retirado de Raccoon City por Sergei Vladmir poucos momentos antes da cidade explodir. Fora acondicionado no complexo de pesquisas do Cáucaso, local que era comandado por Sergei Vladmir. Após assassinar Sergei, Wesker roubou todos os dados do computador e o formatou. Com isso, todos os dados da Umbrella ficaram perdidos, levando a empresa à ruína.
Red Queen – Sistema de inteligência artificial super desenvolvido. Controlava toda a segurança do complexo de Arklay bem como do complexo do Cáucaso. Controlava também o T-A.L.O.S. e fornecia a B.O.W. dados de combate em tempo real, permitindo que a criatura adequasse sua forma de combate de acordo com o inimigo que era enfrentado.

Produtos legais

FARMACÊUTICOS

Safsprin – Produto usado contra pequenas infecções e contra os tipos mais comuns de gripe. “A cura comum”.

Aqua Cure – Pomada usada para curar instantaneamente vários tipos de feridas cutâneas. É o produto mais eficaz e mais vendido da Umbrella. É uma variação do First Aid Spray e especula-se que usa o T-Vïrus em sua formulação, fazendo com que as células das feridas se regenerem mais rapidamente. Embora haja essa especulação, nenhum efeito colateral foi observado.

Adravil – Remédio que oferece um rápido alívio contra dores. Seu nome é uma clara referência ao medicamento Advil, um analgésico mundialmente famoso.

Uspirim – Remédio que combate dores de cabeça e enxaqueca.

Pessoas notáveis

Fundadores

Ozwell E. Spencer, James Marcus e Edward Ashford.

Pesquisadores

James Marcus, Edward Ashford, Brandon Bailey, Albert Wesker, William BirkinAlexander Ashford, Alexia Ashford, Alfred Ashford, Morpheus D. Duvall, Greg Mueller.

Membros com ação militar

Albert Wesker, Sergei Vladimir, Vincent Goldman, Morpheus D. Duvall, HUNK, Nicholai Ginovaef.

Empresas e organizações relacionadas

EMPRESAS

Travis Trading – Empresa de comércio formada no século XVIII por Thomas Travis. Fazia grandes expedições a outros continentes buscando por mercadorias valiosas que pudessem ser comercializadas. No século XIX, Henry Travis chegou à África, onde encontrou uma série de metais e plantas raros. Os estudos desses materiais deu origem ao livro “Pesquisa da História Natural”, em que, entre outras coisas, Henry falava da flor Sonnentreppe.

Tricell – Empresa originária da Travis Trading e fundada na década de 1960. Tinha como fundadores, pessoas da família Travis, e após a acensão de Excella Gionne, fez alianças com Albert Wesker. Com a reabertura do laboratório da Umbrella na África, passou a fazer pesquisas com o vírus Progenitor e demais criações da Umbrella. Foi a responsável pela criação do Uroboros, um vírus que induziria a uma seleção artificial na raça humana, na qual somente os adaptados sobreviveriam e teriam Albert Wesker como seu Deus supremo.
Will Pharma – Empresa que se fortaleceu e começou a ganhar destaque após a queda da Umbrella. Fazia testes ilegais com uma vacina para o T-Vírus na Índia. Foi uma das responsáveis pelo incidente em Harvardville. Após o incidente, acabou sendo absorvida pela Tricell.

Terceira Organização – Organização secreta que, graças à traição de Albert Wesker sobre a Umbrella, pôde se fortalecer. Tem como membro notável, além de Wesker, Ada Wong, espiã que trabalhou para a organização, mas que, ao mesmo tempo, seguia seus próprios interesses.
Neo Umbrella – Nova organização que surge em 2012. Apesar do nome, não tem qualquer ligação com a Umbrella Corporation.

ORGANIZAÇÕES

Consórcio Farmacêutico Global – Conglomerado de industrias farmacêuticas de todo o mundo, que tinham na Umbrella a sua grande representante e maior força. Algumas das empresas estiveram envolvidas diretamente com a Umbrella, auxiliando na produção das armas virais, B.O.W.s, ou simplesmente ajudando a encobrir as verdadeiras atividades da empresa.

U.S.S. (Umbrella Security Service) – Unidade de soldados de elite da Umbrella, que operava em missões confidenciais e de alto risco. Os soldados da USS foram treinados na Ilha Rockfort, e suas missões incluiam assassinatos, recuperação ou destruição de materiais, escolta e transporte. Não respondiam diretamente a nenhum setor da Umbrella e agiam geralmente sob ordem direta dos mais altos executivos da empresa, como Ozwell Spencer e Alfred Ashford. Seu principal soldado é HUNK, que acabou por ser o único sobrevivente dos esquadrões da USS.

U.B.C.S. (Umbrella Biohazard Countermeasure Service and Monitors) – Grupo militar formado por Sergei Vladmir logo após sua entrada na Umbrella. Ao olhar público, a UBCS foi um grupo enviado para Raccoon para auxiliar na busca e resgate de sobreviventes na época da contaminação da cidade, mas o grupo, na verdade, foi utilizado como fonte de dados de combate contra as B.O.W.s espalhadas pela cidade. Os membros eram, em sua grande maioria, ex-militares, criminosos, assassinos que não tinham nada a perder, e aliando a isso a sua incrível capacidade de combate, eles serviram de forma perfeita para entrar em combate com as B.O.W.s e fazê-las lutar com o máximo de sua capacidade. Esses dados de combate eram coletados por alguns poucos monitores, função exercida apenas por homens de confiança de Sergei, como Nicholai Ginovaef.

Cleaners (Umbrella Trash Sweepers) – Equipe militar da Umbrella que foi enviada para a Ilha Sheena para eliminar toda e qualquer prova do envolvimento da empresa com o vazamento viral que aconteceu no lugar.

R.P.D. (Raccoon Police Department) – Departamento de polícia da cidade de Raccoon. Apesar de ser composto em sua maioria por policiais honestos, estava intimamente ligado à Umbrella por conta da relação do chefe do RPD, Brian Irons, com a empresa. Irons era pago pela Umbrella para intervir sempre que alguma investigação pudesse levar à empresa. Além disso, a delegacia dava acesso aos esgotos que ligavam o local ao laboratório da Umbrella, que ficava no subsolo da Raccoon City.

S.T.A.R.S. (Special Tatics And Rescue Service) – Grupo de elite da R.P.D. formado por seus melhores policiais. Sua formação foi financiada pela Umbrella, que colocou Albert Wesker como líder da equipe Alfa para que, dessa forma, ele pudesse interferir, impedindo que investigações contra a Umbrella fossem adiante. Os dois grupos acabaram sendo usados como cobaias para obtenção de dados de combate das B.O.W.s produzidas no laboratório de Arklay. Porém, nem tudo saiu como planejado e os membros da equipe Alfa Jill Valentine, Chris Redfield, Barry Burton e Brad Vickers, além de Rebecca Chambers da equipe Bravo, conseguiram sobreviver ao pesadelo. Os S.T.A.R.S. eram formados por duas equipes, a Alfa: Albert Wesker, Chris Redfield, Barry Burton, Joseph Frost, Jill Valentine e Brad Vickers; e Bravo: Enrico Marini, Kenneth Sullivan, Richard Aiken, Forest Speyer, Edward Dewey e Rebecca Chambers.

B.S.A.A. (Bioterrorism Security Assessment Alliance) – Aliança formada para combater o bio-terrorismo ao redor do mundo. Teve seu surgimento após o fim da Umbrella, quando o Consórcio Farmacêutico Global se alia a diversos governantes do mundo para combater a crescente onda de relatos de armas virais caindo no mercado negro. Chris Redfield e Jill Valentine foram dois dos membros fundadores da organização, que conta com nomes como Sheva Alomar, Josh Stone e Piers Nivans.

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