Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection está entre nós (a caçada começou em 13 de março). O novo Monster Hunter pode ser jogado no Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series e no PC via Steam.
Mal o novo Stories foi lançado e a bonita da Capcom já tem apostado na longevidade do jogo. E digo mais: tudo indica que expansões sejam lideradas pelo Switch 2. Isso porque há conteúdos mais exclusivos para Nintendo e a portabilidade, em anos anteriores, favoreceu outros da série. Falo mais durante o restante do texto.
Nos últimos dias, Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection foi sendo divulgado com apresentações de personagens, videoclipe com o tema Echoing Wings e dois trailers de lançamentos, com o príncipe e também com a princesa de Azúria (a narrativa depende do gênero definido pelo jogador – o que é bem legal). Até o momento desta publicação, eu havia jogado somente a demo do Switch 2 e com o personagem masculino, mas confesso que ao assistir ao vídeo da versão feminina, meio que chamou mais a minha atenção.
Em Monster Hunter Stories 3, há personagens que se repetem, mesmo que o jogador altere a perspectiva de gênero. É o caso de Rudy, o Felyno Real da Família de Azúria. Clipes de apresentação com parte da personalidade de outros importantes estão disponíveis via Capcom Brasil: Kora, Odgen, Thea, Gaul, Eleanor e Simon.
Sobre o jogo em si, e pela visão de ter jogado só a demo do Switch 2 (que é enorme, aliás), tenho que dizer que o título me prendeu a atenção de tal modo que senti nostalgia da época do primeiro Tales of que joguei no Nintendo GameCube (Tales of Symphonia). Impacta pelo estilo visual, mas não que fosse algo inédito em pelo 2026 – é, para mim, que não voltava ao estilo há tempos. E esse Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection deu mais vontade de jogar do que Monster Rise – que comecei e “dropei” no Switch número 1.
A jogabilidade da série Monster Hunter é quase uma só entre um jogo e outro. Em Stories 3 é em turnos como um bom e velho RPG. O jogador tem suas técnicas e um time de monstros de “coleção”, não tradicionalmente capturados como Pokémon, mas que são registrados e até armazenados em um celeiro podendo ser treinados. Esses monstros ajudam em batalhas quase como invocações de Final Fantasy (só de modo diferente). Gostei do estilo, sabe? Mas é muito comando, é muito estilo e muita poluição na tela de batalha que pode confundir bastante no começo. No fim, vi que é só questão de montar estratégia.
Jogar a versão completa de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection não estava na lista do meu bingo antes de Resident Evil Requiem no Nintendo Switch 2, mas meio que acabei sendo agraciado com esse presente do roteirista da história da Dona Capcom. Então vou jogar Stories 3 por completo e, em algum momento, volto para dizer se a experiência seguiu sendo legal como na demo.
Ah, sobre o Switch 2, a Capcom tem divulgado mais a presença do jogo nele. O logo da Nintendo está na frente dos outros em vídeos de divulgação. Stories 3, inclusive, foi anunciado em um Nintendo Direct. Há Amiibos disponíveis de Ratha, Ratha V e Rudy que ao serem escaneados liberam roupas bônus. O favoritismo de plataforma nem precisa ser provado por mais nada.
Sobre a longevidade, é aposta depois do que rolou com o boom nas vendas de Rise, o que levou ao surgimento da expansão Monster Hunter Rise: Sunbreak – inicialmente no Switch e no PC via Steam. Considero Stories 3 um jogo mais robusto do que Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin e com maior potencial de vendas, em especial pela atenção no Switch 2. Acho que vem expansão sim pelo otimismo da Capcom.
Não é incomum ter parcerias que ampliem visibilidade de lançamentos, mas outro jogo, o mobile Monster Hunter Puzzles (Android / iOS), já tem até collab para surfar na onda de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection. Stories 3 tem interface e legendas em português do Brasil.


