Além do trailer de gameplay divulgado pela Capcom hoje durante a madrugada, a Tokyo Game Show também trouxe novas informações sobre a DLC de Resident Evil 7 estrelada por Chris Redfield, Not a Hero.

O conteúdo adicional foi mostrado em um painel especial da Capcom, apresentado pelo produtor Tsuyoshi Kanda. Durante o evento, foi exibido um gameplay ao vivo de Not Hero, incluindo partes que não aparecem no mais novo trailer.

Confira os principais detalhes, divulgados por Alex Aniel (cxvfreak).

Resident Evil 7 Gold Edition receberá uma edição especial limitada exclusiva do e-Capcom que contém uma mochila da Umbrella “Azul”. O produto custa 18 mil ienes ou 175 dólares.

Chris passará pelas cavernas abaixo da propriedade dos Baker. Uma área central servirá como uma espécie de hub.

Chris poderá alterar a forma como segura sua faca de combate e, assim, diferentes golpes podem ser realizados.

A principal arma usada por Chris se chama Thor’s Hammer e também terá uma réplica para colecionadores.

Veja a seguir mais imagens do painel, também do cvxfreak:

Not a Hero é uma DLC gratuita de Resident Evil 7 protagonizada por Chris Redfield e que mostrará os eventos após a passagem de Ethan pela propriedade dos Baker. O conteúdo adicional será lançado em 12 de dezembro, junto com a DLC paga End of Zoe e a edição especial “Gold” de Resident Evil 7.

  • Daniel

    A arma do Chris se chama Thor’s Hammer, agora estão copiando a mitologia nórdica do God Of War, que lixo, que porcaria!
    Já não bastou copiar Fear, Silent Hill, Doom, Dead Space, agora até God Of War.

    • João Henriques

      thors hammer nao e original do god of war e sim faz parte da mitologia germanica, muitos jogos livros ou filmes as vezes baseiam se em mitologias, e resident evil 7 e o melhor jogo na franquia desde o code veronica, muito fiel as suas raizes e nao acho que tenha copiado nada a nao ser dos primeiros resident evils o que acho que foi a melhor coisa. eu como fan adorei, pena acabar rapidao.

      • Hunk

        Eu ia dizer algo similar sobre a mitologia, mas depois eu reli o comentário dele e conclui que provavelmente era zueira, embora não tenha certeza absoluta.

        • Rodrigo Freitas

          é zuera mesmo hunk kkkkkk

          • Hunk

            kkkkkkk sei lá né, também achei, mas sinceramente depois de ver as pessoas se aproveitando de qualquer oportunidade pra fazer as comparações mais xexelentas (desde antes do RE7, mas parece que com esse jogo perderam a linha) já não me surpreenderia. Peço desculpas ao Daniel por duvidar, deveria ser óbvio que o que ele falou era zueira, mas depois de ver tanta coisa que deveria ser zueira e não é fica difícil de diferenciar.

    • Gustavo S.

      Na verdade, é mais do Tomb Raider Underworld, onde a Lara usava um bracelete chamado… Thor’s Hammer, haha. Acrescenta Tomb Raider aí.

    • Rodrigo Zika!

      Se e foda kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Mateus

    “O produto custa 18 mil ienes ou 175 dólares.”
    Também conhecido como R$ 1.300,00. :p

    • Gustavo Dória Costa

      ou 1/3 de um rim

    • Hunk

      Isso é muito otimismo, bota logo 2000 reais.

  • Rodrigo Zika!

    Que réplica show hein, sonho kkkk

  • Rivershield

    Poxa eu tinha esperanças de que essa DLC pudesse ser jogada em terceira pessoa por causa dessa screenshot, e também pq faria sentido uma vez que parece ter mais ação do que o jogo principal.
    É uma pena.
    https://uploads.disquscdn.com/images/73d805238d8cb145e4f33ca4a9b5eac5f5eaeeae24635255ca23417ce65f8679.jpg

    • Hunk

      Também tinha uma certa esperança, mas acho que eles provavelmente preferiram se manter mais próximo da jogabilidade já usada na campanha original pra facilitar o desenvolvimento (já sabemos que foi conturbado), ou talvez só pra não parecer muito diferente pra quem gostou do que viu no jogo principal. Eu mantenho minha opinião de que a mudança de câmera foi algo drástico que não combina com a franquia, mas considerando que o jogo já foi assim acho que não surpreende muito que a DLC não tenha resolvido mudar a situação. Mas deixando isso um pouco de lado, vendo o gameplay a combinação de survival horror e ação da DLC me lembrou um pouco do RE4, o equilíbrio parece que pode ter ficado similar nessa DLC, então admito que me atraiu mais do que o jogo principal, que a meu ver brincou demais com a possibilidade do sobrenatural (embora nada tenha sido de fato sobrenatural). Só é uma pena que não tem muito o que fazer quanto à câmera, o jeito mesmo é a gente torcer pra voltar a ser em terceira pessoa no futuro, mas nesse jogo é tarde demais.

      • Abóbora

        A internet caiu mas já voltou, se ver isso, só logar de novo lá no steam XD. a proposito, eu já sabia que essa DLC seria assim.

      • Rodrigo Zika!

        E algo relativo, o VR também contribuiu pra ser em 1 pessoa, estamos acostumados na saga sempre ver o rosto dos personagens, por isso muitos ainda são resistentes a 1 pessoa, mais acho que futuramente poderia sim alternar, veremos.

        • Hunk

          Na verdade eu nem acho que é só por causa do VR, embora isso provavelmente seja um dos fatores que levou à mudança, acho que também mudaram pra ir na onda dos jogos atuais de terror. Não chegarei a dizer que foi uma cópia de Outlast (o que parece que virou moda dizer hoje em dia, como se esse jogo tivesse inventado a câmera em primeira pessoa ou o terror), afinal RE7 é bem diferente desse jogo, mas não é exatamente um segredo que os produtores buscaram tanto elementos do survival horror clássico quanto dos novos jogos de terror, e eu acho que a câmera em primeira pessoa veio como um desses elementos mais explorados atualmente nos jogos de terror. Particularmente eu não sou fã nem da câmera em primeira pessoa nem de brincar demais com a possibilidade do sobrenatural em RE, não sou contra esses elementos em outros jogos, só acho que aqui não combina muito, o que vai além de simples costume. Não vou negar que eu realmente gosto de ver o personagem que estou controlando no jogo, mas não é só isso, acho que mais relevante ainda é a forma como a câmera tende a influenciar a construção do protagonista, e o Ethan é um exemplo perfeito disso. Jogos em primeira pessoa tendem a não dar muito foco ao protagonista pra mais facilmente colocar o jogador “dentro” do jogo, como se ele fosse o protagonista, assim como o RE7 faz e um dos próprios produtores (se eu não me engano foi o Kawata) confirmou que era mesmo a ideia, o que é ainda evidenciado pela escolha da inclusão do VR no jogo. Isso bate de frente com uma das características marcantes de RE, os protagonistas carismáticos, aí quando se compara o Ethan a algum outro protagonista, como o Chris (é até bom que a Not a Hero pode acabar evidenciando isso mais de perto), a diferença fica clara. Também não chegarei a dizer que todos os jogos em primeira pessoa necessariamente tem que seguir essa linha de pensamento, existem maneiras pra um jogo com essa câmera conseguir contornar essa situação, e normalmente isso se dá através das interações do protagonista com os outros personagens. Um dos meus exemplos preferidos disso, que eu já mencionei em outras conversas, mas nunca deixa de ser um bom exemplo, é o Bioshock Infinite, que é outro jogo em primeira pessoa com um protagonista que não fala tanto, assim como o RE7, mas esse jogo explora bem a relação dos personagens secundários com o protagonista (em especial a Elizabeth), e como consequência esse protagonista, mesmo sem mostrar muito o rosto, acaba marcando o jogador, assim como os outros personagens. Outro exemplo mais próximo de casa são os próprios RE Chronicles, que, como eu já expressei várias vezes por aqui, eu simplesmente adoro, mesmo possuindo alguns pecados relevantes na recontagem de eventos antigos (especialmente no Umbrella, no Darkside só a ausência das aparições do Wesker no Game of Oblivion que me incomodam). Esses jogos também possuem uma perspectiva em primeira pessoa, onde você nunca vê o personagem controlado durante o gameplay, mas ainda assim eles sempre me passaram a impressão de estar controlando os personagens clássicos, mesmo sem vê-los, e não tiveram nenhum problema em fazer com que eu me importasse com eles, o que a meu ver foi conquistado novamente através das interações entre esses personagens (especialmente no Darkside Chronicles, onde eles conversam mais). Já o RE7, a meu ver, não conseguiu passar essa mesma sensação, possui personagens secundários legais, mas não conseguiu dar relevância ao protagonista através desses personagens, pelo menos não com todo o sucesso necessário (embora com certeza tenha feito uma diferença). O jogo ainda conseguiu fazer outras coisas muito bem, não diria que a história dele é um fracasso de forma alguma, mas a ausência dessa virtude em particular acabou pesando, especialmente considerando que é um RE principal. No fim das contas, mesmo mantendo a câmera em primeira pessoa, acredito que teria sido bem menos mal se tivessem conseguido contornar esse problema do protagonista, assim como os outros jogos que eu mencionei. Ainda seria uma mudança relevante devido ao impacto estético e nas mecânicas do jogo, mas antes do lançamento eu ainda tinha esperança de que o RE7 conseguiria dar relevância ao protagonista utilizando esses métodos que eu falei, o que a meu ver teria reduzido muito o problema. Com a Not a Hero mesmo já acredito que será um problema menor, já que o Chris é um personagem conhecido com personalidade já construída, fora que pelo visto também se comunicará via rádio com a Veronica, o que pode ajudar com essa situação.

          • Rodrigo Zika!

            Eu entendi, só não entendi o que você citou de sobrenatural, porque não existe isso no jogo, eu acho que ate hoje não vi jogo que tem suporte ao VR do começo ao fim, ser também em 3 pessoa, creio que isso não bate muito de como ele e feito, ta mais fácil o Jack ser carismático do que o próprio Ethan, isso e um fato, não souberam trabalhar isso.

          • Hunk

            Na parte em que eu falei do jogo brincar com a possibilidade do sobrenatural eu não quis dizer que ele realmente tem algo sobrenatural, e sim que ele passa essa impressão. É algo similar ao caso do The Evil Within, onde a gente é perseguido por criaturas e se encontra em situações que passam uma forte impressão de estar lidando com algo sobrenatural, quando na verdade tudo tem uma explicação científica por trás. No caso do RE7 a gente vê isso com as alucinações da Eveline, sei que ela é uma BOW cuja existência não passa de um produto da ciência, mas o que a gente vê várias vezes durante o jogo, sem considerar essa explicação, faz parecer que ela é algum tipo de garota fantasma. Sei que isso não é muito diferente do que aquela beta do RE4 mostrava (por isso não me surpreende que o Mikami não tenha criticado isso no RE7), mas sinceramente, se aquela beta tivesse virado o RE4 final eu teria feito a mesma crítica, acho que num RE principal puxar muito pra essa estética sobrenatural, mesmo que não haja de fato nada sobrenatural, destoa da temática da franquia. Se fosse num jogo secundário (lembrando que eu não considero os REVs como secundários) eu não veria problema, na verdade se o RE7 em si não fosse o RE7, e sim um título isolado que se passa entre REs principais, eu não teria muito do que reclamar, as únicas críticas minhas que sobrariam seriam relativas a um ou outro elemento de gameplay que me incomodou, como as perseguições do Jack, que eu achei meio quebradas devido ao olho de Tandera do cara. Quanto ao que você falou sobre terceira pessoa e VR, é verdade, também nunca vi um jogo concluído desse jeito (teve um protótipo ou demo com essa ideia, mas não sei se já deu em alguma coisa), e não digo que o RE7 deveria ser um jogo em terceira pessoa com VR, mas sei lá, até que poderia ser um experimento interessante, tipo quando a gente sonha e se vê como espectadores (não sei se isso daria certo, é só uma ideia não testada), o que talvez até ficasse legal com a câmera cinematográfica de um RE clássico, ou talvez simplesmente tivessem que sacrificar o VR. Se bem que se fosse como eu sugeri, com o RE7 sendo um spin-off entre REs principais, ainda daria pra aproveitar o VR nele e deixar o próximo principal sem VR e em terceira pessoa. Bem, de qualquer forma essa minha opinião quanto ao suposto “sobrenatural” no RE7 não é algo que eu use pra criticar a qualidade dele, ainda acho que é um jogo muito bem feito e essa característica não compromete isso (tanto que eu gosto desse tipo de coisa, em The Evil Within por exemplo acho bem legal), só é algo que eu questiono se é apropriado ou não num RE principal.

            PS: Tem na verdade uma situação onde eu não tenho certeza se dá pra dizer que não tem nada de sobrenatural, a conversa do Ethan com o Jack. Já vi teorias explicando como isso pôde ser possível, mas a meu ver o Jack a essa altura do campeonato já estava morto, não vejo como ele poderia estar ali. De qualquer forma isso é algo que eu não estou levando em consideração por enquanto porque, agora que eu sei que a última DLC se focará no fim da Zoe, que estava presente naquela conversa, o jogo ainda tem uma chance de explicar a situação, então esperarei pra tirar uma conclusão final sobre essa cena quando o season pass estiver barato.

          • Rodrigo Zika!

            Entendi, se RE 7 fosse spin off não teria tanto investimento tenha certeza, muito menos VR, essa explicação de ele ter visto o Jack, foi quando ele estava sonhando meio que dormindo, antes de acordar quando a Mia tira ele daquele mofo quase no fim do jogo, mais mesmo como a Eveline aparece, não vejo ainda nada sobrenatural ali, e sabendo que RE nunca teve nada isso, não tenho como achar que pareça, eu acho que ser em 1 pessoa não faz ele ser pior, e apenas gosto mesmo de cada um, a empresa precisa se adequar ao mercado, e competir com jogos do mesmo género de igual pra igual, se não muda acaba de vez, se um futuro RE numerado aparecesse o Leon em 1 pessoa pra jogar eu acharia completamente normal, tudo muda, uns acostumam outros não, a Capcom precisa ganhar os jogadores que nasceram dos anos 2000 pra frente, ela e todas as empresas de games fazem isso, principalmente quando sabemos que um jogo de SH em 3 pessoa fica travado demais e bugado em determinados momentos do gameplay, TEW e a prova.

          • Hunk

            Nem digo que precisaria ser tratado financeiramente como um spin-off, a meu ver poderiam investir bem no jogo simplesmente pra quebrar barreiras com o uso do VR (o que de fato eu acho que foi feito, até então foi facilmente o jogo mais impressionante a utilizar essa tecnologia), o que a Sony com certeza ainda ficaria feliz em incentivar. Quanto à conversa com o Jack, eu achei específico demais pra ser apenas um sonho, muito conveniente que o Ethan sonharia exatamente com o lado bom do Jack, de antes dele ser infectado, sem nem tê-lo conhecido antes dos eventos do jogo. Mas como eu disse isso é algo que ainda acho possível que expliquem melhor, e considerando o tópico da última DLC acho até bem provável que aproveitem essa oportunidade. Já a Eveline, a única coisa que me fez acreditar que não tinha nada sobrenatural nela foi exatamente o meu conhecimento prévio de RE, tanto que já vi diversos youtubers que não conhecem bem a franquia bolarem teorias de que algo sobrenatural estaria relacionado à garota. Nos outros REs eu nunca fiquei com essa sensação, as criaturas e acontecimentos dos outros jogos sempre me passaram logo de cara a impressão de que ainda poderia haver uma explicação científica, a Eveline foi o único ser até então na franquia que dependeu do meu conhecimento prévio pra não me convencer que era sobrenatural. E sobre a primeira pessoa, eu sinceramente não acredito que seja uma mudança necessária, concordo que a Capcom escolheu essa opção pra competir de frente com os jogos atuais, afinal eles devem ter olhado pra maioria dos jogos de terror hoje em dia e simplesmente ido com o que está mais popular, além do VR ser outro motivo pra essa escolha. Terei que discordar quanto à terceira pessoa deixar jogos bugados, The Evil Within de fato não tem a melhor movimentação e concordo que isso chega a ser um defeito, mas isso é uma falha específica do jogo, que aliás parece ter sido corrigida observando as gameplays do segundo. Tanto jogos em terceira quanto primeira pessoa podem ser bugados, e ambos tem o potencial de não serem bugados também, tudo depende das mecânicas serem bem feitas ou não. Já tivemos diversos jogos de survival horror em terceira pessoa sem bugs de movimentação, aliás, um contra exemplo pro argumento de que jogos em primeira pessoa seriam menos bugados, cortesia de um speed runner: https://www.youtube.com/watch?v=AH6i0uDvuc4

          • Rodrigo Zika!

            Quando falo bugado falo tipo travado o personagem, pra se movimentar e tal, querendo ou não 1 pessoa da um up na corrida durante o jogo, RE não estava indo bem estando em 3 pessoa, não que isso deveria mudar pra sempre, mais a mesmice tava dando no saco já, se um jogo de SH em 3 pessoa fizesse a Capcom ganhar horrores, RE Rev 1 e 2 teriam vendido muito bem, mesmo o 1 sendo melhor que o 2 em questão de gráfico e menos bugs, então creio que precisava sim mudar algo, e inovar com o VR primeiro acho que foi uma boa ideia no mercado atual, afinal não vive só de fã, de lucro também vive a empresa.

      • Rivershield

        Não estou surpreso, estou apenas um tanto decepcionado. Claro, a culpa é totalmente minha por criar expectativas irrealistas. É apenas natural que essa DLC siga os mesmos moldes da campanha principal.

        • Rodrigo Zika!

          Isso me lembrou quando esperamos algo de alguém que gostamos, igualzinho kkkkkkkkkkkk

          • Rivershield

            kkkkk

          • Andrei Sokholov

            Ei cara, o pessoal aqui da seção de comentários do REVIL criou um grupo para conversar a respeito da franquia e esporadicamente sobre outros assuntos relacionados ao gênero…Quer participar? Basta informar um email do Google/Gmail. É bem informal, e o pessoal aparece lá esporadicamente quando o tempo permite, para trocar alguma ideia geralmente quando saiu alguma news aqui no site, via mensagem de texto.

          • Rivershield

            Quero sim. Posso dar o e-mail aqui mesmo?

          • Andrei Sokholov

            Pode!

          • Rivershield
          • Andrei Sokholov

            Pronto. Da uma olhada nas notificações do Google +. Podes acessar o hangout diretamente pelo email, através dos recursos adicionais na página inicial do Google (abre uma aba exclusiva do hangout) ou pelo app de celular.
            Te esperamos lá!

  • Questão

    Ansioso para ver como vai ser o Leon após essa drástica mudança de aparência do Kurisu Redofirudo!

  • silent Evil Chris made in Tabajara

    • Rodrigo Zika!

      kkkkkkkkkkkkkkk

  • Diego Rodrigues

    Alguem sabe a duração da dlc aproximadamente?

    • Fellipe Ramos

      de 1 a 2 horas (sério)

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