Resident Evil 4, Village, RE2 e RE7 estão entre os mais baixados do PlayStation 5 no Brasil

Quatro jogos da série Resident Evil estão entre os mais baixados do PlayStation 5 em janeiro no Brasil. De acordo com o ranking divulgado no PlayStation Blog, Resident Evil 4, Resident Evil Village, Resident Evil 2 e Resident Evil 7 são os únicos títulos da Capcom entre os 20 de PS5 mais acessados na PlayStation Store.

É comum encontrar mais RE do que outros da Capcom em rankings do PlayStation especificamente no Brasil. Em novembro do ano passado, após dois meses do ranking brasileiro ser ignorados, Resident Evil 6 (PS4) e Village (PS5) estiveram entre os mais baixados. O levantamento da Sony local parece ter ganhado a frequência bimestral, a exemplo da ausência da lista de dezembro/2025, que foi ignorada pelo Blog, mas postada em outras regiões do mundo.



Para efeito de comparação, não há nenhum Resident Evil ou outro jogo da Capcom nos rakings de mais baixados PlayStation dos Estados Unidos/Canadá e União Europeia de janeiro.

O Brasil gosta é de RE. Prova disso é Resident Evil Requiem, que segue como o mais vendido em reservas na PlayStation Store há dias. A América Latina também é prioridade para a Capcom e a confirmação disso está em trabalhos recentes de localização com vozes em espanhol latino-americano. Dublagens oficiais de Resident Evil 4 e Village foram incluídas neste mês por meio de atualizações.

É fato que amamos os jogos, e é por esse mesmo motivo que ficamos tristes quando o Brasil ou os amigos da América Latina (um salve especial para Argentina e México) são deixados de lado em eventos de divulgação. Não me esqueço, e não vou perdoar, a Capcom ignorando feiras de games na nossa região, mas oferecendo a demo de Requiem em outras.

Cosplayers de Resident Evil na Paris Games Week, na França; estande tematizado contou com reprodução dos escombros da RPD de Requiem e demos do jogo para o público entre outubro/novembro de 2025

Espero minimamente um evento de lançamento para Resident Evil Requiem por aqui e nem é pedir muito para que saia. O ideal é que seja algo público, como já aconteceu no passado, e não restrito à jornalistas e influencers convidados. Já amenizaria um pouco o trauma deixado pela ausência da demo aos brasileiro.

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